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Francisco Menezes estreia “FM Stereo”
no Arena Lounge do Casino Lisboa
A música e a comédia constituem o mote para Francisco Menezes estrear o espectáculo “FM Stereo” no Arena Lounge, no próximo dia 25 de Julho.
Numa proposta original, o humorista desafia, desta vez, um conjunto de músicos para o acompanharem na interpretação de grandes composições internacionais, que perduram na memória do público.
Num registo diferente, Francisco Menezes propõe cerca de uma hora de pura diversão, onde prevalece a música pautada com tons de humor.
O artista recupera os melhores temas de nomes consagrados como Sting, U2, Bee Gees, Madonna, Rolling Stones, Michael Jackson, Abba ou Elvis Presley.
Com um notável sentido de improviso, Francisco Menezes distingue-se pela sua acutilante vertente humorística, que se reflecte quando desempenha, a solo, diferentes números de representação, nomeadamente, “sketchs”, imitações ou, neste caso, interpretações musicais.
Note-se que Francisco Menezes protagonizou já vários espectáculos de “stand up-comedy” no Arena Lounge, exprimindo a sua versatilidade artística quando actua ao vivo.
Com entrada gratuita no Arena Lounge, Francisco Menezes apresenta “FM Stereo” de 25 de Julho a 6 de Setembro.
O humorista assegura renovadas actuações às Sextas-Feiras e aos Sábados, pouco depois da meia-noite.
Sylvie C estreia projecto musical no Arena Longe do Casino Lisboa
Em estreia absoluta no Casino Lisboa, Sylvie C apresenta, um novo projecto musical, que identifica como sendo “pop poético-rock”.
Acompanhada por uma banda cosmopolita, a conhecida intérprete francesa inicia, a 27 de Julho, um inovador ciclo de actuações no espaço vanguardista do Arena Lounge.
“É uma nova experiência musical”, diz Sylvie C que se distinguiu, nos últimos anos, por interpretações bem diferentes, nomeadamente, na área da “chanson française”.
Desta vez “são actuações abertas e mais soltas, nas quais apresento um conjunto de temas originais e, por vezes, uma versão de “Frágil”, de Jorge Palma”, explica Sylvie C. Inspirada no pop poético-rock, Sylvie C propõe canções com temáticas poético-eróticas apresentadas, aliás, em versões trilingues.
Por outro lado, o poder da palavra é sublinhado pelo trabalho multimédia do VJ André Mathez, cujas projecções em tempo real, no ecrã gigante do Arena Lounge, evidenciam a expressividade do rosto e corpo da cantora, numa verdadeira encenação sonora pensada para seduzir o público. São orquestrações requintadas que vivem da harmonia entre os poderosos balanços rítmicos e os solos oníricos, resultando numa música carnal, sempre interpretada de maneira ardente e com abandono, marcada pelo desejo de tocar o corpo e dar emoções. Sylvie C será secundada por um conjunto de músicos de diversas nacionalidades.
Em palco estarão o italiano Enzo d’Aversa, no teclado, o espanhol Jaume Pradas, na bateria e percussão, a moldava Mariana Anton, no violino, e os portugueses Marco Reis e Nuno Oliveira, respectivamente, na guitarra eléctrica e baixo eléctrico/contrabaixo.
Radicada em Portugal, desde 1989, Sylvie C participou já em importantes projectos de Michel, Anamar, Jorge Palma, Trio Lusíada e Armando Gama.
Paralelamente, às incursões pela “chanson française”, a versátil artista distinguiu-se, também, nas variantes do jazz e da bossa nova, tendo assinado, aliás, notáveis actuações no Casino Estoril. Com entrada gratuita no Arena Lounge, Sylvie C protagoniza um ciclo de actuações de 27 de Julho a 2 de Setembro.
A intérprete sobe ao palco aos Domingos, Segundas e Terças-Feiras, pouco depois da meia-noite.
