sexta-feira, 25 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Espectáculo no Pavilhão Atlântico


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Zita Ferreira Braga
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Etiquetas: Música, Pavilhão Atlântico
Museu do Oriente abre a 8 de Maio

Espectáculos no Museu do Oriente
BILHETES À VENDA NO MUSEU
Os bilhetes para os espectáculos a realizar no Museu do Oriente estão à v
enda, a partir de 24 de Abril, na Ticketline e mediante reserva, no Museu. Trimurti, um espectáculo especialmente concebido por Mário Laginha para assinalar a abertura do Museu do Oriente, inaugura o Auditório nos dias 9, 10, 11 e 12 de Maio.
Para o acompanhar, o músico português convidou alguns dos mais notáveis instrumentistas orientais da actualidade, como o guitarrista vietnamita Nguyen Lê, um dos mais promissores executantes de tablas, o indiano Prabou Edhouard, e o japonês Joji Hirota, um respeitado mestre dos taiko.
Será ainda possível assistir, em Maio e Junho, aos espectáculos de Qawwali Flamenco, Ana Moura, The Musicians of the Nile, Egshiglen e Machina Mundi, a realizar também no Auditório.
Entre 10 e 18 de Maio, no âmbito do Monstra – Festival de Animação de Lisboa, este espaço cultural acolhe alguns dos filmes mais reconhecidos de três emblemáticos cineastas japoneses: Osamu Tezuka, Hayao Miyazaki e Koji Yamamura.
Do programa, com entrada gratuita nos dois primeiros dias, consta, igualmente, uma retrospectiva da obra de Renzo Kinoshita e um ciclo dedicado ao Oriente por cineastas do Ocidente.
Os ciclos “Máscaras”, dedicado aos temas da falsa identidade, e “Viagens no Oriente”, que propõe uma jornada por distintas paisagens asiáticas, são outras das sugestões que, através do cinema, pretendem aprofundar aspectos da realidade e da cultura dos países orientais. Os bilhetes para as sessões de cinema só serão disponibilizados no Museu do Oriente.
A Quanzhou Marionette Troupe, uma das maiores e melhores companhias de marionetas de fios do mundo, animará o Museu do Oriente nos dias 21, 22 e 23 de Maio.
Estas marionetas têm, geralmente, de 14 a 36 fios, os quais, quando controlados com mestria, dão vida a personagens representativas de homens e mulheres de todas as idades e profissões, espíritos ou animais selvagens.
A peça China, de William Yang, uma viagem de reflexão sobre o significado da cultura e a importância da pertença, a 3 e 4 de Junho, e o espectáculo de dança Pushed, de Padmini Chettur, a 7 e 8 de Junho, são os eventos que, integrando o Alkantara Festival, serão, também, apresentados no Museu do Oriente.
Paralelamente aos espectáculos, o Museu exibe núcleos de arte chinesa, indo-portuguesa, japonesa e timorense, testemunhos da relação entre Portugal e o Oriente.
Mais do que um museu, este espaço, único no país, apresenta-se como um centro cultural multidisciplinar, dotado de um Serviço Educativo e equipado com um Auditório, Centro de Reuniões, Centro de Documentação, Loja, Cafetaria e Restaurante.
