segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Livros sobre Eça de Queirós apresentados na Póvoa do Varzim


Dagoberto Carvalho Júnior apresenta duas obras

na Biblioteca Municipal

Na próxima quarta-feira, 15 de Outubro, às 21h30, Dagoberto Carvalho Júnior apresenta duas das suas obras na Biblioteca Municipal.

A Cidadela do Espírito e A Boa Mesa de Eça de Queiroz foram os livros escolhidos para apresentação entre a basta bibliografia que o autor já publicou sobre Eça de Queirós.

A Cidadela do Espírito : considerações sobre a Arte Sacra na Obra de Eça de Queiroz, publicado no Recife, em 1994, revela, segundo o autor, “o espírito místico de Eça, que o realismo como religião de estética literária, tantas vezes, sacrificou ao anticlericalismo de sua geração".

Já com 2ª edição, este livro versa sobre um tema que ainda não fora investigado por nenhum estudioso da obra queirosiana, examinando, no que diz respeito à arte sacra, a presença de símbolos e imagens, a descrição que Eça faz de igrejas e tipos religiosos.

A Boa Mesa de Eça de Queiroz, recentemente publicado pela Editorial Tormes do Recife, resulta da compilação de um ensaio e várias crónicas.

Dagoberto Carvalho Júnior, médico, escritor, historiador e mestre em História pela Universidade Federal de Pernambuco, é um dos maiores cultores de Eça de Queirós no Brasil.

Está ligado à Academia Piauiense de Letras e é Presidente da Sociedade Eça de Queiroz, Recife.

O escritor é também autor de numerosa bibliografia queirosiana, tendo colaborado na edição da obra Completa de Eça de Queiroz, no Dicionário de Eça de Queiroz, no Dicionário Temático da Lusofonia e na Revista Brasileira, edição comemorativa do centenário da morte do escritor promovida pela Academia Brasileira de Letras em 2000.

"Maracaturama"

Novo single de Projecto Fuga
"Maracaturama"
já está nas rádios...


Informações
Let’s Start a Fire

E-mail:
raquellains@letstartafire.com ;www.letstartafire.com

"A narração Oral" e outros contos...

Conferência "A narração Oral" e outros contos...
17 e 18 de Outubro
Casa Municipal da Cultura de Coimbra





Dia 18
CONFERÊNCIA “A Narração Oral” Programa

15h00 A Narração Oral e o Plano Nacional de Leitura
oradora: Helena Faria
15h40 A Tradição Oral
orador: José Craveiro
16h40 Escolher, Preparar e Contar uma história
orador: José Geraldo
Público-alvo: geral
Organização: Câmara Municipal de Coimbra _ CULTURA
Produção: CAMALEÃO – Associação Cultural
Inscrições gratuitas (até 15 Outubro) Telef. 239702630

Dead Combo no Hot Club de Lisboa

Dead Combo
15 de Outubro
Hot Club - Lisboa às 23H00


Próximas datas

1 de Novembro: CAEP, Portalegre
8 de Novembro: Teatro Viriato, Viseu
14 de Novembro: ZDB, Lisboa
19 de Dezembro: Teatro Municipal, Guarda
Informações
www.muspace.com/deadcombo

Let's Start A Fire
Email: raquellains@letstartafire.comSite: www.letstartafire.com
Myspace: www.myspace.com/raquellains

Coimbra recebe a 9ª Festa do Cinema Francês

9ª Festa do Cinema Francês
De 13 e 18 de Outubro
Teatro Académico de Gil Vicente


Dia 13, 21h00
Deux jours à tuer
De Jean Becker [França, 2007, 85`, M/12]
Sessão com a presença do realizador Jean Becker

Antoine (Albert Dupontel), 42 anos, é um publicitário de sucesso com uma vida perfeita. É casado com Cécile (Marie-Josée Croze), de quem tem dois filhos, vive numa boa casa, tem amigos e mantém com os vizinhos uma boa relação. Um dia, o equilíbrio da sua vida perfeita desfaz-se. Adoptando uma atitude de intransigência, começa a questionar tudo o que construiu nos últimos anos – casamento, filhos, profissão, amizades. Perante o espanto daqueles que o rodeiam, destrói, no espaço de uma semana, toda a estrutura da sua vida...
Dia 13, 23h30
Survivre avec les loups

De Véra Belmont [França/ Alemanha/ Bélgica, 2007, 118`, M/12]
Segunda Guerra Mundial. Misha (Mathilde Goffart), uma criança judia de 8 anos, cujos pais foram deportados, abandona a família que a recolheu e parte em busca dos progenitores. Sabe apenas que estes estão algures para Este. Com a ajuda de uma bússola e pelos seus próprios pés, percorre a Bélgica, toda a Alemanha e a Polónia, na esperança de os encontrar. Para sobreviver, evita os homens e a sua violência, junta-se a uma alcateia de lobos e torna-se num deles.
Dia 14, 21h00
Paris

De Cédric Klapisch [França, 2007, 130`, M/12]
Pierre (Romain Duris), um jovem bailarino parisiense, descobre que sofre de uma doença que lhe poderá ser fatal. A perspectiva da morte faz com que valorize a sua vida e a das pessoas com quem se cruza diariamente no seu bairro, seja a sua irmã (Juliette Binoche), os vizinhos ou os comerciantes. Através de um novo olhar, Pierre assiste ao desenrolar das histórias destas pessoas, dos seus problemas, dos seus encontros e das suas emoções...
Dia 14, 23h30
Toi et moi

De Julie Lopes-Curval [França, 2006, 94`, M/12]

Redactora de fotonovelas para a revista “Toi & Moi”, Ariane (Julie Depardieu) inspira-se na sua vida amorosa e na da sua irmã Lena (Marion Cotillard) para compor as suas histórias, ainda que bastante romanceadas.
Na realidade, as suas vidas são muito pouco românticas. Ariane persegue Farid (Tomer Sisley) na esperança de que ele se transforme, miraculosamente, no seu príncipe encantado. E Lena vive entediada a sua relação com François (Eric Berger).
Ambas se debatem num mundo de dúvidas, emoções, desgostos e desejos. Entre o cinzento das suas existências monótonas e o colorido das fotonovelas, conseguirão realmente estas duas irmãs encontrar o verdadeiro amor?
Dia 15, 10h30
La Reine Soleil