Os bilhetes para a ópera-rock já se encontram à venda para o espectáculo que estreia dia 1 de Agosto no Arena Portimão, com sesões diárias pelas 22h00 até ao final do mês.
A mega-produção tem direcção artística de Filipe La Féria, produção e direcção musical de Telmo Lopes e coreografia de Inna Lisniak.
O enredo, que narra a vida de Cristo através dos olhos de Judas, conta com as interpretações de Anabela no papel de “Maria Madalena”, contracenando com David Ventura na figura de “Jesus Cristo” e Pedro Bargado na de “Judas Iscariotes”. O elenco tem no total 58 representantes, entre actores, cantores, bailarinos e músicos.
Inspirado na maior história de todos os tempos, Jesus Cristo Superstar mantém-se relevante e intemporal, tal como quando subiu, pela primeira vez, ao palco, identificando-se com as grandes audiências actuais.
Jesus Cristo Superstar
· De 1 a 31 de Agosto · 22h00 · Portimão Arena – Parque de Feiras e Exposições – Portimão · Público-alvo: Para maiores de 6 anos · Preços: Cadeiras de Orquestra 30 euros 1.ª Plateia 25 euros 2.ª Plateia 20 euros Bancada 15 euros
Grupos iguais ou superiores a 25: 20 por cento de desconto + dois convites Grupos iguais ou superiores a 50: 30 por cento de desconto + dois convites Crianças até aos 12 anos - 50 por cento de desconto Cartão Jovem - 20 por cento de desconto Séniores (+65 anos) - 20 por cento de desconto
· Elenco Anabela – “Maria Madalena” David Ventura – “Jesus de Nazaré” Pedro Bargado – “Judas Iscariotes”
· Ficha Técnica
Libreto – Tim Rice Música – Andrew Lloyd Web
Direcção Artística, Adaptação, Encenação e Cenografia – Filipe La Féria Produção e Direcção Musical – Telmo Lopes Coreografia – Inna Lisniak
Os bilhetes podem ser reservados, das 10h00 às 22h00, através de:
Fax: (+351) 282 411 320 Telefones: (+351) 282 414 333 / (+351) 282 414 482 / (+351) 282 432 417 Telemóveis: (+351) 922 168 259 / (+351) 922 164 360 E-mail: jcs.portimao@gmail.com E a partir de dia 21 de Julho, adquiridos nos seguintes locais:
· www.plateia.iol.pt · www.ticketline.pt · Lojas Fnac de todo o país · Bilheteiras do Portimão Arena – Parque de Feiras e Exposições – Portimão
Uma das artes mais antigas de comunicar cultura invade a cidade de Portimão
A Alameda da Praça da República e a Zona Ribeirinha de Portimão vão ser os palcos do Festival de Teatro de Rua, uma iniciativa da Câmara Municipal de Portimão que vai proporcionar um conjunto diversificado de espectáculos e surpreender quem passar por estas zonas da cidade.
No dia 23 de Julho, o festival tem com o seguinte alinhamento:“E agora Senhor Gilberto?” pelo Teatro Joana (17h00); “Brinquedos Geringonças” pelo ARTELIER? (18h00); “Sungnatidae - o cavalo marinho” (19h00) e “Face Invaders”(21h00). Às 22h30, na Zona Ribeirinha, o Teatro do Mar apresenta “Nusquam”, que terá uma segunda exibição no dia seguinte, à mesma hora e no mesmo local.
No dia 24 de Julho e último dia do teatro de rua tem início às 17h00 com “O Português voador” pelo ARTELIER?, seguindo-se “O Pássaro” (19h00); Face Invaders (20h00) e “Apagão – O fascínio da Luz Negra” (21h30).
Para além da realização dos espectáculos mencionados, o evento inclui a exibição de homens estátua, com destaque para António Gomes o “Staticman” que, em 1988, bateu o recorde do Guinness de imobilidade, com mais de 15 horas.