CONTACTOS
Morada:
Museu do Oriente
Avenida Brasília
Doca de Alcântara (Norte)
1350-362 Lisboa
Reserva de Bilhetes:
Telefone: 21 358 52 44
E-mail: info@foriente.pt
PROGRAMA
TRIMURTI
Com Mário Laginha, Nguyen Lê, Prabou Edhouard e Joji Hirota
(Portugal, Vietname, Índia, Japão)
MÚSICA
Data: 9, 10, 11 e 12 de Maio
Local: Auditório
Horário: 22h00
MONSTRA – FESTIVAL DE ANIMAÇÃO DE LISBOA
CINEMA
Data: 10, 11, 15, 16, 17 e 18 de Maio
Local: Auditório
Horário: 21h30
10 Maio
10h00
Retrospectiva de Osamu Tezuka I (Anime)
Lenda da Floresta – 30’
A Sereia – 8’
Pingo - 4’
12h00
Retrospectiva de Osamu Tezuka II (Anime)
Contos do Fim da Rua – 38’
Salto – 6’’
11 Maio
10h00
Retrospectiva de Osamu Tezuka I (Anime)
Lenda da Floresta – 30’
A Sereia – 8’
Pingo - 4’
12h00
Retrospectiva de Osamu Tezuka II (Anime)
Contos do Fim da Rua – 38’
Salto – 6’’
15 Maio
16h00
O Oriente Visto Pelo Ocidente
Screenplay, de Barry Purves (Inglaterra) – 11’
Chepogi, Leon Estrin, (Russia) 13’
Cat’s Kingdon - 6,34’
O Pescador Oskus-Ool, Aleksey Demin – 13’
Ukiyo-e, Sergio Melero (Espanha) – 5’
The nightingale and the King, Bertrand Shijaku (Albânia) - 8:45’
18h00
Renzo Kinoshita
Made in Japan (1972) - 9’
Japonês (1977) - 6’
Picadon (1978) - 10’
Último Raid em Kumagaya (1993) - 27’
21h30
O Oriente Visto Pelo Ocidente
Screenplay, de Barry Purves (Inglaterra) – 11’
Chepogi, Leon Estrin, (Russia) 13’
Cat’s Kingdon - 6,34’
O Pescador Oskus-Ool, Aleksey Demin – 13’
Ukiyo-e, Sergio Melero (Espanha) – 5’
The nightingale and the King, Bertrand Shijaku (Albânia) - 8:45’
16 Maio
10h00
Masterclass com Koji Yamamura – retrospectiva dos mais importantes filmes do realizador
Local: Sala Beijing
Preço: 10 € (50% de desconto para estudantes)
Duração: 3 horas
16h00
Renzo Kinoshita
Made in Japan (1972) - 9’
Japonês (1977) - 6’
Picadon (1978) - 10’
Último Raid em Kumagaya (1993) - 27’
18h00
Retrospectiva Koji Yamamura
Perspektivenbox (1989) – 4’
A House (1993) – 4’ 20 ‘’
Imagination (1993) – 4’ 20’’
Kid’s Castle (1995) – 5’
Your Choice? (1999) – 10’
Pieces (2002) – 2’ 16’’
Mt. Head (2002) – 10’
The Old Crocodile (2005) – 12’ 53’’
Fig (2006) – 4’ 20’’
Child’s Metaphysics (2007) – 4’
21h30
Retrospectiva Koji Yamamura
Perspektivenbox (1989) – 4’
A House (1993) – 4‘ 20’’
Imagination (1993) – 4’ 20’’
Kid’s Castle (1995) – 5’
Your Choice? (1999) – 10’
Pieces (2002) – 2’ 6’’
Mt. Head (2002) – 10’
The Old Crocodile (2005) – 12’ 53’’
Fig (2006) – 4’ 20’’
Child’s Metaphysics (2007) – 4’
17 Maio
10h00
A História da Serpente Branca (The Tale of the White Serpent)
Realização: Taiji Yabushita e Kazuhiko Okabe - 78’
11h30
O Meu Vizinho Totoro (My Neighbour Totoro)
Realização: Hayao Miyazaki, 1988 – 86’
18 Maio
16h00
A História da Sepente Branca (The Tale of the White Serpent)
Realização: Taiji Yabushita e Kazuhiko Okabe - 78’
18h00
O Meu Vizinho Totoro (My Neighbour Totoro)
Realização: Hayao Miyazaki, 1988 – 86’
QAWWALI FLAMENCO
(Paquistão/ Espanha)
MÚSICA
Data: 14 de Maio
Local: Auditório
Horário: 21h30
Preço: 25 €
Duração: 105 minutos
Co-produção: Fundação Oriente/ Sons em Trânsito
M/ 4
ANA MOURA
MÚSICA
Data: 17 de Maio
Local: Auditório
Horário: 21h30
Preço: 20 €
Duração: 75 minutos
Co-produção: Fundação Oriente/ Sons em Trânsito
M/ 4
QUANZHOU MARIONETTE TROUPE
(China)
MARIONETAS
Data: 21, 22 e 23 de Maio
Local: Auditório
Horário: 23h00
Preço: 15 €
Duração: 40 minutos
Co-produção: Fundação Oriente/ FIMFA Lx8
Iniciativa: A Tarumba
M/ 7
THE MUSICIANS OF THE NILE
(Egipto)
MÚSICA
Data: 24 de Maio
Local: Auditório
Horário: 21h30
Preço: 20 €
Duração: 90 minutos
Co-produção: Fundação Oriente/ Sons em Trânsito
M/ 4
CICLO “MÁSCARAS”
CINEMA
Data: 25, 28 e 29 de Maio e 1 de Junho
Local: Auditório
Preço: 3 €
Co-produção: Fundação Oriente/ Zero em Comportamento
PROGRAMA
25 Maio
XXY
16h00
Realização: Lucia Puenzo
Argentina/França, Espanha, 2007, 86’, Cor
M/16
It Happened Just Before (Kurz davor ist es passiert)
18h00
Realização: Anja Salomonowitz
Áustria, 2006, 72’, Cor
M/16
28 Maio
Play
18h00
Realização: Alicia Scherson
Chile/Argentina, 2005, 105’, Cor
M/16
The Forest for the Trees (Der Wald vor lauter Bäumen)
22h00
Realização: Maren Ade
Alemanha, 2003, 81’, Cor
M/16
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Zita Ferreira Braga
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Dia do Livro comemorado na Póvoa do Varzim

Em homenagem a Monsenhor Manuel Amorim, realizou-se, na Escola Secundária Eça de Queirós, uma Tertúlia sobre o Valor dos Livros.