De Philippe Leclerc [França/Hungria/Bélgica, 2007, 77`, M/6]

Antigo Egipto, 18ª dinastia. Akhesa é uma princesa linda, impetuosa e rebelde, filha do faraó Akhenaton. Recusando-se a viver confinada ao interior do palácio real, e ignorando a razão pela qual a sua mãe, a Rainha Nefertiti, se encontra exilada, foge com a ajuda do príncipe Thout na esperança de a encontrar. Sem consciência dos perigos de uma viagem destas, Akhesa e Tout navegam pelo Nilo e atravessam as dunas quentes do deserto, tendo como únicas armas a coragem e a inocência...
Dia 15, 21h00
Délice Paloma
De Nadir Moknèche [França, 2007, 134`, M/12]

Precisa de uma licença de construção? Ou de uma rapariga atraente e disponível?
Pelo preço certo, Madame Aldjeria (Biyouna), benfeitora nacional da Argélia, soluciona todos os problemas, realiza todos os sonhos. Para isso conta com a ajuda dos seus recrutas, bonitos e pouco escrupulosos. É justamente uma dessas recrutas, Paloma (Aylin Prandi), que com a sua doçura e sensualidade vai causar grande sensação entre os clientes de Madame Aldjeria, e também no seu filho, Riyade (Daniel Lundh)...
Dia 15 de Outubro, 23h30
Le Tueur

De Cédric Anger [França, 2007, 90`, M/12]

Paris, época de Natal. Léo Zimmerman é um homem de negócios, aparentemente exemplar, que vive sobretudo para a filha. Os investimentos que faz na bolsa, trazem-lhe ganhos avultados, mas sente-se espiado. É um homem stressado que já não sonha. Um dia é visitado no seu escritório por Dimitri Kopas que se apresenta como um cliente normal. Contudo, o empresário percebe que Kopas está ali para o matar. Desvairado pela paranóia e pela ansiedade, Leo Zimmerman decide confrontar o seu executor e propor-lhe um pacto…
Dia 16, 21h00
Le Premier cri
De Gilles de Maistre [França, 2007, 100`, M/12]

Durante um eclipse total do sol pela lua, avistado em todo o mundo, o destino de várias personagens reais cruza-se num momento único e universal: o nascimento de um bebé. Esta é a emocionante e verdadeira história sobre o nosso primeiro grito da vida, aquele que emitimos quando nascemos e que anuncia a nossa chegada ao mundo. Das areias quentes do Sahara às planícies brancas da Sibéria, da beleza sagrada do Ganges ao Japão tradicional, este é um filme com imagens únicas, onde o cenário é a própria Terra. Um contraste de terras, de pessoas e de culturas, na mais bela e insólita das viagens. O nascimento no grande ecrã, visto à escala do planeta.
Dia 16, 23h30
Faut que ça danse!

De Noémie Lvovsky [França/ Suíça, 2007, 100`, M/12]

Na família Bellinsky há o pai, Salomon (Jean-Pierre Marielle), que com 80 anos refuta qualquer intenção de monotonia. Entre as coreografias de Fred Astaire, que ele tanto aprecia, e a busca incessante por uma companheira, vive cada momento com grande energia; A mãe, Geneviéve (Bulle Ogier), que progride no seu processo de infantilização, de acordo com as indicações dadas pelo mentor e companheiro de todas as horas, Mr Mootoosamy (Bakary Sangaré); E Sarah (Valeria Bruni-Tedeschi), a filha, que tem de encontrar o equilíbrio adequado entre um pai que idolatra, mas que também a exaspera, e uma mãe, que há tempos deixou de tentar compreender. Mantém um relacionamento estável com François (Arié Elmaleh), mas fica surpresa ao descobrir que está grávida, pois sempre se julgou estéril. Tem agora a responsabilidade de constituir uma nova família...
Dia 17, 21h00
Les LIP, l'imagination au pouvoir
De Christian Rouaud [França, 2007, 118`, M/12]
A aventura começa a 17 de Abril de 1973, na fábrica de relógios LIP, em Palente, na periferia de Besançon. Outrora uma empresa próspera, a LIP encontrava-se então nas mãos de novos proprietários que apresentavam um plano de despedimentos dramático para os operários como única saída para a empresa. A resistência organizada pelos trabalhadores deu origem a um movimento de luta incrível, que durou vários anos, mobilizou multidões em França e na Europa, multiplicou as acções ilegais sem ceder à tentação da violência, apoiando-se na democracia directa e numa imaginação incandescente! E a prática da auto-gestão afirmou-se como alternativa, utilizando o mote “É possível: nós produzimos, nós vendemos, nós pagamos”.
Dia 17, 23h30
Un baiser s’il vous plaît

De Emmanuel Mouret [França, 2007, 100`, M/12]
De passagem por Nantes apenas uma noite, Emilie (Julie Gayet) conhece Gabriel (Michaël Cohen). Ambos ficam seduzidos um pelo outro, mas cada um tem a sua vida e sabem que nunca mais se verão. Ele gostaria de a beijar, e ela também… mas uma história que lhe contaram sobre um beijo com consequências, impede-a. É então que Emilie conta essa história.
Dia 18, 18h00
Le Deuxième soufflé
De Alain Corneau [França, 2007, 156`, M/12]