V FESTIVAL DE DANÇA DO ALGARVE ATÉ DIA 31 DE JULHO
O Festival Internacional de Dança decorre em Faro (Portugal) e em localidades próximas da cidade, durante a segunda quinzena do mês de Julho. Este evento internacional procura divulgar diferentes vertentes da Dança, promovendo a partilha de experiências diversificadas entre os bailarinos participantes.
A organização do evento está a cargo da BCC – Beliaev Centro Cultural, associação cultural sem fins lucrativos, com o apoio da Câmara Municipal e outras instituições públicas da região de Algarve, e também com o patrocínio de empresas locais.
Ecopilhas distribui 5.000 mini-pilhões nas Festas do Concelho de Loures
A Ecopilhas – Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores vai oferecer 5.000 mini-pilhões aos milhares de pessoas esperadas a partir de amanhã nas Festas do Concelho de Loures, que decorrem até dia 26 de Julho. «Com esta associação às Festas do Concelho de Loures, a Ecopilhas pode estar mais próximo de um vasto público junto do qual será possível reforçar a importância de se reciclar resíduos como sejam os de pilhas e baterias ou acumuladores», declara Eurico Cordeiro, Director-Geral da Ecopilhas. «Queremos demonstrar que o acto de reciclagem está ao alcance de qualquer um de nós e que é um gesto simples que todos devemos adoptar no dia-a-dia», frisa. Cada um dos cerca de 5.000 mini-pilhões que começam a ser distribuídos amanhã nas Festas do Concelho de Loures tem capacidade para receber aproximadamente 70 pilhas – pelo que, potencialmente, podem ser recolhidas 350.000 pilhas. As Festas do Concelho de Loures, que decorrem entre 18 e 26 de Julho na cidade de Loures, englobam diversas iniciativas, tais como espectáculos, o Festival do Caracol Saloio, Arte Loures, Mostra Sénior, insufláveis, Feira do Oculto e da Magia, Espaço da Juventude e o Espaço “Solidariedade e Ambiente”. O recinto está dividido por vários espaços: Pavilhão Paz e Amizade e zona envolvente, no Largo 4 de Outubro e Parque da Cidade.
Tratar as Pilhas para Proteger o Ambiente! Sobre a Ecopilhas
A Ecopilhas, Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, é uma empresa sem fins lucrativos constituída pelos principais Produtores e Importadores de Pilhas e Acumuladores que operam no mercado português.
Tem como função principal assegurar o funcionamento do SIPAU (Sistema Integrado de Pilhas e Acumuladores Usados), gerindo um conjunto de operações que asseguram a recolha selectiva, armazenagem temporária, triagem e reciclagem das pilhas e acumuladores usados.
A Autoridade de Turismo da Tailândia, a Embaixada da Tailândia em Portugal, o Restaurante Sete Pecados by Siam Square e a Livraria Byblos apresentam a cultura tailandesa em sete sabores numa iniciativa que se realiza amanhã, quarta-feira, dia 23 de Julho, às 18 horas e 30 minutos, na Livraria Byblos das Amoreiras, em Lisboa.
Os “Sete Sabores Tailandeses” vão contar com demonstrações de carving, isto é, a arte de esculpir flores, frutas e legumes com requinte e precisão, seguidas de um cocktail tailandês a cargo do restaurante Sete Pecados, para além de música, danças e imagens promocionais ao destino Tailândia, que pretendem trazer um pedaço deste paraíso oriental até à Byblos através das expressões culturais tailandesas mais distintas.
Esta iniciativa insere-se nas actividades de promoção e divulgação do destino turístico Tailândia em Portugal e é representativa da curiosidade e interesse crescentes dos Portugueses em relação à riqueza cultural e humana deste país asiático.
Mafalda Veiga traz novo álbum ao Du Arte Lounge do Casino Estoril
Inspirada no novo álbum “Chão”, Mafalda Veiga regressa ao Du Arte Lounge, na próxima Quinta-Feira, pelas 23 e 30.
