quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Raquel Tavares no Casino da Figueira



Depois da experiência cultural única que viveu ao longo deste ano, durante o qual cantou (e encantou!) a fadista Raquel Tavares vai actuar, este mês, em terras lusas, mais propriamente no Casino da Figueira.

Na bagagem, a fadista leva o seu mais recente álbum, "Bairro", editado em Maio, e de onde foi retirado o single “Rosa da Madragoa”, bem como alguns temas do disco de estreia homónimo que a deram a conhecer ao grande público.
Assim, no dia 17 de Outubro, a vencedora do Prémio Revelação Casa da Imprensa 2007 sobe ao palco do Salão Caffé do Casino da Figueira, quando forem 23h, acompanhada de Guilherme Banza na Guitarra Portuguesa, Marco Oliveira na Viola de Fado e Fernando Araújo no Baixo. .

Moda em Braga


Dois dias, três desfiles
Dia 17 às 21h30 e dia 18 às 16h e às 21h30

A moda em três actos é a proposta do Braga Parque para dar a conhecer a nova colecção Outono-Inverno das lojas do shopping.
Dois dias de moda, três desfiles e mais de duas dezenas de conhecidos modelos, actores e apresentadores de televisão constituem o cartaz de moda através do qual serão apresentadas as tendências quentes da estação
.No dia 17, às 21h30, a conhecida apresentadora Ana Mesquita pisa a passarela do Braga Parque e conduz a apresentação do primeiro dos três desfiles que, neste fim-de-semana, dão a conhecer as propostas de moda e acessórios das mais de 100 lojas presentes neste espaço comercial.
A tarde de sábado fica reservada para as colecções infantis e a partir das 16 horas os jovens modelos prometem dar vida e cor ao vestuário dedicado aos mais pequenos. Cláudia Borges apresenta o ultimo dos três desfiles, reservado para as propostas mais desportivas e casuais.
O 20º desfile do Braga Parque fica este ano marcado por três momentos de festa e de glamour, onde os melhores manequins nacionais e algumas caras bem conhecidas das séries e telenovelas da televisão prometem causar sensação.

Novidades na II Edição de Ópera em Portimão



Conferência e novos compositores animam Auditório Municipal

Uma das grandes novidades da segunda edição das Noites de Ópera é a conferência “Crónica de uma cerimónia perdida”, a cargo de Joel Costa e agendada para 19 de Outubro na Biblioteca Municipal de Portimão Manuel Teixeira Gomes.

O conferencista, que chegou a ser cantor lírico, é conhecido pela sua actividade radiofónica, sobretudo enquanto responsável por programas e crónicas na Antena 2, especialmente vocacionados para a música erudita.

Nas palavras do maestro José Ferreira Lobo, director artístico das Noites de Ópera de Portimão, “estaremos em presença de um magnífico e polémico orador, que partilha as suas ideias de forma extremamente interessante”.

“O estudioso aborda as temáticas com recurso a uma linguagem bastante acessível, suscitando na plateia o diálogo participado, ao apresentar exemplos e ao promover o debate”, sublinha Ferreira Lobo.

O tema da conferência, marcada para as 21h30, foca o programa do evento que decorre entre 14 e 26 do corrente no Auditório Municipal de Portimão, criando pontes com a psicologia, a política, a história e demais ciências sociais.

Outra inovação em 2008 tem a ver com a afirmação de jovens valores, de que o compositor portimonense Cristóvão Silva será o primeiro exemplo, com a apresentação da obra inédita “Cantata Erótica”, que está marcada para as 19h30 do dia 21 Outubro, no Auditório Municipal de Portimão.

Para o director artístico, trata-se de uma “excelente e pouco comum ocasião de visibilidade para os talentos emergentes, que assim podem dar-se a conhecer, tirando partido das sinergias e da ideia subjacente à génese do festival”.

Dadas as suas características, o espectáculo, com entrada livre, destina-se a um público maior de 18 anos.

A comunidade escolar também vai ser envolvida na programação, assistindo nos dias 15 e 17 ao divertido espectáculo “Super Barbeiro”, especialmente dirigido aos mais novos. A primeira actuação está marcada para as 14h00 e a segunda para as 11h00.

Segundo o maestro, “esta é uma ocasião soberana para que os professores expliquem aos seus alunos diversos aspectos, dos intérprete aos próprios bastidores, numa espécie de aula prática”.







" Guernica " em reposição no Santiago Alquimista



“…dia 26 de Abril de 2008 cumpriu-se 71 anos do cruel bombardeamento da cidade de Guernica. O primeiro sobre uma cidade aberta. A cidade ficou destruída mas permaneceu de pé a celebre árvore que simboliza a sua história e identidade. Esse brutal acontecimento foi imortalizado por Picasso e hoje, nesse branqueamento da memória que diferentes interesses praticam, muitas pessoas, sobretudo jovens, pensam que «Guernica» é apenas um quadro de Pablo Picasso…”

Peça: “Guernica”
Texto: “Guernica” de Fernando Arrabal (1959).
Estreia: dias 5,6 e 7 de Junho de 2008 pelas 21.30h
Local: Sala Arlequim – Café Teatro, Santiago Alquimista
Hora: Quinta a Sábado pelas 21.30h.
Duração: aproximadamente 75 min
Reposição: de 16 de Outubro a 4 de Dezembro.
Digressão: a partir de Janeiro


Sinopse pelo encenador Adolfo Gutikin:

“Fanchu e Lira” são um casal de idosos bascos que se conhecem desde miúdos, levaram uma vida rural e simples e há mais de cinquenta anos, vivem num pequeno casebre nos limites da cidade de Guernica. Daí, por uma janela, vê-se a famosa “árvore”
Apesar do tempo, Fanchu e Lira continuam a amar-se e brincam como adolescentes, com o vigor que distingue os bascos, tratando de superar com gargalhadas amargas e humor negro, a catástrofe que se abate sobre eles.
A Peça é a história da destruição sistemática do Lugar destes anciãos.
Dois pequenos seres desprotegidos arrasados pelas bombas incendiárias da aviação nazi alemã que auxilia - em Espanha - os avanços brutais das tropas fascistas do General Franco, durante a Guerra Civil Espanhola (1936/1939).
É a história destes adoráveis, frágeis e simpáticos avós atrapalhados na sua humilde casa, numa guerra civil, no meio de um bombardeamento esmagador, suportando a destruição sistemática da inelutável queda da sua casa, sendo perceptível a impotência para se defenderem.

A desproporção das forças enfrentadas: por um lado, a delicadeza e fragilidade do amor de dois idosos que só se têm um ao outro e, por outro, as forças militares de enorme poder destrutivo, com as armas mais modernas e poderosas do seu tempo (sobretudo a aviação).

Da sua crueldade e abuso, disparando com a impunidade que permite a distância da superioridade aérea, resulta uma das imagens mais expressivas e comovedoras que o teatro contemporâneo conseguiu plasmar.
Sem escrever um panfleto, teatralizando o esmagamento daquelas pessoas do povo, desprotegidas, Arrabal apresenta um poderoso e poético manifesto a favor da paz e contra a guerra.
É uma imagem muito forte do destino de seres anónimos - população civil, normalmente mulheres, velhos e crianças, esmagados à distância com a impunidade de disparos pelo ar sem o perigo de serem alcançados pelas antiaéreas.
É a grande indústria mecânica alemã dedicada a construir uma maquinaria destrutiva, motivada pelo desejo do lucro e encarregue da tarefa pelo Estado dominado pela ideologia mais cruel e assassina do século XX.