Gu (Daniel Auteuil), um perigoso e respeitado gangster francês condenado a prisão perpétua, consegue evadir-se da prisão no final dos anos cinquenta. Perseguido pela polícia, só pensa em fugir para fora do país com Manouche (Mónica Bellucci), a mulher que ama. Para o fazer precisa de dinheiro e aceita entrar num último assalto. Vítima de uma maquinação, acaba por ficar com fama de traidor e vai ter que limpar a sua honra…
Dia 18, 21h00
Le Fils de l'épicier
De Éric Guirado [França, 2007, 96`, M/12]
Quando Antoine (Nicolas Cazalé) propõe a Claire (Clothilde Hesme), sua melhor amiga, emprestar-lhe dinheiro para que ela possa prosseguir os estudos, está muito longe de imaginar onde o levará a sua promessa.
O Verão chegou e o jovem deixa a cidade de Paris para ir ajudar os pais, numa vila rural do sul de França. O pai, merceeiro ambulante, adoeceu e Antoine, embora contrariado, mas com a sua promessa para cumprir, aceita substitui-lo no abastecimento de mercearias aos povoados mais isolados.
Aquilo que começou por ser uma contrariedade transforma-se numa riquíssima (re)descoberta, num retorno à alegria de viver e, quem sabe, ao amor...
Dia 18, 23h30
Promets-moi
De Emir Kusturica [Sérvia/ França, 2007, 126`, M/12]
Tsane (Uros Milovanovic) vive com o avô (Aleksandar Bercek) num povoado, no cimo de uma colina. Juntamente com Bossa (Ljiljana Blagojevic), a vizinha, que é também a professora de Tsane, são os três únicos habitantes daquele lugar. Um dia, o avô revela que poderá estar perto de morrer e antes que isso aconteça o neto deverá cumprir três desejos seus. Para fazer a vontade ao avô, Tsane segue até à cidade mais próxima. Mas enquanto o jovem se debate com a confusão urbana, com redes mafiosas e outros tumultos, o avô descobre, onde menos espera, as delícias do amor...
Preçário
Preço sessão 3,50€
Preço geral (5 sessões) 10,00€
Sessão infantil (dia 15, 10h30) 1,00€ [Entrada Gratuita para grupos escolares]
TODOS OS FILMES SÃO LEGENDADOS EM PORTUGUÊS
Organização
Alliance Française de Coimbra e Instituto Franco – Português de Lisboa
Informações
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República _ 3000-343 Coimbra
Tel.: +351 239 855630 _ Fax: +351 239 855637 E-mail:
teatro@tagv.uc.pt; Url: www.uc.pt/tagv; Blog: http://blogtagv.blogspot.com/
Bilheteira: 17h00-22h00 _ segunda a sábado _ telefone: 239 855 636

António Calvário fala do seu novo trabalho


Dissemos há tempos que António Calvário era um Senhor da nossa música ligeira que se mostrou sempre à altura das circunstâncias apesar de muitas contrariedades e se hoje se fala de clubes de fãs que se saiba o que eram fãs quando o Sr. Calvário andava por perto, histórias há que até a roupa lhe rasgaram! Desta notícia regista-se a declaração de MacDonald: Calvário "é um ícone da cultura pop que, injustamente, tal como outros, foi remetido no universo do nacional-cançonetismo".Vale sempre ouvir António Calvário!


O duplo CD “O melhor de António Calvário”, já editado, reúne temas dos "anos de ouro", os anos 60, do cantor, que está a celebrar 50 anos de carreira, entre eles, "Regresso" e "Oração".
"São temas da década de 1960, que corresponde aos anos de ouro e que foi o arranque da minha carreira. Era a coqueluche e estava em voga", disse à Lusa António Calvário.
O duplo CD, editado pela Valentim de Carvalho/IPlay, reúne 40 canções, algumas em duo com nomes como Simone de Oliveira, Madalena Iglésias, Maria de Lourdes Resende ou Maria Fernanda Soares.
Outras canções são versões de temas estrangeiros como "The rain in Spain", do filme "My fair lady".
"As versões eram garantia de sucesso e muitas vezes fazíamo-las antes de chegarem a Portugal, até para abrir mercado à versão estrangeira", explicou o cantor.
O duplo CD inclui canções de 1960, como "Regresso", de que se inclui a primeira versão gravada com o conjunto de Sivuca, até 1966.
"Esta canção, ‘Regresso’, marcou-me, porque a apresentei num festival da canção da Emissora Nacional e foi um sucesso, tendo-me dado a conhecer ao país inteiro", disse o cantor.
De 1966 o álbum tem canções como “Sou ribatejano” (Jerónimo Bragança/Nóbrega e Sousa) e “Namorados de Domingo” (Francisco Nicholson/Eugénio Pepe).
João Macdonald, que assina o texto que acompanha o duplo CD, referiu à Lusa que a actual edição "esgota o que existe em arquivo de Calvário, na Valentim de Carvalho, relativamente a esta época (1960-1966), tudo gravado pelo Hugo Ribeiro, trazendo para digital pela primeira vez um grande número de temas".
Para Macdonald, Calvário "é um ícone da cultura pop que, injustamente, tal como outros, foi remetido no universo do nacional-cançonetismo".
À Lusa, Calvário definiu-se como um "cantor recreativo" e considerou "sem propósito e maldosa" a qualificação de "nacional-cançonetista".
"Canto em português, sou cançonetista e sou nacional, mais nada, e daí?", interrogou.
Macdonald e Calvário partilham a opinião de que é essencial conhecer o que existiu e dar a conhecer às gerações mais novas os êxitos pop da música portuguesa "de ontem".
António Calvário foi eleito entre 1962 e 1972 cinco vezes Rei da Rádio, título que ainda detém, recordou à Lusa, "pois não voltou a acontecer tal eleição", além de ter sido eleito Rei da TV.
Esta edição discográfica surge a partir da selecção de 34 EP gravados pelo cantor numa altura em que "fazia literalmente parar o trânsito", segundo Macdonald.
"O melhor de António Calvário" integra-se nas comemorações dos seus 50 anos de carreira artística, no âmbito das quais editou em Junho um CD com inéditos, uma autobiografia e realizará dia 25 de Outubro um espectáculo no Teatro Lethes, em Faro.
Hardmusica/Lusa

Os Beach House em Portalegre



Sab. 15 de Novembro – Beach House
«Quina das Beatas» -
Espaço Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 5 €
M/4 anos


Alex Scally e Victoria Legrand conheceram-se através de um amigo mútuo em 2004, tendo formado os Beach House na Primavera de 2005 (o ano chinês do Galo), depois de ambas as partes terem chegado à conclusão que tinham um incomum vínculo musical.
Enquanto passavam tempo juntos a gravar e a tocar, Alex (todo o tipo de cordas) e Victoria (formação em piano e em voz lírica) apreciaram o facto de não namorarem, não serem parentes e não terem crescido juntos.