No âmbito de mais uma etapa do ciclo de “Grandes Concertos do Casino Estoril”, a intérprete apresenta um elenco de temas originais, não esquecendo outros êxitos obrigatórios da sua discografia. A comemorar 20 anos de carreira, Mafalda Veiga editou, em Maio, “Chão” que atingiu, em apenas três semanas, o galardão de ouro.
Trata-se de mais um êxito discográfico da artista, que apresenta 12 composições originais, entre as quais se destacam “Estrada”, “Abraça-me Bem”, “Era Uma Vez Um Pensamento Teu”, “Outra Margem de Mim” ou “Ao Teu Redor”. "Chão" é feito "daquilo que nós somos, das nossas memórias, dos nossos momentos, dos nossos lugares", sublinha Mafalda Veiga, que revela neste disco uma maturidade plena e um tom positivo que lhe alargam os horizontes musicais. Com uma renovada concepção, “Chão” marca uma importante etapa no percurso de Mafalda Veiga.
Variado mas coerente, encantador mas vibrante, respeitador mas capaz de rupturas, “Chão” é mágico na forma como, simultaneamente, personaliza e universaliza cada canção.
No ambiente intimista do Du Arte Lounge, Mafalda Veiga protagoniza mais um Grande Concerto no Casino Estoril.
A artista regressa, assim, a um espaço propício para os envolventes temas do seu extenso repertório. Com um programa muito diversificado, o Casino Estoril acolhe, logo às 21 e 50, o Trio Nistorovs, que exibe um original número de patinagem acrobática, seguindo-se, às 22 horas o espectáculo de Maria Anadon.
Posteriormente, o Trio Nistorovs sobe, de novo, ao palco, às 23 e 15, antecedendo o concerto de Mafalda Veiga que está agendado para as 23 e 30.
A animação prolonga-se até de madrugada com as sonoridades de um conceituado DJ.
Para os seguidores da série O Protector, o AXN preparou uma programação especial absolutamente a não perder.
Antes de estrear a 6ª e última temporada da série protagonizada por Michael Chicklis no papel de Vic Mackey, na quarta-feira 23 de Julho às 22h20 o canal exibe os dois últimos episódios da 5ª temporada nas quartas-feiras anteriores, dias 9 e 16, à mesma hora. Para os mais esquecidos, a 5ª temporada contou com a presença do actor vencedor de um Emmy e de um Óscar Forest Whitaker (Bird, Sala de Pânico, O Último Rei da Escócia), que passou a fazer parte da equipa.
A série centra-se na tensão gerada entre um grupo de polícias muito eficazes que travam a luta contra o crime num ambiente duro e moralmente ambíguo, onde a linha que separa o bem do mal se transpõe com facilidade...
O Protector – 6ª temporada Estreia: Quarta 23 de Julho às 22h20 Emissão: Quartas às 22h20 Produtor Executivo: Scott Brazil, Shawn Ryan Intérpretes: Michael Chicklis, Benito Martínez, CCH Pounder, Catherine Dent
Rosalinde Schön "Baby Don’t Worry" 24 de Julho às 22h00
Rosalinde Schön estudou Jazz na área de canto durante quatro anos no conservatório da Holanda. Para a estreia em disco, a cantora holandesa decidiu formar uma banda composta por Wil de wildt (percussão), Rob ten Bokum (guitarra), Marito Marques (bateria), Pedro Lemos (baixo) e Peter Schön (piano). Este último, seu pai, é igualmente responsável pela escrita e composição dos temas de Baby Don’t Worry.
T3+Uns "Músicas de Apartamento" 25 de Julho às 22h00
T3+uns é um projecto musical independente iniciado na cidade do Porto. A sonoridade da língua portuguesa é o caminho escolhido para aproximar diferentes culturas e ritmos que acreditam partilhar uma visão atlântica sobre a música. Os seus originais revelam fortes influências dos sons e ritmos do Brasil. Durante uma viagem à cidade do Recife, o grupo gravou nos Estúdios Fábrica, com a participação de vários artistas pernambucanos, concluindo depois na cidade invicta o registo dos temas de Músicas de Apartamento.