A mulher: Lira, ficou enterrada debaixo dos escombros e, à medida que se sucedem os bombardeamentos, fica cada vez mais e mais enterrada; entretanto, Fanchu, desesperado, tenta por todos os meios ao seu alcance salvá-la, resgatá-la de entre os entulhos ou, pelo menos, aliviar os seus sofrimentos com piadas e auxílios mínimos. Muitas vezes ridículos.
Neste primeiro bombardeamento da Segunda Guerra Mundial, como ficou conhecido o ataque da aviação nazi a Guernica, o mundo inteiro viu, com dois anos de antecedência como se aplicaria a politica nazi no resto de Europa (e do mundo) a força brutal de um exército que aplicou um genocídio sistemático e impiedoso, tendo como objectivo a aniquilação total do “inimigo”, aplicando critérios de limpeza étnica com o que, pouco tempo depois, conquistaria meia Europa.
Aquele brutal ataque nazi foi um ensaio do que se tornou depois familiar na Segunda Guerra Mundial a partir de 1939 nas cidades de Varsóvia, Londres, Leninegrado e em muitas outras cidades europeias e, no final da Guerra, também nas cidades alemãs que assim conheceram o brutal ataque contra uma povoação indefesa.

As mais célebres, pelo significado, do inicio da era nuclear, foram as cidades de Hiroshima e Nagasaki.
Desde então e até aos nossos dias, quer por ar quer por outros meios, assistimos a destruições maciças de cidades habitadas, por inimigos armados com explosivos cada vez mais poderosos e sofisticados.
As imagens de refugiados desprotegidos, andando pelos campos com a sua carga de restos palpitantes nos braços e de chagas nas suas costas, tornaram-se habituais e tragicamente comuns.
Contra a anestesia da repetição de imagens brutais, fica esta pequena esperança de um mundo diferente, melhor...


Currículo do Encenador – Adolfo Gutkin:


Português por naturalização desde 1994, nasceu na Argentina (Buenos Aires) em 1936, e reside em Portugal desde 1978.
Formado em Buenos Aires, profissionaliza-se como actor no grupo independente Nuevo Teatro, onde trabalha sob direcção de Pedro Asquini e Alejandra Boero.



Ainda em Buenos Aires é fundador (com Augusto Fernandes, Agustin Alezzo e Carlos Gandolfo) e dirige o grupo “Juan Cristobal”, posteriormente denominado “La Mascara”. Complementa a sua formação com estudando História da Arte e do Teatro, Dança Moderna, Direcção Teatral, Foniatria, Voz e Dicção e Pedagogia Teatral e integra ainda o “Teatro Popular Bonaerense”.
Em 1962, depois de viajar por diversos países da América Latina, fixa-se em Cuba onde, para além de aprofundar os seus estudos em Psicologia, Estética, Filosofia e História da Arte, é fundador, com Jaime Swentisky, da primeira Escola de Teatro de Santiago de Cuba e do Conjunto Dramático de Oriente, do qual é director geral e artístico, e professor de interpretação. Participa, com o seu elenco de actores e técnicos do CDO na criação de um canal de Televisão “Tele-Rebelde”, actualmente Canal 2. Durante este período não só encena como interpreta obras de Ben Johnson, Brecht e Lizarraga e dirige peças “A Senhora Júlia” de A. Strindberg, “O Amante” de H. Pinter e “Guernica” de Fernando Arrabal.
Com Maria Eugenia Garcia e Augusto Blanca, funda o grupo “Teatrova” sendo Membro de Honra do movimento “Nueva Trova Cubana”.
Várias vezes premiado como encenador e autor, trabalhou como actor de teatro, rádio, televisão e cinema; Autor de numerosas peças de teatro (Prémio Especial Casa de las Américas 1968), em 2007 Cuba prestou-lhe numerosas homenagens, sendo nomeado Membro de Honra da “Union de Artistas y Escritores de Cuba – UNEAC”..
Em 1969 aceita o convite para encenador do Grupo de Teatro da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Dirige “Volpone”, de Ben Johnson, obtendo o Prémio da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro e o Prémio da Casa da Imprensa, como melhor espectáculo do ano. Nesse ano, de regresso à América do Sul Buenos Aires, põe em cena uma nova versão de “Cementério de Automoviles”, de Fernando Arrabal, em Buenos Aires no Teatro IFT de que fora fundador, e no Teatro Solis de Montevideo.
Em 1970, regressado a Lisboa e ao Grupo de Teatro da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, repõe “Volpone” e estreia a criação colectiva “Melin 4” (seleccionada como melhor espectáculo do ano), obras que participaram no Festival Internacional de Teatro de San Sebastian (Espanha).
Durante este período ministrou, para a Fundação Calouste Gulbenkian um curso para actores e encenadores profissionais portugueses (entre eles encontram-se algumas das mais destacadas figuras do teatro, cinema e televisão portuguesas) e tornou-se Membro de Honra da Associação Académica da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Em 1973, perseguido pela PIDE é expulso de Portugal. Volta a Cuba e à direcção do Conjunto Dramático de Oriente, onde assina alguns espectáculos musicais. Co-criador de uma nova estação televisiva cubana, dirige ciclos de cinema para a televisão e participa como actor em algumas produções.
Após o 25 de Abril e a convite do TEUC- Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra, do qual foi Director Artístico durante sete anos, regressa a Portugal onde, a par da sua actividade no TEUC funda, com profissionais portugueses, o Teatro do Mundo, com o qual percorre alguns festivais internacionais. Volta a leccionar na Fundação Calouste Gulbenkian e funda um novo grupo - Maizum – em que dirige, entre outras, “Um Jipe em Segunda Mão”, de Fernando Dacosta, seleccionado pela Crítica e pela Secretaria de Estado da Cultura para o Prémio Nacional Almeida Garrett (1987). Funda o Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral (IFICT) do qual é presidente e onde exerce, para além das funções directivas, funções docentes, contribuído quer para a formação de actores e quadros culturais dos países africanos de expressão oficial portuguesa, nomeadamente Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné e São Tomé, quer para a formação de actores, encenadores, produtores, sonoplastas, luminotécnicos, etc., actualmente figuras importantes no cinema, teatro e televisão em Portugal.
Co-Fundador (1987), com José Monleón, do Instituto Internacional do Teatro do Mediterraneo – IITM, presidiu a cimeiras internacionais de teatro.
No mesmo ano, a convite da Fundação Gulbenkian, participa no Ciclo "Azares da Expressão" e dirige a obra "À Procura do Presente", com actores profissionais e alguns alunos do IFICT