Quando estas questões lhes são postas por jornalistas, o grupo têm um prazer especial em explicar que de facto não são namorados, não estão relacionados familiarmente, e não, não cresceram juntos…
Estranhamente, ambos eram entidades separadas antes de se conhecerem.

Alex cresceu em Baltimore, enquanto Victoria nasceu em França, de pais americanos, tendo ido viver aos 6 anos de idade para a pitoresca Baltimore, para onde regressou depois de muitos anos de adolescência saltimbanca a viver e viajar pelo mundo.
O par concorda que as suas inspirações musicais são demasiado numerosas para fazer uma lista, mas afortunadamente ambos gostam de ouvir música, e nos últimos tempos o que ouviram foram grupos como os The Zombies, Neil Young, Emitt Rhodes, Dusty Springfield, The Supremes, Nirvana, Earth, Ann Peebles, The Beach Boys, Hank Williams, Ravel, John Cale, Velvet Underground, Elliott Smith, Tony, Caro & John, The Beatles, e Daniel Johnston ,entre outros.
Os Beach House gravaram o seu primeiro álbum em 2006, com o título homónimo de “Beach House”, seguido em 2008 por “Devotion”, um registo igualmente surrealista e oniríco, mas mais maduro. Recentemente têm estado em digressão com artistas como os Grizzly Bear, Arbouretum e Clientele.
Quando não estão em extensas digressões, os Beach House passam o seu tempo com trabalhos em part-time, Alex como carpinteiro e Victoria como empregada de bar…
Em Outubro de 2008 os Beach House publicaram o single “Used to Be”, que mereceu honras de destaque e “streaming” no conceituado site pitchfork.com, e que continua da mesma forma discreta mas coerente, líquida e suave a sua aventura musical, que fazendo parte da linhagem de grupos como os Cocteau Twins, Galaxie 500 e Damon & Naomi, consegue ter no entanto uma identidade própria e uma expressividade temática que merece uma audição atenta e devotada.

Holocausto recordado para não esquecer


Holocausto: a memória do passado em nome do futuro


“Como é possível guardar a memória do passado em nome do futuro?” esta foi uma das muitas questões deixadas no ar na conferência sobre o Holocausto moderada por José Manuel Fernandes (director do Público), que decorreu no passado sábado, na Biblioteca Municipal.
O Presidente da Câmara Municipal, José Macedo Vieira, não pôde deixar de exprimir o seu pensamento perante o genocídio e as tragédias que ameaçam o mundo: “Vivemos num mundo de incertezas e cada vez mais tenho uma única certeza, como afirmou o filósofo grego Sócrates, «Só sei que nada sei»”.

Esther Mucznik, uma das conferencistas convidadas, apresentou razões irrefutáveis para o ensino da Holocausto, desde logo o facto de se tratar de um acontecimento onde foram assassinados cerca de seis milhões de judeus.

“Não podemos abstrair-nos de uma realidade tão trágica e temos de combater o negacionismo” afirmou a investigadora judia consciente de que a única maneira de combater essa negação da realidade é através do debate e do estudo.

“Só através do conhecimento e análise do Holocausto podemos detectar e compreender noutros conflitos algo que caracterizou este massacre”, acrescentou.

Esther Mucznik considera o Holocausto um acontecimento sem precedentes, pois “pela primeira vez, toda uma máquina de Estado colocou-se ao dispor do extermínio de um povo inteiro. Hitler não matou a totalidade dos judeus mas destruiu toda uma cultura e civilização. Hoje, a cultura judaica que existe na Europa é uma cultura morta”, afirmou.

Apesar de Portugal não ter participado na guerra, a presença dos judeus no nosso país faz parte da nossa História e foi-nos claramente relatada por Dora Caeiro, Professora de História, que participou na conferência reflectindo sobre a conduta, ora favorável ora repressiva, dos reis portugueses perante este povo.

Esther Mucznik alertou ainda para a “desumanização do inimigo, único meio para o planeamento do extermínio, que conduz à desumanização dos perpetuadores deste empreendimento sistemático de doze anos de exclusão e discriminação judaica”.

Apesar dos motivos apresentados serem mais que suficientes para justificar o ensino do Holocausto, Esther reconhece que estarmos a 60 anos da tragédia acrescido do facto do sucedido ir contra a religião e valores que nos foram incutidos dificultam a tarefa. “O Holocausto tornou-se um património da Humanidade, pelo lado negativo, claro.”, concluiu a investigadora. Gabriela Fernandes, responsável pela publicação de vários livros sobre o Holocausto, refutou a ideia de Esther afirmando que “há valores que são intemporais” e a realidade que nós queremos saber é terrível”.

A palestrante manifestou a sua constante indagação perante a indiferença com que as pessoas reagiram ao massacre e a passividade face ao genocídio, atitude de insensibilidade perante o outro que actualmente também se verifica em várias dimensões e que ela apelida de “banalidade do mal”.

Um mal que foi, em parte, reconstruído pelo testemunho de Esther Mucznik e Gabriela Fernandes que juntamente com José Manuel Fernandes e Margarida Delgado realizaram uma acção de formação em Israel no Verão passado e se disponibilizaram a transmitir uma fascinante lição sobre a história do Holocausto. Resultado dessa viagem foi também uma exposição intitulada “O Ensino do Holocausto no Século XXI” do Museu Yad Vashem que está patente na Biblioteca Municipal até ao dia 25 deste mês e que retrata o terror vivido pelos judeus desde o momento em que se convertem em cidadãos inferiores, privados de direitos (1933) até à altura em que são vítimas das maiores atrocidades e um terço do seu povo é exterminado (1945).

sábado, 11 de outubro de 2008

Noite de Jazz no Chapitô








LEO DINIZ HOJE NO CHAPITÔ



Camané lança mais um single


NUM MOMENTO EM QUE SE ENCONTRA EM DIGRESSÃO

Camané lança 2º single do aclamado álbum “Sempre de mim”


“Te Juro” é o novo single retirado do aclamado “Sempre de mim”, o último álbum de originais de Camané.