Doces Cariocas "Doces Cariocas" 27 de Julho às 17h00
Doces Cariocas nasceu do encontro de artistas da nova geração da Música Popular Brasileira, nos saraus feitos no Rio de Janeiro. O grupo ganhou forma a partir das canções feitas por Mu (ex-Cor do Som), Marcelo (parceiro de Jim Capaldi e George Harrison), Alexia Bomtempo e Pierre Aderne. A neo-sociedade alternativa dos Doces Cariocas é ainda composta por Domênico (+ 2), Alvinho Lancelotti, Silvia Machete, Simoninha, Felipe Pinaud (Orquestra Imperial), Pretinho da Serrinha (Seu Jorge), Mauro Refosco ( David Byrne e Bebel Gilberto), Dadi (Novos Baianos e Tribalistas), Rafa Nunes e Lancaster. Informações Departamento de comunicação Fnac Forum Coimbra Loja 1.03 Horário da Loja: 10h-24hE-mail: fnac.coimbra@fnac.pt
CITEMOR 30º FESTIVAL DE MONTEMOR-O-VELHO 2008 25 DE JULHO A 16 DE AGOSTO
“O festival de teatro mais antigo do país está prestes a entrar na 30ª edição. Montemor-o-Velho é, mais uma vez, palco para diversas criações artísticas contemporâneas. Do teatro, à música, dando um pezinho de dança na dança, no cinema e até na internet. É o CITEMOR e dispensa apresentações. (…) O CITEMOR lança-se também para o espaço global que é a internet, “onde não há centro nem periferia, não há proximidade nem distância”. O blog
http://www.citemor.blogspot.com/ é uma janela para o festival onde, “através do vídeo, da fotografia, do texto escrito e da conversa”, se promete tocar “o íntimo e as narrativas pessoais de um lugar que se chama Montemor-o-Velho por ocasião de um festival que se chama Citemor”. O programa do festival já aqui foi publicado no HARDMUSICA.COM http://hardmusicapontocom.blogspot.com/2008/07/festival-em-montemor-o-velho.html Mais informações:http://www.citemor.com/http://www.citemor.blogspot.com/
Exposição “Minerva Lusitana” Casa Municipal da Cultura Coimbra
Exposição composta por oito cartazes que descrevem as incidências das Invasões Francesas, em particular na Região Centro do país, como fundo para o aparecimento do primeiro jornal na Cidade de Coimbra. Patente até28 de Agosto
HORÁRIO [De 15 de Julho a 15 de Setembro]:Segunda a Sexta 9h00 - 19h30; Encerra ao Sábado, Domingo e feriados Informações Casa Municipal da Cultura; Rua Pedro Monteiro; 3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630; Fax 239 702 496: E-mail - cultura@cm-coimbra.pt; www.cm-coimbra.pt
Joana Mascarenhas de Lemos Reymão Nogueira nasceu a 24 de Abril de 1972.
É uma piloto de todo-o-terreno de Portugal, tendo participado em motos (1990 a 1995) e automóveis (1996 a 2004).
Entre os seus melhores resultados, a destacar a vitória na Taça das Senhoras nas seguintes provas: Paris/Dakar de 1997, no Rally de Portugal de 1999, Rampa de TT de Val D'Isère
Desde 2006, é administradora da empresa João Lagos Sports e igualmente Directora Geral do Lagos Team e do PAX Rally.