Em 1988 participou, como Presidente do IFICT, na reunião de Formação da Rede de Centros Culturais Europeus, em Arc-et-Senants, organizado pelo Conselho da Europa e em Bolonha no IETM (Encontro de Directores e Produtores do Teatro Europeu).
Escreveu textos de teatro utilizados em várias escolas nos cursos de formação de actores (“Fagulhas”, “Ex-que-lecto”, “Lola y la muerte”, etc..).
Encenou e/ou dirigiu mais de 70 espectáculos teatrais – de pequeno, médio e grande formato, quer em espaços tradicionais, quer ao ar livre ou espaços não convencionais tais como:
- TEUC: “E Agora?” apresentada no Festival Internacional de Lyon de 1978. “História de Zé e Maria” criação colectiva participante no Festival Universitário de Lyon, Nantes e Rennes; “Homo Dramaticus”, apresentada em Dublin e Moscovo e Prémio de Encenação no Festival Internacional de Sitges (Espanha) 1091.
- TEATRO DO MUNDO: A Secreta Família", obra com que participa nos Festivais de Vitória e Pamplona (Espanha) em 1979 e "O Guardião do Rio".,
- MAIZUM – “O Amante" de H. Pinter, incluído na Primeira Jornada de Teatro, em 1982; "Dracula's Concert", (Festival Internacional de Sitges, 1982); "Gilgamesh", (Festival Internacional de Sites, 1983); “Um Jipe em Segunda Mão”, de
Fernando Dacosta, seleccionado pela Crítica e Secretaria de Estado da Cultura para o Prémio Nacional Almeida Garrett (1987); "Tutankamon e a sua Rainha".
-TEATRO DA CAIXA - "O Avarento",1º Prémio APTA (Associação Portuguesa de Teatro Amador) e 2º Prémio Festival de Teatro da Câmara Municipal de Lisboa (1984)
- IFICT – "O Olho", teatralização de uma lenda de São Tomé (Festival de Sitges, 1983); “Eclipse do Sol”, teatralização de poemas e lendas africanas; “O Grande Desafio”; “A Companheira”; A Marcha”; “A Criação”; “Homo Dramaticus” .
- “Ex-que-lecto”, estreado no Café Teatro Santiago Alquimista; «Santiago Alquimista” e “Tele-Jornal”» textos especialmente escrito para espectáculo de Café-Teatro na sala do mesmo nome, num ciclo de «teatro a la table» concebido para a participação do público.
De 1988 e até 1996, foi director das nove edições dos “Festivais de Outono de Lisboa (Teatro, Dança e Música)”.
Como Produtor, em 1988, criou a empresa “Eutaxia” através da qual organizou grandes eventos e espectáculos nacionais e internacionais, nomeadamente (durante alguns anos) as Festas da Cidade de Lisboa e as Festas da Cidade de Santarém.
Organizou numerosas tournées internacionais com diversos grupos: “Opera de Pequim”, “Ta Fantástika”, “Cossacos da Rússia”, “Ballet Bolsdhoi”, “Ópera Nacional Búlgara”, “Marcel Marceau”, “Circo Nacional da China” e agrupamentos de música e de dança em todas as modalidades (Clássica, popular, étnica, etc.). Apresentou o tango argentino pela primeira vez em Portugal em 1992. Lisboa recebeu no Coliseu a grande delegação artística argentina que participou oficialmente na Expo 92 de Sevilha, com expressões de tango e folclore argentinos. E em 1998 organizou a 4ª Cimeira Mundial do Tango em Lisboa e em mais 6 cidades portuguesas.
Em 2000/2001 elabora um projecto de grande magnitude para a criação de um Parque Temático em Valência (TerraNatura), escrevendo 32 jogos dramáticos, criando itinerários culturais, aventuras e ainda uma comédia musical (El Tigre), Terra Natura inaugurou-se em 2005.
Em 2003 em Lisboa, em 2004 no Porto e em 2005 novamente em Lisboa, organiza as produções e apresentação em Portugal, do Grande Circo Nacional da China.
Em 2005 foi escolhido para fazer parte dos sócios Fundadores da Academia Nacional do Tango, em Portugal.
A 16 de Março de 2005, a Sociedade Portuguesa de Autores organiza uma homenagem à sua vida profissional como criador e formador de várias gerações de artistas portugueses.
Em 2006 encena, em colaboração com Paula Freitas, dois exercícios finais com os alunos do curso de interpretação do IFICT. Estes espectáculos tiveram como apoio os textos “Fagulhas”, escritos por Gutkin para alunos de teatro.
No mesmo sentido, encena um espectáculo para o lançamento do livro “Portugal e os Judeus” de Jorge Martins.
Publica artigos nas Revistas “Gaceta de Cuba”, “Assaig” (Barcelona) e “Primer Acto” (Madrid).
Em Cuba estreia-se a sua obra “Lola y la muerte”, com o título “Mediterrâneos”, sob a direcção de Raúl Pomares, espectáculo realizado pelo grupo “Teatro de
Dois», que fará em seguida uma tournée por Portugal, apresentando-se em Beja, Lisboa e outras cidades.
Publica um artigo na revista “Primer Acto”, a pedido de José Monleón pelo cinquentenário da revista. Publica notas ao programa em Cuba, com motivo da estreia da peça de Anton arrufat “Sete contra Tebas”, notas reproduzidas na revista “Assaig” , de Barcelona, sob a direcção de Ricart Salvat.
Desde 1981 Director do IFICT. Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral, associação cultural sem fins lucrativos de utilidade pública), é actualmente o Director artístico e administrativo do Café Teatro Santiago Alquimista, que mantêm uma programação cultural de aproximadamente 200 actividades/eventos por ano.
Foi júri de concursos nacionais e internacionais de dramaturgia e teatro.
Colaborou como ensaísta e/ou conferencista em revistas, publicações, eventos e festivais internacionais.
Escreveu várias peças de teatro e programas para a televisão, assim como artigos e ensaios sobre teoria teatral.
È responsável pela recuperação, adaptação e abertura, no espaço do IFICT do Café Teatro Santiago Alquimista com actividades de café-teatro, música e dança, quase todas as noites.
É autor das seguintes peças: Argentina - 1957/58 “Las mentiras de Caroso” (teatro infantil)
Cuba – “Juegos de Agitación”; “Chilecracia”; “La Cuestión de Panamá”; “Ordem e Progresso”; “La Sierra Chiquita”; “Don Quijote y Superman”; “El Tifus”; “Mi Querido Sócio”; “Juegos de Reflexión”; “El Respiradero” (Prémio Especial Concurso Internacional «Casa das Américas», Cuba, 1968) «La Compañera» (1º. Prémio de Actuação Feminina no 1º. Festival de Teatro Cubano); “El Actor”; “La Creación”.
Portugal – “A Secreta Família”; “O Guardião do Rio”; “À Procura do Presente”; “Juguemos en el Bosque”; “Fagulhas”; “Militango”; “El Tigre” e “El Arca de Noé” (comedias musicais concebidas para o Parque Temático «Terra Natura» em Espanha) “A Cena do Crime “ (Serie televisiva -13 capítulos contendo a adaptação de 13 cenas de crime famosas da história do teatro universal)
Conferências e artigos publicados:
1963 - «Mayacovsky por si mismo» - Teatro Cuba. Santiago de Cuba, Oriente.
1968. - “Teatro Cubano, Panorama actual y perspectivas» Universidade de Oriente, Santiago de Cuba.
1969. - «O Teatro Propiciatório» - Universidade Clássica de Lisboa.
1970. - «Amerindias», uma experiência de criação colectiva. Revista Universitária. Universidad de Oriente. Santiago de Cuba.
1971 – “Teatro burgués, teatro proletário”. Biblioteca Eliva Cape. Santiago de Cuba.
- «O Teatro, a Crítica e a Sociedade». Publicado em Lisboa. Edição de autor.
1980. - “El teatro como espectáculo” Texto para um curso de formação de encenadores.
1981. -«Festa Popular e Teatro» Revista «Teatro Universitário». Coimbra, Portugal
1984 - “Notas críticas sobre o Festival de Sitges”. Revista “Antzerti” País Basco.
– “O texto e o Acto-, resposta a Bernard Dort”. Publicado no livro - «O texto e o Acto», Fundação Calouste Gulbenkian.
- «Teatro e sexualidade», Publicado no 2º Tomo de «Sexologia em Portugal», (dentro do tema geral: sexualidade e cultura»
- «Le ideologie nascono soavi ed inveechiano crudeli!». Revista «Luci della cittá».
- «O ensino no teatro». Encontro Luso - Espanhol de Profissionais de Teatro.
1988 -«O barroco em reflexão» - Torre de Belem - 20 - 5 - 88 - Lisboa.
1989 -Coloquio «O Sagrado e as Artes», «O teatro e os Espaços Sagrados», Publicado em 1995 pela Fundação Gulbenkian
1989/90- «A tragédia e o mundo ibérico » - Carnuntum – Austria (89); Encontro internacional de teatro antigo, dedicado a «Antígona» - Delfos(90)
1993 -«Para falar de criação», Conferência realizada no 1º. Congresso de Teatro Português. Fundação Calouste Gulbenkian.
1995 - «O teatro e o tempo». Encontro internacional de Teatro Antigo. Delfos
1997 - «Situação dramática e coreografias». - Encontro Internacional do IITM. Badajoz
- «Corpo, cultura e Pensamento», Faculdade de Motricidade Humana, Lisboa
- «A função social do teatro». Encontro Nacional de Teatro e Educação. Palmela.
- «A loucura na arte ou a arte na loucura». Congresso de Psiquiatría. Hospital Júlio de Matos, Lisboa
1998 - «De Gardel ao Ché», No âmbito da 4ª Cimeira Mundial do Tango, Museu República e Resistência”Lisboa.
- «O erotismo no teatro». Ciclo «Erotismo na Arte». Hospital Julio de Matos, Lisboa
1999. - «Do superficial e do profundo». A propósito dos espectáculos piromusicais e de fogos artificiais.
- «La forma como discurso», publicação bilingue, valenciano e castelhano) Encontros de dramaturgos ibéricos, Valldigna, Valencia, Espanha.
2000 – “«Hamlet» Primeira experiência de psicodrama no teatro”. Encontro Internacional de Psicodrama - Sala «Santiago Alquimista» e Hospital Julio de Matos. Lisboa

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Livros sobre Eça de Queirós apresentados na Póvoa do Varzim


Dagoberto Carvalho Júnior apresenta duas obras

na Biblioteca Municipal

Na próxima quarta-feira, 15 de Outubro, às 21h30, Dagoberto Carvalho Júnior apresenta duas das suas obras na Biblioteca Municipal.