Este tema, é um dos dois inéditos absolutos do lendário compositor de Amália, Alain Oulman, com letra de Pedro Homem de Mello, incluídos em “Sempre de Mim”.

O anúncio do segundo single surge no momento em que Camané se encontra a realizar uma digressão nacional - com duas incursões a Espanha - a qual terá o seu ponto alto no Coliseu do Porto a 27 de Novembro.

Relembre-se que Camané apresentou “Sempre de Mim” no Coliseu de Lisboa a 16 de Maio com lotação esgotada!

Editado a 21 de Abril, “Sempre de Mim”, o primeiro disco de originais de Camané desde 2001, encontra-se há 23 semanas na tabela dos 30 discos mais vendidos em Portugal.


Datas da digressão de Camané


17 de Outubro – Abrantes – Cine Teatro S. Pedro

18 de Outubro – Barreiro – Auditório Municipal Augusto Cabrita

24 de Outubro – Braga – Theatro Circo

31 de Outubro – Sevilha – Womex 2008 (selecção oficial)– Teatro Lope de Vega

01 de Novembro – Alcochete – Fórum Cultural de Alcochete

08 de Novembro – Chaves – Casino de Chaves

14 de Novembro – Ílhavo – Centro Cultural de Ílhavo

15 de Novembro – Torres Novas – Teatro Virgínia

22 de Novembro – Arcos de Valdevez – Casa das Artes de Arcos de Valdevez

25 de Novembro – Lisboa – Casa Fernando Pessoa

27 de Novembro – Porto – Coliseu

28 de Novembro – Baixa da Banheira – Fórum Cultural José Manuel Figueiredo

06 de Dezembro – Beja – Teatro Pax Júlia

14 e 15 de Dezembro – Portimão – Teatro Municipal

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Inaugura hoje no Casino Estoril a exposição de Manuel Taraio





Inaugura-se hoje, às 22 horas na Galeria de Arte do Casino Estoril uma exposição de pintura de Manuel Taraio, um dos nossos maiores coloristas contemporâneos.

A sua formação de arquitecto paisagista, formado na Escola Superior de Belas Artes de Bordéus e o trato inegavelmente correcto, da sua riquíssima paleta, dentro de uma linha neofigurativa, fizeram dele um dos valores mais seguros da pintura portuguesa.

Esta exposição vai estar patente ao público, todos os dias, das 15 às 24 horas, até 12 de Novembro.






















Nouvelle Vague lançam duplo CD + DVD



Nouvelle Vague lançam duplo CD + DVD

do concerto ao vivo na Aula Magna


Os Nouvelle Vague já conquistaram Portugal e, no seguimento deste sucesso, acabam de lançar o primeiro disco ao vivo oficial da banda no mundo inteiro com a actuação na Aula Magna, em Lisboa, no dia 7 de Dezembro de 2007.
Este CD duplo + DVD tem edição limitada de 2000 unidades e exclusiva para Portugal.
Em palco no espectáculo da Aula Magna estiveram Marc Collin, Olivier Libaux, Gerald Totó, Melanie Pain e Phoebe Tolme, que interpretaram temas como “Love Will Tear Us Apart” de Joy Division, “Dancing With Myself” de Billy Idol, “In a Manner of Speaking” dos Tuxedomoon, “Heart of Glass” dos Blondie, “Sweet Dreams” dos Eurythmics e “Friday Night Saturday Morning” dos The Specials.

Este projecto foi possível não só devido à relação de proximidade que os Nouvelle Vague mantêm com a equipa da editora Symbiose mas também pelo sucesso que têm em Portugal. Desde a primeira visita ao Lux em 2005 que os Nouvelle Vague conquistaram o público português.

A partir daí, e após uma passagem pelo Sudoeste, os espectáculos que deram no Cool Jazz Fest, na Aula Magna, no Teatro Sá da Bandeira ou num after show acústico no Casino de Lisboa estiveram sempre absolutamente esgotados.
O duplo CD + DVD está à venda em exclusivo na FNAC, numa caixa especial que para além dos CD’s e do DVD inclui ainda um booklet de 16 Páginas.


De regresso a Portugal para lançar o terceiro álbum
O lançamento desta edição especial antecede o regresso dos Nouvelle Vague a Portugal para a apresentação, em primeira-mão, do seu terceiro álbum que será editado no início de 2009.

O Campo Pequeno, em Lisboa, no dia 7 de Novembro, e o Teatro Sá da Bandeira, no Porto, no dia 8, vão ser os palcos onde vão desfilar as versões reinventadas de clássicos pop, new wave ou punk.
Estes dois concertos estão já a criar grande expectativa, dado que o grupo anunciou a participação de duas novas vocalistas - Nadeah e Jody Stenberg (vocalista dos Morcheeba) – que se vão juntar aos já conhecidos Melanie e Gerald.


Exposição “Lisboa 1758, O Plano da Baixa Hoje”
Visitas guiadas “Na Baixa com…”


No âmbito da exposição “Lisboa 1758, O Plano da Baixa Hoje”, patente no Páteo da Galé até ao próximo dia 1 de Novembro, realizam-se quatro visitas guiadas, pelos comissários científicos e outros convidados, nos sábados de 11, 18 e 25 de Outubro e 1 de Novembro, pelas 17h00.
No dia 11 de Outubro, a visita é acompanhada pela comissária científica Ana Tostões e por Gonçalo Byrne, e a 18 de Outubro é a vez de Raquel Henriques da Silva e José Sarmento de Matos.

Helena Barreiros e João Vieira Caldas acompanham a visita de 25 de Outubro e no último dia, 1 de Novembro, o comissário Walter Rossa é o anfitrião.
As marcações podem ser efectuadas até às 16h00 da sexta-feira anterior à visita para o endereço conceicao.pinto@cm-lisboa.pt ou através dos telefones 21 798 89 96 e 21 798 85 26.
A exposição “Lisboa 1758, o Plano da Baixa hoje” assinala a passagem dos 250 anos sobre o plano urbanístico elaborado na sequência do terramoto de 1755 e é organizada pela Câmara Municipal e pelo Turismo de Lisboa.