Vieira – O Céu na Terra de FILOMENA OLIVEIRA e MIGUEL REAL
encenação FILOMENA OLIVEIRA Ruínas do Carmo 22 JUL a 16 AGO 3ª a Sáb 22h00 espaço cénico e imagem ANDRZEJ KOWALSKI desenho de luz ORLANDO WORM figurinos ESMERALDA BISNOCA música original e orgânica sonora DAVID MARTINS operação e espacialização de som BRUNO OLIVEIRA arranjos para voz ANDREIA LOPES com ANTÓNIO BANHA BRUNO SCHIAPPA CARMEN SANTOS CLÁUDIA FARIA FÉLIX FONTOURA JOÃO BRÁS JOÃO LAGARTO JOSÉ HENRIQUE NETO JÚLIO MARTIN MARQUES D’AREDE MAURÍCIO VITORIA e FLÁVIO TOMÉ JOÃO MAIS PAULA COELHO PAULO CAMPOS DOS REIS produção TNDM II NO ÂMBITO DA PROGRAMAÇÃO “OUTROS PALCOS”
Sinopse “Vieira – o Céu na Terra” trata os momentos mais importantes da vida do Padre António Vieira, o mais famoso pregador religioso português, nascido em Lisboa, em 1608, e falecido em 1697, em São Salvador da Bahia, para onde partira aos seis anos com a família. Em Lisboa, na corte de D. João IV, no Brasil entre os colonos ou entre os índios do sertão, revela-se o homem de plurais actividades – missionário, diplomata, político, orador, profeta, escritor, nacionalista, “Vieira – O Céu na Terra” evidencia a actividade profética de Padre António Vieira e a sua intransigente defesa das profecias do Bandarra e do Quinto Império como união de todos os povos num reino cristão de justiça, amor e abundância; a actividade de pregador, como o mais insigne orador português, bem como o seu afã de justiça social, corroborado na denúncia contra o tratamento dos escravos, tratados como animais de carga, exigindo dos donos das canavieiras de açúcar um tratamento humano para os negros; na denúncia contra a exploração e escravização dos índios do Brasil promovida abundantemente pelos colonos brancos, e a sua defesa do judeu e cristão-novo. Esta última actividade tornou-o suspeito da Inquisição, tendo sido preso e condenado por este Tribunal.
Padre António Vieira. Visionário ou génio? Longe das estantes das bibliotecas ou em pequenos excertos didácticos, não era muito fácil ter acesso à obra do Padre António Vieira.
Contudo, nos últimos anos, a situação tem-se vindo, progressivamente, a alterar. Em 1979, com Hernâni Cidade ou, alguns anos mais tarde, com Margarida Vieira Mendes, novos olhares sobre a obra de Vieira e a vida do homem que atravessou sete vezes o oceano Atlântico começaram a surgir, tais como o inesquecível filme de Manoel de Oliveira sobre o arquitecto e apologista do Quinto Império. 2008 é, por excelência, o ano do Padre António Vieira, comemorando-se o IV centenário do seu nascimento.
Graças à parceria com o Turismo de Portugal, o Teatro Nacional não podia deixar de se associar à celebração do missionário e diplomata que ficou para a História como o percursor na defesa dos direitos humanos.