A Cidadela do Espírito e A Boa Mesa de Eça de Queiroz foram os livros escolhidos para apresentação entre a basta bibliografia que o autor já publicou sobre Eça de Queirós.

A Cidadela do Espírito : considerações sobre a Arte Sacra na Obra de Eça de Queiroz, publicado no Recife, em 1994, revela, segundo o autor, “o espírito místico de Eça, que o realismo como religião de estética literária, tantas vezes, sacrificou ao anticlericalismo de sua geração".

Já com 2ª edição, este livro versa sobre um tema que ainda não fora investigado por nenhum estudioso da obra queirosiana, examinando, no que diz respeito à arte sacra, a presença de símbolos e imagens, a descrição que Eça faz de igrejas e tipos religiosos.

A Boa Mesa de Eça de Queiroz, recentemente publicado pela Editorial Tormes do Recife, resulta da compilação de um ensaio e várias crónicas.

Dagoberto Carvalho Júnior, médico, escritor, historiador e mestre em História pela Universidade Federal de Pernambuco, é um dos maiores cultores de Eça de Queirós no Brasil.

Está ligado à Academia Piauiense de Letras e é Presidente da Sociedade Eça de Queiroz, Recife.

O escritor é também autor de numerosa bibliografia queirosiana, tendo colaborado na edição da obra Completa de Eça de Queiroz, no Dicionário de Eça de Queiroz, no Dicionário Temático da Lusofonia e na Revista Brasileira, edição comemorativa do centenário da morte do escritor promovida pela Academia Brasileira de Letras em 2000.

"Maracaturama"

Novo single de Projecto Fuga
"Maracaturama"
já está nas rádios...


Informações
Let’s Start a Fire

E-mail:
raquellains@letstartafire.com ;www.letstartafire.com

"A narração Oral" e outros contos...

Conferência "A narração Oral" e outros contos...
17 e 18 de Outubro
Casa Municipal da Cultura de Coimbra





Dia 18
CONFERÊNCIA “A Narração Oral” Programa

15h00 A Narração Oral e o Plano Nacional de Leitura
oradora: Helena Faria
15h40 A Tradição Oral
orador: José Craveiro
16h40 Escolher, Preparar e Contar uma história
orador: José Geraldo
Público-alvo: geral
Organização: Câmara Municipal de Coimbra _ CULTURA
Produção: CAMALEÃO – Associação Cultural
Inscrições gratuitas (até 15 Outubro) Telef. 239702630

Dead Combo no Hot Club de Lisboa

Dead Combo
15 de Outubro
Hot Club - Lisboa às 23H00


Próximas datas

1 de Novembro: CAEP, Portalegre
8 de Novembro: Teatro Viriato, Viseu
14 de Novembro: ZDB, Lisboa
19 de Dezembro: Teatro Municipal, Guarda
Informações
www.muspace.com/deadcombo

Let's Start A Fire
Email: raquellains@letstartafire.comSite: www.letstartafire.com
Myspace: www.myspace.com/raquellains

Coimbra recebe a 9ª Festa do Cinema Francês

9ª Festa do Cinema Francês
De 13 e 18 de Outubro
Teatro Académico de Gil Vicente


Dia 13, 21h00
Deux jours à tuer
De Jean Becker [França, 2007, 85`, M/12]
Sessão com a presença do realizador Jean Becker

Antoine (Albert Dupontel), 42 anos, é um publicitário de sucesso com uma vida perfeita. É casado com Cécile (Marie-Josée Croze), de quem tem dois filhos, vive numa boa casa, tem amigos e mantém com os vizinhos uma boa relação. Um dia, o equilíbrio da sua vida perfeita desfaz-se. Adoptando uma atitude de intransigência, começa a questionar tudo o que construiu nos últimos anos – casamento, filhos, profissão, amizades. Perante o espanto daqueles que o rodeiam, destrói, no espaço de uma semana, toda a estrutura da sua vida...
Dia 13, 23h30
Survivre avec les loups

De Véra Belmont [França/ Alemanha/ Bélgica, 2007, 118`, M/12]
Segunda Guerra Mundial. Misha (Mathilde Goffart), uma criança judia de 8 anos, cujos pais foram deportados, abandona a família que a recolheu e parte em busca dos progenitores. Sabe apenas que estes estão algures para Este. Com a ajuda de uma bússola e pelos seus próprios pés, percorre a Bélgica, toda a Alemanha e a Polónia, na esperança de os encontrar. Para sobreviver, evita os homens e a sua violência, junta-se a uma alcateia de lobos e torna-se num deles.
Dia 14, 21h00
Paris

De Cédric Klapisch [França, 2007, 130`, M/12]
Pierre (Romain Duris), um jovem bailarino parisiense, descobre que sofre de uma doença que lhe poderá ser fatal. A perspectiva da morte faz com que valorize a sua vida e a das pessoas com quem se cruza diariamente no seu bairro, seja a sua irmã (Juliette Binoche), os vizinhos ou os comerciantes. Através de um novo olhar, Pierre assiste ao desenrolar das histórias destas pessoas, dos seus problemas, dos seus encontros e das suas emoções...
Dia 14, 23h30
Toi et moi

De Julie Lopes-Curval [França, 2006, 94`, M/12]

Redactora de fotonovelas para a revista “Toi & Moi”, Ariane (Julie Depardieu) inspira-se na sua vida amorosa e na da sua irmã Lena (Marion Cotillard) para compor as suas histórias, ainda que bastante romanceadas.
Na realidade, as suas vidas são muito pouco românticas. Ariane persegue Farid (Tomer Sisley) na esperança de que ele se transforme, miraculosamente, no seu príncipe encantado. E Lena vive entediada a sua relação com François (Eric Berger).
Ambas se debatem num mundo de dúvidas, emoções, desgostos e desejos. Entre o cinzento das suas existências monótonas e o colorido das fotonovelas, conseguirão realmente estas duas irmãs encontrar o verdadeiro amor?
Dia 15, 10h30
La Reine Soleil

De Philippe Leclerc [França/Hungria/Bélgica, 2007, 77`, M/6]

Antigo Egipto, 18ª dinastia. Akhesa é uma princesa linda, impetuosa e rebelde, filha do faraó Akhenaton. Recusando-se a viver confinada ao interior do palácio real, e ignorando a razão pela qual a sua mãe, a Rainha Nefertiti, se encontra exilada, foge com a ajuda do príncipe Thout na esperança de a encontrar. Sem consciência dos perigos de uma viagem destas, Akhesa e Tout navegam pelo Nilo e atravessam as dunas quentes do deserto, tendo como únicas armas a coragem e a inocência...
Dia 15, 21h00
Délice Paloma
De Nadir Moknèche [França, 2007, 134`, M/12]

Precisa de uma licença de construção? Ou de uma rapariga atraente e disponível?
Pelo preço certo, Madame Aldjeria (Biyouna), benfeitora nacional da Argélia, soluciona todos os problemas, realiza todos os sonhos. Para isso conta com a ajuda dos seus recrutas, bonitos e pouco escrupulosos. É justamente uma dessas recrutas, Paloma (Aylin Prandi), que com a sua doçura e sensualidade vai causar grande sensação entre os clientes de Madame Aldjeria, e também no seu filho, Riyade (Daniel Lundh)...
Dia 15 de Outubro, 23h30
Le Tueur