Exposição “Lisboa 1758, O Plano da Baixa Hoje”
Crianças até aos 6 anos: gratuito
Crianças dos 6 aos 12 anos: 1,5 euros
Adultos > 65 anos: 1,5 euros
Estudantes: 1,5 euros
Grupos 10 pessoas: 25 euros
Ao Domingo: entrada gratuita

Debate literário na Byblos.Começa hoje





TERTÚLIA
Byblos 10 Outubro, 18h30
João Aguiar ; Sérgio Luís de Carvalho; Miguel Real (coordenação)

Romance Histórico



As nossas histórias, ou as histórias da nossa História.

Ficção da realidade ou realidade que se conta de forma ficcionada, o romance histórico é um género que cada vez tem mais leitores.

Entre o documento e a criação, entre o passado e o presente, um elo de ligação que apaixona e polemiza.
Este é o tema de abertura da Tertúlia Byblos, que começa nesta sexta-feira, dia 10, com um ciclo coordenado por Miguel Real, cuja primeira sessão conta com a presença dos escritores João Aguiar e Sérgio Luís de Carvalho.

Um autor verdadeiramente consagrado que se junta a uma nova voz literária que muitos consideram um dos mais promissores escritores desta área.

A Tertúlia Byblos, para que todos estão convidados (entrada livre, por inscrição, até ao limite da lotação disponível), tem a coordenação geral de Annabela Rita, envolvendo várias instituições ligadas à escrita e à investigação universitária nos campos literário, cultural e artístico.

Promovendo o diálogo entre diferentes áreas disciplinares através de representantes seus, esta é a tertúlia que queremos efectivamente trazer até à Byblos: temas e obras provocando conversas em encontros que desejam ser um verdadeiro convívio entre escritores, investigadores e público.

Com nomes consagrados da cultura portuguesa, mas também com jovens autores.

Até Julho próximo, a Tertúlia Byblos organizar-se-á como um ciclo feito de módulos temáticos que se interligam, cada um deles apresentado por um coordenador, que convidará um ou mais protagonistas para as diferentes sessões.

Do romance histórico à literatura de viagens, dos mitos fundadores ao futuro da língua portuguesa e à lusofonia.

Em contra-luz relativamente à cultura portuguesa, em ciclos mensais, outras culturas serão convocadas, favorecendo a reflexão e o debate sobre identidade e alteridade.

Dando espaço privilegiado às letras do Brasil, de Angola, Moçambique, entre outros países de expressão lusa, para além de outras literaturas que mereceram programas especiais na Byblos, como os já previstos sobre os autores norte-americanos e franceses.

SOBRE OS PARTICIPANTES

Sérgio Luís de Carvalho nasceu em Lisboa em 1959.

Licenciou-se em História (1981) e é mestre em História Medieval (1988).
Profissionalmente é Director Científico do Museu do Pão.

Publicou os romances “Anno Domini 1348” (Edição C. M. S., 1990; Prémio Literário Ferreira de Castro 1989; finalista do Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia, Cognac 2004 e finalista do Prémio Amphi de literatura Europeia Lille 2005), “As Horas de Monsaraz” (Campo das Letras, 1997), “El-Rei-Pastor” (Campo das Letras, 2000), “Os Rios da Babilónia” (Campo das Letras, 2003) e “Retrato de S. Jerónimo no seu Estúdio” (Campo das Letras, 2006).
Alguns dos seus romances estão traduzidos e publicados em França e Espanha.

É ainda autor de vários livros de investigação histórica e literatura juvenil.



João Aguiar, jornalista e escritor português, nasceu a 28 de Outubro de 1943.

Licenciou-se em jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas, tendo trabalhado no centro de turismo de Portugal em Bruxelas e Amesterdão.

Trabalhou para a RTP (onde iniciou a sua carreira em 1963) e para diversos diários e semanários como o Diário de Notícias, A Luta, Diário Popular, O País e Sábado.
Em 1981, foi nomeado assessor de imprensa do então Ministro da Qualidade de Vida.
Entre as suas obras publicadas, destacam-se: Uma Incursão no Esoterismo Português (1983); AVoz dos Deuses(1984); O Homem Sem Nome (1986); O Trono do Altíssimo (1988); O Canto dos Fantasmas (1990); Os Comedores de Pérolas (1992); A Hora de Sertório (1994); A Encomendação das Almas (1995); O Navegador Solitário (1996); Inês de Portugal (1997); O Dragão de Fumo (1998); A Catedral Verde (2000); Diálogo das Compensadas (2001); Uma Deusa na Bruma (2003); O Sétimo Herói (2004); O Jardim das Delícias (livro) (2005); Lapedo – Uma Criança no Vale (2006).


Miguel Real nasceu em Lisboa, em 1953.

É licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses, pela Universidade Aberta, com uma tese sobre Eduardo Lourenço.

Especialista em cultura portuguesa, Miguel Real é, actualmente, professor de Filosofia e colaborador do Jornal de Letras, onde faz crítica literária.
Da sua obra fazem parte o ensaio, o romance, o teatro e a filosofia.

Recebeu o Prémio Revelação de Ficção da APE/IPLB em 1979 (O Outro e o Mesmo), o Prémio Revelação de Ensaio Literário da APE/IPLB em 1995 (Portugal – Ser e Representação), o Prémio LER/Círculo de Leitores em 2000 (A Visão de Túndalo por Eça de Queirós) e o Prémio Literário Fernando Namora em 2006 (A Voz da Terra).
Entre os livros publicados, destacam-se: Geração de 90 – Romance e Sociedade no Portugal; A Morte em Portugal e A Verdadeira Apologia de Sócrates.

Peter Schmeichel no Discovery Channel


O DISCOVERY CHANNEL APRESENTA
TRABALHO SUJO COM PETER SCHMEICHEL


No segundo episódio, o “gigante” dinamarquês leva-nos até à Polónia

Lembra-se de Peter Schmeichel, o lendário guarda-redes dinamarquês que jogou no Sporting?

Pois bem, a partir deste mês ele volta ao activo, mas agora nos ecrãs do Discovery Channel, onde é o novo apresentador da conhecida série “Trabalho Sujo”, dedicada – como o nome indica – às profissões mais difíceis da Europa.