No magnífico cenário das Ruínas do Carmo, Filomena Oliveira e Miguel Real constroem um espectáculo que, mais do que dar conta da vida e obra do Padre António Vieira, figura síntese da sua época, lançam uma plataforma de encontro de diferentes culturas, línguas e nacionalidades. Grande parte da crítica tem descontextualizado Vieira, tem-lhe costurado diferentes máscaras face a uma obra pragmática e riquíssima que, ainda hoje, nos deleitamos a descobrir. Os cerca de 200 sermões, 700 cartas, tratados proféticos, escritos teológicos, políticos ou filosóficos são, contudo, próprios de um visionário que, tendo lutado por um poder português no mundo, viu, à frente do seu tempo, a imagem de um país utópico. Um profetismo genial através do qual se concebeu, em pleno século XVII, a ideia de um Império sem limites e distâncias, pronto para responder às exigências da globalização económica e social. Vieira é, sem dúvida, um autor universal que, mais do que mentor de um sentido cristão e português, criou um sentido de identidade e transnacionalidade. Se é certo, como tão bem disse Italo Calvino, que os clássicos trazem sempre consigo as marcas das leituras que precederam a nossa, um clássico é também “uma obra que provoca incessantemente uma nuvem de discursos críticos sobre si, mas continuamente os repele para longe.” A obra do Padre António Vieira é, sem dúvida, um destes casos. Visionário ou génio, Vieira conquistou, através da palavra, a mais suprema dádiva que pode ser dada a um escritor: a intemporalidade. Carlos Fragateiro/ hardmusica.com
A Lisboa do V Império
A peça “Vieira – O Céu e a Terra”, a ser representada este Verão nas ruínas do Convento do Carmo, privilegiou, na sua construção cénica, os ambientes brasileiros e lisboetas do século XVII. Neste sentido, participarão na peça uma personagem negra, representante dos escravos dos engenhos do Recôncavo bahiano, em cujas capelas Pe. António Vieira invectivou os poderosos senhores do açúcar, exigindo um tratamento humano para os escravos, e uma personagem índia, representante das tribos tupi, habitantes nativos do Maranhão e Grão-Pará, salvos da escravização e extinção devido ao empenho missionário de Pe. António Vieira e outros jesuítas. É, porém, a atmosfera revolucionária da Restauração em Lisboa, que, ausente-presente, se faz sentir em “Vieira – O Céu e a Terra”. Lisboa, hoje desenhada verticalmente ao Tejo, seguia então paralela ao rio, as ruas acompanhavam os declives naturais (as colinas, os vales). Mais do que outro símbolo urbano, eram as igrejas e conventos que marcavam os lugares de Lisboa – e Pe. António Vieira proferirá partes de sermões declamados nas Igrejas das Chagas, de Conceição Velha e de S. Roque, igreja dos jesuítas. Dificilmente se daria um passo de uma rua para outra que não se deparasse com uma igreja, uma capela ou, na linha do horizonte, uma ermida. No lado oriental, a capela de Nossa Senhora da Penha velava pelos lisboetas; do ocidental, São Mamede, o santo abençoador dos rebanhos que pastavam às portas da cidade. Pela cidade, dezenas de igrejas, que nenhum bairro se sentia bairro sem que tivesse o seu santinho protector, o seu pároco particular, que baptizava os meninos, casava os jovens, consolava os adultos e amortalhava os velhos no caixão. As casas dificilmente ultrapassavam os quatro andares, todas elas com quintais, algumas com curtos jardins, cravadas umas nas outras compondo um labirinto de ruas e ruelas estreitinhas por que dificilmente passava uma carroça larga ou uma carruagem. Burros e escravos eram os grandes carregadores da cidade. Escravas carregadoras de água para as casas das suas senhoras alinhavam-se junto ao chafariz do Terreiro do Paço, encimado pela estátua de Apolo, o Belo, ou junto ao chafariz do Rossio, muito gaiteiro com a sua estatueta de Neptuno, Rei dos Mares. Do lado oriental, amontoavam-se frente ao Chafariz-d’El-Rei, à embocadura de Alfama. Daqui eram também as naus abastecidas de água, em barricas, não raro carregadas por antigos escravos mouros. O povo miúdo da Mouraria abastecia-se no Poço do Borratém, à entrada da Rua da Madalena, para onde, à noite, caminhavam os pés dos senhoritos finos, contemplando os tornozelos trigueiros das muy guapas espanholitas do teatro no Pátio do Borratém. Nestor, escravo acompanhante de Pe. António Vieira, extasia-se com o movimento de Lisboa como capital do Império, mas sente falta das mulatas da sua Bahia. Pelo meio da manhã, negras calhandreiras atravessavam Lisboa com as calhandras (ânforas ou potes) à cabeça recolhendo os dejectos dos lisboetas, dirigiam-se em magotes esforçados para a zona da Boavista (perto do actual Cais do Sodré), nos limites ocidentais da cidade, a despejar os seus potes no Tejo. De Alcântara a Monte Santo, o vento inchava umas nuvens de poeira amarelácea, que a brisa húmida do Tejo encorpava sobre a cidade, eram as pedreiras de Alcântara que abasteciam as obras de Lisboa, nelas trabalhavam escravos comprados nos mercados de Marrocos, antigos presos condenados às galés, embarcadiços caídos em desgraça
Está de regresso um dos maiores compositores de Jazz de todos os tempos.