De Cédric Anger [França, 2007, 90`, M/12]

Paris, época de Natal. Léo Zimmerman é um homem de negócios, aparentemente exemplar, que vive sobretudo para a filha. Os investimentos que faz na bolsa, trazem-lhe ganhos avultados, mas sente-se espiado. É um homem stressado que já não sonha. Um dia é visitado no seu escritório por Dimitri Kopas que se apresenta como um cliente normal. Contudo, o empresário percebe que Kopas está ali para o matar. Desvairado pela paranóia e pela ansiedade, Leo Zimmerman decide confrontar o seu executor e propor-lhe um pacto…
Dia 16, 21h00
Le Premier cri
De Gilles de Maistre [França, 2007, 100`, M/12]

Durante um eclipse total do sol pela lua, avistado em todo o mundo, o destino de várias personagens reais cruza-se num momento único e universal: o nascimento de um bebé. Esta é a emocionante e verdadeira história sobre o nosso primeiro grito da vida, aquele que emitimos quando nascemos e que anuncia a nossa chegada ao mundo. Das areias quentes do Sahara às planícies brancas da Sibéria, da beleza sagrada do Ganges ao Japão tradicional, este é um filme com imagens únicas, onde o cenário é a própria Terra. Um contraste de terras, de pessoas e de culturas, na mais bela e insólita das viagens. O nascimento no grande ecrã, visto à escala do planeta.
Dia 16, 23h30
Faut que ça danse!

De Noémie Lvovsky [França/ Suíça, 2007, 100`, M/12]

Na família Bellinsky há o pai, Salomon (Jean-Pierre Marielle), que com 80 anos refuta qualquer intenção de monotonia. Entre as coreografias de Fred Astaire, que ele tanto aprecia, e a busca incessante por uma companheira, vive cada momento com grande energia; A mãe, Geneviéve (Bulle Ogier), que progride no seu processo de infantilização, de acordo com as indicações dadas pelo mentor e companheiro de todas as horas, Mr Mootoosamy (Bakary Sangaré); E Sarah (Valeria Bruni-Tedeschi), a filha, que tem de encontrar o equilíbrio adequado entre um pai que idolatra, mas que também a exaspera, e uma mãe, que há tempos deixou de tentar compreender. Mantém um relacionamento estável com François (Arié Elmaleh), mas fica surpresa ao descobrir que está grávida, pois sempre se julgou estéril. Tem agora a responsabilidade de constituir uma nova família...
Dia 17, 21h00
Les LIP, l'imagination au pouvoir
De Christian Rouaud [França, 2007, 118`, M/12]
A aventura começa a 17 de Abril de 1973, na fábrica de relógios LIP, em Palente, na periferia de Besançon. Outrora uma empresa próspera, a LIP encontrava-se então nas mãos de novos proprietários que apresentavam um plano de despedimentos dramático para os operários como única saída para a empresa. A resistência organizada pelos trabalhadores deu origem a um movimento de luta incrível, que durou vários anos, mobilizou multidões em França e na Europa, multiplicou as acções ilegais sem ceder à tentação da violência, apoiando-se na democracia directa e numa imaginação incandescente! E a prática da auto-gestão afirmou-se como alternativa, utilizando o mote “É possível: nós produzimos, nós vendemos, nós pagamos”.
Dia 17, 23h30
Un baiser s’il vous plaît

De Emmanuel Mouret [França, 2007, 100`, M/12]
De passagem por Nantes apenas uma noite, Emilie (Julie Gayet) conhece Gabriel (Michaël Cohen). Ambos ficam seduzidos um pelo outro, mas cada um tem a sua vida e sabem que nunca mais se verão. Ele gostaria de a beijar, e ela também… mas uma história que lhe contaram sobre um beijo com consequências, impede-a. É então que Emilie conta essa história.
Dia 18, 18h00
Le Deuxième soufflé
De Alain Corneau [França, 2007, 156`, M/12]

Gu (Daniel Auteuil), um perigoso e respeitado gangster francês condenado a prisão perpétua, consegue evadir-se da prisão no final dos anos cinquenta. Perseguido pela polícia, só pensa em fugir para fora do país com Manouche (Mónica Bellucci), a mulher que ama. Para o fazer precisa de dinheiro e aceita entrar num último assalto. Vítima de uma maquinação, acaba por ficar com fama de traidor e vai ter que limpar a sua honra…
Dia 18, 21h00
Le Fils de l'épicier
De Éric Guirado [França, 2007, 96`, M/12]
Quando Antoine (Nicolas Cazalé) propõe a Claire (Clothilde Hesme), sua melhor amiga, emprestar-lhe dinheiro para que ela possa prosseguir os estudos, está muito longe de imaginar onde o levará a sua promessa.
O Verão chegou e o jovem deixa a cidade de Paris para ir ajudar os pais, numa vila rural do sul de França. O pai, merceeiro ambulante, adoeceu e Antoine, embora contrariado, mas com a sua promessa para cumprir, aceita substitui-lo no abastecimento de mercearias aos povoados mais isolados.
Aquilo que começou por ser uma contrariedade transforma-se numa riquíssima (re)descoberta, num retorno à alegria de viver e, quem sabe, ao amor...
Dia 18, 23h30
Promets-moi
De Emir Kusturica [Sérvia/ França, 2007, 126`, M/12]
Tsane (Uros Milovanovic) vive com o avô (Aleksandar Bercek) num povoado, no cimo de uma colina. Juntamente com Bossa (Ljiljana Blagojevic), a vizinha, que é também a professora de Tsane, são os três únicos habitantes daquele lugar. Um dia, o avô revela que poderá estar perto de morrer e antes que isso aconteça o neto deverá cumprir três desejos seus. Para fazer a vontade ao avô, Tsane segue até à cidade mais próxima. Mas enquanto o jovem se debate com a confusão urbana, com redes mafiosas e outros tumultos, o avô descobre, onde menos espera, as delícias do amor...
Preçário
Preço sessão 3,50€
Preço geral (5 sessões) 10,00€
Sessão infantil (dia 15, 10h30) 1,00€ [Entrada Gratuita para grupos escolares]
TODOS OS FILMES SÃO LEGENDADOS EM PORTUGUÊS
Organização
Alliance Française de Coimbra e Instituto Franco – Português de Lisboa
Informações
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República _ 3000-343 Coimbra
Tel.: +351 239 855630 _ Fax: +351 239 855637 E-mail:
teatro@tagv.uc.pt; Url: www.uc.pt/tagv; Blog: http://blogtagv.blogspot.com/
Bilheteira: 17h00-22h00 _ segunda a sábado _ telefone: 239 855 636

António Calvário fala do seu novo trabalho


Dissemos há tempos que António Calvário era um Senhor da nossa música ligeira que se mostrou sempre à altura das circunstâncias apesar de muitas contrariedades e se hoje se fala de clubes de fãs que se saiba o que eram fãs quando o Sr. Calvário andava por perto, histórias há que até a roupa lhe rasgaram! Desta notícia regista-se a declaração de MacDonald: Calvário "é um ícone da cultura pop que, injustamente, tal como outros, foi remetido no universo do nacional-cançonetismo".Vale sempre ouvir António Calvário!