Nesta nova série de programas, Peter Schmeichel é o guia do Discovery Channel pelos trabalhos e indústrias menos conhecidos da Europa.

Todas as semanas, o famoso ex-futebolista parte à descoberta de um novo lugar e de um novo “trabalho sujo”, juntando-se (literalmente!) a profissionais como taxidermistas, criadores de porcos, limpadores de esgotos ou tratadores de lixo nas suas árduas e pouco invejadas tarefas: das minas de carvão da Polónia à indústria dos curtumes em Itália, esta é uma série que nos mostra as profissões mais "porcas" que alguém pode desempenhar.

Veja como o corajoso Peter lida com os trabalhos mais sujos da Europa…

Ep. 2: Trabalho Sujo com Peter Schmeichel – Polónia
Peter Schmeichel
experimenta os trabalhos mais sujos da Polónia, como a taxidermia, limpar chaminés e trabalhar numa mina de carvão a 850 metros de profundidade.

Estreia: Domingo 12 de Outubro às 20h20

" De Armazém a Museu" uma iniciativa do Museu do Oriente


Dia Mundial da Arquitectura

celebrado no Oriente



O Museu do Oriente assinala o Dia Mundial da Arquitectura, que este ano é dedicado às crianças, com a actividade “De Armazém a Museu”, destinada a pais e filhos, no dia 12 de Outubro, domingo, entre as 11h30 e as 13h00.
Em colaboração com a Ordem dos Arquitectos, a iniciativa consiste numa visita guiada, seguida de oficina, durante a qual se vão descobrir os vários espaços do edifício original no qual está instalado o Museu, e a maneira como foi adaptado a espaço cultural.

Após conhecerem os segredos do Oriente, os participantes serão convidados a construir um museu à sua medida.
O Museu do Oriente ocupa um edifício classificado como Património Municipal, que, outrora, foi utilizado para armazenar, conservar e distribuir bacalhau.


O projecto de requalificação é assinado pelos arquitectos João Luís Carrilho da Graça e Rui Francisco.
O imóvel, de sete pisos, situado junto ao rio, envolve uma área total de 15.692 metros quadrados, apresentando uma escala e volumetria dominantes na zona ribeirinha de Lisboa.
Esta é uma oportunidade única para conhecer as zonas reservadas do Museu do Oriente.



«De Armazém a Museu»
12 de Outubro – Domingo
11h30-13h00
Público-Alvo: 8-12 anos
Preço: 5 euros
Nº participantes: Mínimo 15
Necessária marcação prévia

Mais informações:
www.museudoriente.pt
Serviço Educativo do Museu do Oriente
Telefone: + 351 21 358 52 99
E-mail:
servico.educativo@foriente.pt

A CP informa sobre Serviço Extraordinário


Avisos CP

Serviço Intercidades paragem extraordinária na

estação de Caxarias 12 e 13/10/08


Informamos os nossos Clientes que para além da actual Oferta, por motivo da Peregrinação do 13 de Outubro ao Santuário de Fátima efectuarão paragem extraordinária nos dias 12 e 13 de Outubro (Domingo e Segunda-Feira) na Estação de Caxarias, os seguintes comboios de Serviço Intercidades:


Dia 12 de Outubro (Domingo)


Sentido Lisboa/Caxarias/Porto: às 12h50 (IC 525)às 16h50 (IC 527)

Sentido Porto/Caxarias/Lisboa: às 12h40 (IC 522)às 16h39 (IC 526)


Dia 13 de Outubro (2ª Feira)


Sentido Lisboa/Caxarias/Porto: às 12h50 (IC 525)às 16h50 (IC 527)

Sentido Porto/Caxarias/Lisboa às 16h39 (IC 526)


Para ligações de Autocarro entre a estação de Caxarias e o Santuário de Fátima, deve consular a Rodoviária do Tejo www.rodotejo.pt.

Para mais informações queira consultar o Call Center 808 208 208.



" Amália, o Filme " estreia em Dezembro


Depois de Saura que sem escrúpulos maltratou o nosso Fado e não deu o justo e merecido destaque a Amália, figura maior do Fado e da Música Portuguesa, Europeia e Mundial; surge agora o filme que com liberdade criativa e apesar das já anunciadas críticas da família e silêncio da Fundação Amália, irá retratar a nossa principal artista.

Para já as parecenças entre a actriz e a fadista são absolutamente incríveis, resta ver a história, mas no filme além da cantadeira estará também a mulher... Amália era uma mulher e por o ser tão mulher soube tão bem interpretar os mais variados sentimentos.

A longa-metragem de Carlos Coelho da Silva "Amália, o Filme" estreia dia 04 de Dezembro em diversas salas do país.

"A partir da primeira quinta-feira de Dezembro, ‘Amália, o Filme’ estará em exibição em todo o país, para que os portugueses possam conhecer a face oculta da vida de um dos ícones do século XX português", lê-se num comunicado à imprensa.
O filme, co-produzido pela Valentim de Carvalho Filmes e pela RTP, é protagonizado pela estreante Sandra Barata Belo, 29 anos, que encarna Amália Rodrigues.
Da fadista, Sandra Barata Belo estudou os gestos, o comportamento, a cadência do canto e da fala, descobriu-lhe a timidez e a insegurança e as variações entre a alegria e a tristeza nos anos que o filme abrange, entre 1950 e 1980.
A actriz leu ainda biografias, recortes de imprensa e testemunhos escritos, viu filmes e documentários e falou com Estrela Carvas que foi secretária e confidente de Amália.

Sandra Barata Belo lidera um elenco de 45 actores, entre os quais Carla Chambel, no papel de Celeste Rodrigues, Leonor Seixas, Betinha, outra das irmãs de Amália, e António Pedro Cerdeira, como o banqueiro Ricardo Espírito Santo.
Ana Padrão (mãe de Amália), Ricardo Carriço (César Seabra, o último marido de Amália), João Didelet (José Carlos Ary dos Santos), Ricardo Pereira e Susana Mendes são outros nomes do elenco.