Ornette Coleman traz a Portugal o concerto baseado no seu mais recente trabalho «Sound Grammar», obra-prima absoluta que lhe valeu um Pulitzer em 2007. Em 1958, com o álbum de estreia «Something Else», Ornette Coleman mostrou ao mundo uma nova abordagem e nunca mais o jazz seria ouvido da mesma maneira.
Alguns críticos chamaram-lhe «free jazz», mas Coleman rejeitou a definição argumentando que a sua música requer demasiada preparação para lhe chamar «Free».
45 discos depois, Ornette Coleman recebe o «Grammy» de carreira, o mais alto galardão oferecido a um músico.
Para além desta honrosa distinção, Coleman ainda recebeu o prémio «Living Legend» em Washington e a «Texas Medal of the Arts» no Texas.
Na última cerimónia da entrega dos Prémios Jazz 2007 em Nova Iorque, o virtuoso americano recebeu mais 4 prémios: álbum do ano, músico do ano, melhor ensemble e alto saxofonista do ano. A crítica e público aplaudem entusiasticamente cada trabalho de Ornette Coleman e os seus concertos são sempre inesquecíveis.
Em Portugal faz-se acompanhar por Tony Falanga no baixo, Denardo Cohen na bateria e no piano vai estar Al Macdowell, um ensemble de luxo com destaque para a presença do seu filho Denardo. Ornette Coleman é um génio, a sua música continua a quebrar barreiras e cada actuação é uma nova forma de ouvir jazz.
Em Lisboa vai actuar na Aula Magna a 5 de Novembro, no Porto o concerto está marcado para o Coliseu no dia 7 de Novembro.
Sete amigos juntam-se na casa de um deles para celebrar uma passagem de ano.
Todos estão ali porque não têm outro sítio para estar.
Mas se tivessem, provavelmente continuariam a estar ali.
Durante uma noite de festa, a teia de relações e cumplicidades entre estes sete amigos vai ser posta em causa.
Caem as máscaras que cada um usa para esconder ou comunicar a sua personalidade e todos percebem que a face visível daquele círculo de amigos é a ponta de uma iceberg cuja parte submersa é mais negra, dolorosa e autêntica.
criação colectiva
texto Filipe Homem Fonseca, Nelson Guerreiro e Tiago Rodrigues
Para o lançamento da rota aérea Lisboa-Funchal em Outubro, a Easyjet vai organizar um evento no dia 23 de Julho, pelas 11h, junto ao Marquês de Pombal, em Lisboa. Durante o dia, vai se realizar um jogo num tabuleiro gigante (cerca de 200 m2), ao estilo do jogo do ganso, onde os próprios concorrentes percorrem as casas. O jogo começa em Lisboa, passa em algumas cidades europeias e termina na Madeira.
No final, o actor inglês Jamie Wright e um sósia de Cristiano Ronaldo irão entregar os prémios aos vencedores, que consistirão em viagens à Madeira. Uma tenda da rádio Mega FM estará montada no local, com uma das suas locutoras a apresentar o jogo.
Irá tornar-se mais informativo, com mais sugestões e inovador. Dado o elevado número de ciber-leitores do blog optámos pelo formado de jornal on-line que estará no ciber espaço já este mês.
Será a nossa prenda de Natal.
Mas para que o novo Jornal Hardmusica vá ao encontro dos desejos dos nossos milhares de leitores, contamos com o seu apoio enviando-nos toda a informação possível sobre os seus eventos.