O duplo CD “O melhor de António Calvário”, já editado, reúne temas dos "anos de ouro", os anos 60, do cantor, que está a celebrar 50 anos de carreira, entre eles, "Regresso" e "Oração".
"São temas da década de 1960, que corresponde aos anos de ouro e que foi o arranque da minha carreira. Era a coqueluche e estava em voga", disse à Lusa António Calvário.
O duplo CD, editado pela Valentim de Carvalho/IPlay, reúne 40 canções, algumas em duo com nomes como Simone de Oliveira, Madalena Iglésias, Maria de Lourdes Resende ou Maria Fernanda Soares.
Outras canções são versões de temas estrangeiros como "The rain in Spain", do filme "My fair lady".
"As versões eram garantia de sucesso e muitas vezes fazíamo-las antes de chegarem a Portugal, até para abrir mercado à versão estrangeira", explicou o cantor.
O duplo CD inclui canções de 1960, como "Regresso", de que se inclui a primeira versão gravada com o conjunto de Sivuca, até 1966.
"Esta canção, ‘Regresso’, marcou-me, porque a apresentei num festival da canção da Emissora Nacional e foi um sucesso, tendo-me dado a conhecer ao país inteiro", disse o cantor.
De 1966 o álbum tem canções como “Sou ribatejano” (Jerónimo Bragança/Nóbrega e Sousa) e “Namorados de Domingo” (Francisco Nicholson/Eugénio Pepe).
João Macdonald, que assina o texto que acompanha o duplo CD, referiu à Lusa que a actual edição "esgota o que existe em arquivo de Calvário, na Valentim de Carvalho, relativamente a esta época (1960-1966), tudo gravado pelo Hugo Ribeiro, trazendo para digital pela primeira vez um grande número de temas".
Para Macdonald, Calvário "é um ícone da cultura pop que, injustamente, tal como outros, foi remetido no universo do nacional-cançonetismo".
À Lusa, Calvário definiu-se como um "cantor recreativo" e considerou "sem propósito e maldosa" a qualificação de "nacional-cançonetista".
"Canto em português, sou cançonetista e sou nacional, mais nada, e daí?", interrogou.
Macdonald e Calvário partilham a opinião de que é essencial conhecer o que existiu e dar a conhecer às gerações mais novas os êxitos pop da música portuguesa "de ontem".
António Calvário foi eleito entre 1962 e 1972 cinco vezes Rei da Rádio, título que ainda detém, recordou à Lusa, "pois não voltou a acontecer tal eleição", além de ter sido eleito Rei da TV.
Esta edição discográfica surge a partir da selecção de 34 EP gravados pelo cantor numa altura em que "fazia literalmente parar o trânsito", segundo Macdonald.
"O melhor de António Calvário" integra-se nas comemorações dos seus 50 anos de carreira artística, no âmbito das quais editou em Junho um CD com inéditos, uma autobiografia e realizará dia 25 de Outubro um espectáculo no Teatro Lethes, em Faro.
Hardmusica/Lusa

Os Beach House em Portalegre



Sab. 15 de Novembro – Beach House
«Quina das Beatas» -
Espaço Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 5 €
M/4 anos


Alex Scally e Victoria Legrand conheceram-se através de um amigo mútuo em 2004, tendo formado os Beach House na Primavera de 2005 (o ano chinês do Galo), depois de ambas as partes terem chegado à conclusão que tinham um incomum vínculo musical.
Enquanto passavam tempo juntos a gravar e a tocar, Alex (todo o tipo de cordas) e Victoria (formação em piano e em voz lírica) apreciaram o facto de não namorarem, não serem parentes e não terem crescido juntos.

Quando estas questões lhes são postas por jornalistas, o grupo têm um prazer especial em explicar que de facto não são namorados, não estão relacionados familiarmente, e não, não cresceram juntos…
Estranhamente, ambos eram entidades separadas antes de se conhecerem.

Alex cresceu em Baltimore, enquanto Victoria nasceu em França, de pais americanos, tendo ido viver aos 6 anos de idade para a pitoresca Baltimore, para onde regressou depois de muitos anos de adolescência saltimbanca a viver e viajar pelo mundo.
O par concorda que as suas inspirações musicais são demasiado numerosas para fazer uma lista, mas afortunadamente ambos gostam de ouvir música, e nos últimos tempos o que ouviram foram grupos como os The Zombies, Neil Young, Emitt Rhodes, Dusty Springfield, The Supremes, Nirvana, Earth, Ann Peebles, The Beach Boys, Hank Williams, Ravel, John Cale, Velvet Underground, Elliott Smith, Tony, Caro & John, The Beatles, e Daniel Johnston ,entre outros.
Os Beach House gravaram o seu primeiro álbum em 2006, com o título homónimo de “Beach House”, seguido em 2008 por “Devotion”, um registo igualmente surrealista e oniríco, mas mais maduro. Recentemente têm estado em digressão com artistas como os Grizzly Bear, Arbouretum e Clientele.
Quando não estão em extensas digressões, os Beach House passam o seu tempo com trabalhos em part-time, Alex como carpinteiro e Victoria como empregada de bar…
Em Outubro de 2008 os Beach House publicaram o single “Used to Be”, que mereceu honras de destaque e “streaming” no conceituado site pitchfork.com, e que continua da mesma forma discreta mas coerente, líquida e suave a sua aventura musical, que fazendo parte da linhagem de grupos como os Cocteau Twins, Galaxie 500 e Damon & Naomi, consegue ter no entanto uma identidade própria e uma expressividade temática que merece uma audição atenta e devotada.

Holocausto recordado para não esquecer


Holocausto: a memória do passado em nome do futuro


“Como é possível guardar a memória do passado em nome do futuro?” esta foi uma das muitas questões deixadas no ar na conferência sobre o Holocausto moderada por José Manuel Fernandes (director do Público), que decorreu no passado sábado, na Biblioteca Municipal.
O Presidente da Câmara Municipal, José Macedo Vieira, não pôde deixar de exprimir o seu pensamento perante o genocídio e as tragédias que ameaçam o mundo: “Vivemos num mundo de incertezas e cada vez mais tenho uma única certeza, como afirmou o filósofo grego Sócrates, «Só sei que nada sei»”.

Esther Mucznik, uma das conferencistas convidadas, apresentou razões irrefutáveis para o ensino da Holocausto, desde logo o facto de se tratar de um acontecimento onde foram assassinados cerca de seis milhões de judeus.

“Não podemos abstrair-nos de uma realidade tão trágica e temos de combater o negacionismo” afirmou a investigadora judia consciente de que a única maneira de combater essa negação da realidade é através do debate e do estudo.

“Só através do conhecimento e análise do Holocausto podemos detectar e compreender noutros conflitos algo que caracterizou este massacre”, acrescentou.

Esther Mucznik considera o Holocausto um acontecimento sem precedentes, pois “pela primeira vez, toda uma máquina de Estado colocou-se ao dispor do extermínio de um povo inteiro. Hitler não matou a totalidade dos judeus mas destruiu toda uma cultura e civilização. Hoje, a cultura judaica que existe na Europa é uma cultura morta”, afirmou.

Apesar de Portugal não ter participado na guerra, a presença dos judeus no nosso país faz parte da nossa História e foi-nos claramente relatada por Dora Caeiro, Professora de História, que participou na conferência reflectindo sobre a conduta, ora favorável ora repressiva, dos reis portugueses perante este povo.

Esther Mucznik alertou ainda para a “desumanização do inimigo, único meio para o planeamento do extermínio, que conduz à desumanização dos perpetuadores deste empreendimento sistemático de doze anos de exclusão e discriminação judaica”.

Apesar dos motivos apresentados serem mais que suficientes para justificar o ensino do Holocausto, Esther reconhece que estarmos a 60 anos da tragédia acrescido do facto do sucedido ir contra a religião e valores que nos foram incutidos dificultam a tarefa. “O Holocausto tornou-se um património da Humanidade, pelo lado negativo, claro.”, concluiu a investigadora. Gabriela Fernandes, responsável pela publicação de vários livros sobre o Holocausto, refutou a ideia de Esther afirmando que “há valores que são intemporais” e a realidade que nós queremos saber é terrível”.

A palestrante manifestou a sua constante indagação perante a indiferença com que as pessoas reagiram ao massacre e a passividade face ao genocídio, atitude de insensibilidade perante o outro que actualmente também se verifica em várias dimensões e que ela apelida de “banalidade do mal”.