Ao Domingo o Terreiro do Paço é do Povo


“Aos Domingos o Terreiro do Paço é das Pessoas”Domingo, 12 de Outubro de 2008

Como habitualmente, a Câmara Municipal de Lisboa leva a efeito no próximo Domingo, dia 12 de Outubro, a iniciativa "Aos Domingos o Terreiro do Paço é das Pessoas".

Destaque para o programa Lisboa a Dançar, com aula aberta de danças de salão.


P R O G R A M A


ACTIVIDADES DE ANIMAÇÃO

10:00 – 17:00 FUTEBOL DE RUADa responsabilidade do Departamento de Desporto – CML Placa Central Z

10:30 XIX PASSEIO DE CICLOTURISMO DE SANTA ISABEL Av. Infante D. Henrique S

15:00 – 16:30 LISBOA A DANÇAR Aula aberta de Danças de Salão Placa Central U

17:00 – 18:00 ORQUESTRA LIGEIRA DA CARRIS Placa Central U

OUTRAS ACTIVIDADES

11:00 – 19:00 EXPOSIÇÃO “LISBOA 1758, O PLANO DA BAIXA HOJE”Aberto ao público todos os diasEntrada livre aos DomingosOrganização: Câmara Municipal de Lisboa Páteo da Galé A

11:00 VISITA GUIADA À CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Por Técnicos do Departamento de Apoio aos Órgãos do Município -CML Paços do ConcelhoLargo do Município C

11:00 – 19:00 LIVRARIADa responsabilidade da Ler Devagar Páteo da Galé A

10:00 – 17:00 BIBLIOTECA MUNICIPAL ITINERANTE

Espaço de Leitura Da responsabilidade da Divisão de Gestão de Bibliotecas – CML Placa central T

EXPOSIÇÃO “ARQUIPÉLAGO DA INSÓNIA”Citações da última obra de António Lobo AntunesIniciativa das Publicações Dom Quixote

MUPIS - Arcadas Ala poente X

EXPOSIÇÂO “METAMORFOSE”FotografiaDe Renato Monteiro Galeria de Exposições do Ministério das Finanças Arcadas Ala nascente P

JOGOS DE MESA E TRADICIONAIS PORTUGUESESDa responsabilidade do Departamento de Desporto – CML Arcadas Ala poente L

ESPAÇO JUSTIÇA – acesso a informação sobre o MinistérioMinistério da Justiça Arcadas Arco da R. Augusta G

DIVULGAÇÃO E PROVA DE VINHOS NACIONAIS VINIPORTUGAL Arcadas Ala poente Y COLECCIONISMO ArcadasArco da R. AugustaF

ARTESANATO URBANO ArcadasArco da R. AugustaM

PIPOCAS, FARTURAS E OUTRAS GULODICES Diversos pontos de venda Placa Central E


NOTA: TRÂNSITO ENCERRADO DAS 10H00 ÀS 17H00

Miguel Vieira abre 31ª Moda Lisboa - Estoril

O 31ª edição de Moda Lisboa foi inaugurado com o desfile de Miguel Vieira, seguindo-se Alexandra Moura e Lidija Kolovrat, tendo sido o desfile de José Manuel Gonçalves e Manuel Alves numa passerelle exterior ao recinto do Moda Lisboa.

Miguel Vieira destina a sua coilecção a pessoas que gostam de viajar, de se distinguirem no meio da “multidão”. Que valorizam os pormenores das peças. Que preferem a qualidade. Que são exigentes nas matérias-primas. Que procuram em toda a linha que apresentamos a coerência das criações, começando pelo vestuário, passado por todos os acessórios até ao underwear.

Para a Mulher, forma ampulheta, saias e vestidos acima do joelho. Sobreposição de tecidos. Look minimalista esconde os pormenores minuciosos de modelação.

Para o Homem dualidade entre o extra large e o justo. Os fatos de construção baseados na alfaiataria tradicional feita à mão. Pormenores de acabamentos, tais como forros personalizados que tem como objectivo surpreender quem os veste.Linhas cintadas, tanto para eles como para elas.

As cores predominantes da coleção são o Preto - Jet Black; Branco - Bright white; Ouro - Gold Mirror.O branco e o preto que se misturam com ouro em pequenas doses dando um toque de glamour.

Os materias usados são a Seda; algodão mercerizado; lãs frias; organzas; rendas; chiffons plissados; vinil; pele de verniz, tecidos cintilantes e cetim sedoso.



A colecção de Verão 09 de Alexandra Moura baseia-se no trabalho e obra do criador Wolf Vostell. É um trabalho conceptual que se integra na natureza, na óptica do artista, onde são trabalhadas as diferentes técnicas de expressão artística, nomeadamente a “Dé-coll/age” e também no movimento cultural “Fluxos”.
O despropósito desejado, a elaboração de histórias levadas ao limite, a inspiração nos absurdos da vida quotidiana, do caos do mundo, e outros temas relevantes são o mote do trabalho do criador, bem como desta colecção.
Vostell será, ao primeiro contacto, um ser da cultura urbana, mas a sua acção sobre o território abana as estruturas de uma estabilidade afinal falsa. Transportando assim, para o espaço público, as coisas encobertas e velhos objectos encantatórios…

A silhueta será trabalhada ao nível da forma, dos volumes, das sobreposições e dos encaixes/colagens que nos remete para a técnica Dé-coll/age de Vostell. A silhueta é curta, arredondada, fluida, leve e estruturada, contextualizada num passeio do rural ao urbano.

As cores predominantes são o beije e o preto.

Os materiais usados nesta coleção são o Algodão, jersey, malha e seda com acabamentos tecnológicos.



A coleção de Lidja Kolovrat é subtilmente “nuanceada” e refina/apura as qualidades sedutoras masculinas. O rigor natural e dureza do quadro masculino são alterados pela fluidez da embalagem envolvida no movimento. Do mesmo quadro se define a linha masculina quando é naturalmente justa e precisa.
O escaravelho oferece/dá uma explicação do óbvio dimorfismo sexual com armas anatómicas usadas para lutar, e se a luta está perdida morrem (brutalmente) sem acasalar.


O que podes voar? Atitude de abelha. As cores são leves sobre o conflito do branco, em preto essencial sublinhado com malas e outros acessórios essenciais para a vida BUG MAN.