Um mal que foi, em parte, reconstruído pelo testemunho de Esther Mucznik e Gabriela Fernandes que juntamente com José Manuel Fernandes e Margarida Delgado realizaram uma acção de formação em Israel no Verão passado e se disponibilizaram a transmitir uma fascinante lição sobre a história do Holocausto. Resultado dessa viagem foi também uma exposição intitulada “O Ensino do Holocausto no Século XXI” do Museu Yad Vashem que está patente na Biblioteca Municipal até ao dia 25 deste mês e que retrata o terror vivido pelos judeus desde o momento em que se convertem em cidadãos inferiores, privados de direitos (1933) até à altura em que são vítimas das maiores atrocidades e um terço do seu povo é exterminado (1945).

sábado, 11 de outubro de 2008

Noite de Jazz no Chapitô








LEO DINIZ HOJE NO CHAPITÔ



Camané lança mais um single


NUM MOMENTO EM QUE SE ENCONTRA EM DIGRESSÃO

Camané lança 2º single do aclamado álbum “Sempre de mim”


“Te Juro” é o novo single retirado do aclamado “Sempre de mim”, o último álbum de originais de Camané.

Este tema, é um dos dois inéditos absolutos do lendário compositor de Amália, Alain Oulman, com letra de Pedro Homem de Mello, incluídos em “Sempre de Mim”.

O anúncio do segundo single surge no momento em que Camané se encontra a realizar uma digressão nacional - com duas incursões a Espanha - a qual terá o seu ponto alto no Coliseu do Porto a 27 de Novembro.

Relembre-se que Camané apresentou “Sempre de Mim” no Coliseu de Lisboa a 16 de Maio com lotação esgotada!

Editado a 21 de Abril, “Sempre de Mim”, o primeiro disco de originais de Camané desde 2001, encontra-se há 23 semanas na tabela dos 30 discos mais vendidos em Portugal.


Datas da digressão de Camané


17 de Outubro – Abrantes – Cine Teatro S. Pedro

18 de Outubro – Barreiro – Auditório Municipal Augusto Cabrita

24 de Outubro – Braga – Theatro Circo

31 de Outubro – Sevilha – Womex 2008 (selecção oficial)– Teatro Lope de Vega

01 de Novembro – Alcochete – Fórum Cultural de Alcochete

08 de Novembro – Chaves – Casino de Chaves

14 de Novembro – Ílhavo – Centro Cultural de Ílhavo

15 de Novembro – Torres Novas – Teatro Virgínia

22 de Novembro – Arcos de Valdevez – Casa das Artes de Arcos de Valdevez

25 de Novembro – Lisboa – Casa Fernando Pessoa

27 de Novembro – Porto – Coliseu

28 de Novembro – Baixa da Banheira – Fórum Cultural José Manuel Figueiredo

06 de Dezembro – Beja – Teatro Pax Júlia

14 e 15 de Dezembro – Portimão – Teatro Municipal

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Inaugura hoje no Casino Estoril a exposição de Manuel Taraio





Inaugura-se hoje, às 22 horas na Galeria de Arte do Casino Estoril uma exposição de pintura de Manuel Taraio, um dos nossos maiores coloristas contemporâneos.

A sua formação de arquitecto paisagista, formado na Escola Superior de Belas Artes de Bordéus e o trato inegavelmente correcto, da sua riquíssima paleta, dentro de uma linha neofigurativa, fizeram dele um dos valores mais seguros da pintura portuguesa.

Esta exposição vai estar patente ao público, todos os dias, das 15 às 24 horas, até 12 de Novembro.






















Nouvelle Vague lançam duplo CD + DVD



Nouvelle Vague lançam duplo CD + DVD

do concerto ao vivo na Aula Magna


Os Nouvelle Vague já conquistaram Portugal e, no seguimento deste sucesso, acabam de lançar o primeiro disco ao vivo oficial da banda no mundo inteiro com a actuação na Aula Magna, em Lisboa, no dia 7 de Dezembro de 2007.
Este CD duplo + DVD tem edição limitada de 2000 unidades e exclusiva para Portugal.
Em palco no espectáculo da Aula Magna estiveram Marc Collin, Olivier Libaux, Gerald Totó, Melanie Pain e Phoebe Tolme, que interpretaram temas como “Love Will Tear Us Apart” de Joy Division, “Dancing With Myself” de Billy Idol, “In a Manner of Speaking” dos Tuxedomoon, “Heart of Glass” dos Blondie, “Sweet Dreams” dos Eurythmics e “Friday Night Saturday Morning” dos The Specials.

Este projecto foi possível não só devido à relação de proximidade que os Nouvelle Vague mantêm com a equipa da editora Symbiose mas também pelo sucesso que têm em Portugal. Desde a primeira visita ao Lux em 2005 que os Nouvelle Vague conquistaram o público português.

A partir daí, e após uma passagem pelo Sudoeste, os espectáculos que deram no Cool Jazz Fest, na Aula Magna, no Teatro Sá da Bandeira ou num after show acústico no Casino de Lisboa estiveram sempre absolutamente esgotados.
O duplo CD + DVD está à venda em exclusivo na FNAC, numa caixa especial que para além dos CD’s e do DVD inclui ainda um booklet de 16 Páginas.


De regresso a Portugal para lançar o terceiro álbum
O lançamento desta edição especial antecede o regresso dos Nouvelle Vague a Portugal para a apresentação, em primeira-mão, do seu terceiro álbum que será editado no início de 2009.

O Campo Pequeno, em Lisboa, no dia 7 de Novembro, e o Teatro Sá da Bandeira, no Porto, no dia 8, vão ser os palcos onde vão desfilar as versões reinventadas de clássicos pop, new wave ou punk.
Estes dois concertos estão já a criar grande expectativa, dado que o grupo anunciou a participação de duas novas vocalistas - Nadeah e Jody Stenberg (vocalista dos Morcheeba) – que se vão juntar aos já conhecidos Melanie e Gerald.


Exposição “Lisboa 1758, O Plano da Baixa Hoje”
Visitas guiadas “Na Baixa com…”


No âmbito da exposição “Lisboa 1758, O Plano da Baixa Hoje”, patente no Páteo da Galé até ao próximo dia 1 de Novembro, realizam-se quatro visitas guiadas, pelos comissários científicos e outros convidados, nos sábados de 11, 18 e 25 de Outubro e 1 de Novembro, pelas 17h00.
No dia 11 de Outubro, a visita é acompanhada pela comissária científica Ana Tostões e por Gonçalo Byrne, e a 18 de Outubro é a vez de Raquel Henriques da Silva e José Sarmento de Matos.

Helena Barreiros e João Vieira Caldas acompanham a visita de 25 de Outubro e no último dia, 1 de Novembro, o comissário Walter Rossa é o anfitrião.
As marcações podem ser efectuadas até às 16h00 da sexta-feira anterior à visita para o endereço conceicao.pinto@cm-lisboa.pt ou através dos telefones 21 798 89 96 e 21 798 85 26.
A exposição “Lisboa 1758, o Plano da Baixa hoje” assinala a passagem dos 250 anos sobre o plano urbanístico elaborado na sequência do terramoto de 1755 e é organizada pela Câmara Municipal e pelo Turismo de Lisboa.


Exposição “Lisboa 1758, O Plano da Baixa Hoje”
Crianças até aos 6 anos: gratuito
Crianças dos 6 aos 12 anos: 1,5 euros
Adultos > 65 anos: 1,5 euros
Estudantes: 1,5 euros
Grupos 10 pessoas: 25 euros
Ao Domingo: entrada gratuita

Debate literário na Byblos.Começa hoje





TERTÚLIA
Byblos 10 Outubro, 18h30
João Aguiar ; Sérgio Luís de Carvalho; Miguel Real (coordenação)

Romance Histórico



As nossas histórias, ou as histórias da nossa História.

Ficção da realidade ou realidade que se conta de forma ficcionada, o romance histórico é um género que cada vez tem mais leitores.

Entre o documento e a criação, entre o passado e o presente, um elo de ligação que apaixona e polemiza.
Este é o tema de abertura da Tertúlia Byblos, que começa nesta sexta-feira, dia 10, com um ciclo coordenado por Miguel Real, cuja primeira sessão conta com a presença dos escritores João Aguiar e Sérgio Luís de Carvalho.

Um autor verdadeiramente consagrado que se junta a uma nova voz literária que muitos consideram um dos mais promissores escritores desta área.

A Tertúlia Byblos, para que todos estão convidados (entrada livre, por inscrição, até ao limite da lotação disponível), tem a coordenação geral de Annabela Rita, envolvendo várias instituições ligadas à escrita e à investigação universitária nos campos literário, cultural e artístico.

Promovendo o diálogo entre diferentes áreas disciplinares através de representantes seus, esta é a tertúlia que queremos efectivamente trazer até à Byblos: temas e obras provocando conversas em encontros que desejam ser um verdadeiro convívio entre escritores, investigadores e público.

Com nomes consagrados da cultura portuguesa, mas também com jovens autores.

Até Julho próximo, a Tertúlia Byblos organizar-se-á como um ciclo feito de módulos temáticos que se interligam, cada um deles apresentado por um coordenador, que convidará um ou mais protagonistas para as diferentes sessões.

Do romance histórico à literatura de viagens, dos mitos fundadores ao futuro da língua portuguesa e à lusofonia.

Em contra-luz relativamente à cultura portuguesa, em ciclos mensais, outras culturas serão convocadas, favorecendo a reflexão e o debate sobre identidade e alteridade.

Dando espaço privilegiado às letras do Brasil, de Angola, Moçambique, entre outros países de expressão lusa, para além de outras literaturas que mereceram programas especiais na Byblos, como os já previstos sobre os autores norte-americanos e franceses.

SOBRE OS PARTICIPANTES

Sérgio Luís de Carvalho nasceu em Lisboa em 1959.

Licenciou-se em História (1981) e é mestre em História Medieval (1988).
Profissionalmente é Director Científico do Museu do Pão.

Publicou os romances “Anno Domini 1348” (Edição C. M. S., 1990; Prémio Literário Ferreira de Castro 1989; finalista do Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia, Cognac 2004 e finalista do Prémio Amphi de literatura Europeia Lille 2005), “As Horas de Monsaraz” (Campo das Letras, 1997), “El-Rei-Pastor” (Campo das Letras, 2000), “Os Rios da Babilónia” (Campo das Letras, 2003) e “Retrato de S. Jerónimo no seu Estúdio” (Campo das Letras, 2006).
Alguns dos seus romances estão traduzidos e publicados em França e Espanha.

É ainda autor de vários livros de investigação histórica e literatura juvenil.



João Aguiar, jornalista e escritor português, nasceu a 28 de Outubro de 1943.

Licenciou-se em jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas, tendo trabalhado no centro de turismo de Portugal em Bruxelas e Amesterdão.

Trabalhou para a RTP (onde iniciou a sua carreira em 1963) e para diversos diários e semanários como o Diário de Notícias, A Luta, Diário Popular, O País e Sábado.
Em 1981, foi nomeado assessor de imprensa do então Ministro da Qualidade de Vida.
Entre as suas obras publicadas, destacam-se: Uma Incursão no Esoterismo Português (1983); AVoz dos Deuses(1984); O Homem Sem Nome (1986); O Trono do Altíssimo (1988); O Canto dos Fantasmas (1990); Os Comedores de Pérolas (1992); A Hora de Sertório (1994); A Encomendação das Almas (1995); O Navegador Solitário (1996); Inês de Portugal (1997); O Dragão de Fumo (1998); A Catedral Verde (2000); Diálogo das Compensadas (2001); Uma Deusa na Bruma (2003); O Sétimo Herói (2004); O Jardim das Delícias (livro) (2005); Lapedo – Uma Criança no Vale (2006).


Miguel Real nasceu em Lisboa, em 1953.

É licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses, pela Universidade Aberta, com uma tese sobre Eduardo Lourenço.

Especialista em cultura portuguesa, Miguel Real é, actualmente, professor de Filosofia e colaborador do Jornal de Letras, onde faz crítica literária.
Da sua obra fazem parte o ensaio, o romance, o teatro e a filosofia.

Recebeu o Prémio Revelação de Ficção da APE/IPLB em 1979 (O Outro e o Mesmo), o Prémio Revelação de Ensaio Literário da APE/IPLB em 1995 (Portugal – Ser e Representação), o Prémio LER/Círculo de Leitores em 2000 (A Visão de Túndalo por Eça de Queirós) e o Prémio Literário Fernando Namora em 2006 (A Voz da Terra).
Entre os livros publicados, destacam-se: Geração de 90 – Romance e Sociedade no Portugal; A Morte em Portugal e A Verdadeira Apologia de Sócrates.

Peter Schmeichel no Discovery Channel


O DISCOVERY CHANNEL APRESENTA
TRABALHO SUJO COM PETER SCHMEICHEL


No segundo episódio, o “gigante” dinamarquês leva-nos até à Polónia

Lembra-se de Peter Schmeichel, o lendário guarda-redes dinamarquês que jogou no Sporting?

Pois bem, a partir deste mês ele volta ao activo, mas agora nos ecrãs do Discovery Channel, onde é o novo apresentador da conhecida série “Trabalho Sujo”, dedicada – como o nome indica – às profissões mais difíceis da Europa.

Nesta nova série de programas, Peter Schmeichel é o guia do Discovery Channel pelos trabalhos e indústrias menos conhecidos da Europa.

Todas as semanas, o famoso ex-futebolista parte à descoberta de um novo lugar e de um novo “trabalho sujo”, juntando-se (literalmente!) a profissionais como taxidermistas, criadores de porcos, limpadores de esgotos ou tratadores de lixo nas suas árduas e pouco invejadas tarefas: das minas de carvão da Polónia à indústria dos curtumes em Itália, esta é uma série que nos mostra as profissões mais "porcas" que alguém pode desempenhar.

Veja como o corajoso Peter lida com os trabalhos mais sujos da Europa…

Ep. 2: Trabalho Sujo com Peter Schmeichel – Polónia
Peter Schmeichel
experimenta os trabalhos mais sujos da Polónia, como a taxidermia, limpar chaminés e trabalhar numa mina de carvão a 850 metros de profundidade.

Estreia: Domingo 12 de Outubro às 20h20

" De Armazém a Museu" uma iniciativa do Museu do Oriente


Dia Mundial da Arquitectura

celebrado no Oriente



O Museu do Oriente assinala o Dia Mundial da Arquitectura, que este ano é dedicado às crianças, com a actividade “De Armazém a Museu”, destinada a pais e filhos, no dia 12 de Outubro, domingo, entre as 11h30 e as 13h00.
Em colaboração com a Ordem dos Arquitectos, a iniciativa consiste numa visita guiada, seguida de oficina, durante a qual se vão descobrir os vários espaços do edifício original no qual está instalado o Museu, e a maneira como foi adaptado a espaço cultural.

Após conhecerem os segredos do Oriente, os participantes serão convidados a construir um museu à sua medida.
O Museu do Oriente ocupa um edifício classificado como Património Municipal, que, outrora, foi utilizado para armazenar, conservar e distribuir bacalhau.


O projecto de requalificação é assinado pelos arquitectos João Luís Carrilho da Graça e Rui Francisco.
O imóvel, de sete pisos, situado junto ao rio, envolve uma área total de 15.692 metros quadrados, apresentando uma escala e volumetria dominantes na zona ribeirinha de Lisboa.
Esta é uma oportunidade única para conhecer as zonas reservadas do Museu do Oriente.



«De Armazém a Museu»
12 de Outubro – Domingo
11h30-13h00
Público-Alvo: 8-12 anos
Preço: 5 euros
Nº participantes: Mínimo 15
Necessária marcação prévia

Mais informações:
www.museudoriente.pt
Serviço Educativo do Museu do Oriente
Telefone: + 351 21 358 52 99
E-mail:
servico.educativo@foriente.pt