Como referiu Luís Diamantino, “o valor dos livros depende do valor que cada um de nós lhes atribui” e, reconhecendo-os como algo muito valioso, a autarquia decidiu, este ano, comemorar o Dia Mundial do Livro, preferencialmente, na rua.
A campanha “Livros na Rua” através da criação de uma extensão da Biblioteca Municipal na Rua da Junqueira lançou o apelo “Faça compras, receba livros” dando oportunidade a todos de receberem um livro.
Em parceria com a Associação Comércio ao Ar Livre, a Biblioteca ofereceu cerca de 800 edições municipais a quem realizou compras nos estabelecimentos comerciais aderentes à iniciativa. “Os acontecimentos mais importantes dão-se na rua, por isso, os livros têm que ir fora de portas” revelou Luís Diamantino confessando o seu orgulho
em ser Vereador da Cultura numa cidade com pessoas de enorme valor e dedicação à cultura como o Monsenhor Manuel Amorim e Manuel Lopes, entre outros.
Reconhecido enorme valor ao livro, os participantes Luís Diamantino, Fernando Souto e José Maciel foram unânimes em alertar para o risco do livro “começar a perder significado” dada a proliferação incomensurável a que actualmente está sujeito.
O excesso de escritores poderá conduzir à dispersão do livro e criar “leitores omnívoros” dado que “agora toda a gente escreve e tenho a certeza que os verdadeiros escritores passarão a ser escritores alternativos”, afirmou Luís Diamantino.
Durante a tarde, a leitura foi de encontro às crianças e aos idosos, através do Serviço Educativo da Biblioteca. Decorreu, no Auditório Municipal a 3ª edição de “Vamos passar o Testemunho”, um projecto de incentivo à escrita criado no ano lectivo 2004/2005 que se destina ao público escolar. Quatro escolas do 1º ciclo do Ensino Básico do Concelho (Sininhos, Desterro, Aldeia Nova nº1 e Giesteira) aceitaram o desafio e a partir do título “Como podemos fazer um Mundo melhor…” redigiram uma história que envolveu o trabalho encadeado de oito turmas dos 3º e 4º anos. Esta actividade é uma passagem de testemunho pois promove n
as crianças a indução da escrita aliada à ilustração, motivando assim os alunos para iniciarem uma história numa turma de uma escola, ilustrá-la e passá-la para outras turmas. O processo repetiu-se de escola em escola, envolvendo todas as escolas participantes neste projecto.
A Beneficente e a Santa Casa da Misericórdia também acolheram a leitura através de Sessões Especiais de Leitura Sénior, uma forma de proporcionar aos idosos momentos de prazer e magia através da leitura. O projecto teve início no dia 23 de Abril de 2007 e desde então tem cumprido o seu objectivo de estimular a imaginação e ocupação dos tempos livres dos utentes de terceira idade dos Lares de Idosos e Centros de Dia do concelho. Com esta actividade cumpre-se uma dimensão inovadora da acção dos Serviços Educativos da Biblioteca, levando os livros e a leitura fora de portas procurando incentivar a criação de hábitos de leitura e de fruição cultural.
Deste modo, comemorou-se, um pouco por toda a cidade, o 13º Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, proclamado pela Conferência Geral da UNESCO, em 1995, com o objectivo de promover uma maior consciencialização sobre a importância dos livros na nossa sociedade.
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Orquestra Humanitária de Jazz actua em Palmaela
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quarta-feira, 23 de abril de 2008
V Aniversário do JACC

O Jazz ao Centro Club- JACC comemora o seu V aniversário com um concerto de Júlio Resende.
A festa vai ser naquela que já é a sua sala de visitas: o Salão Brazil.
Esta festa será também o mote para a apresentação do programa dos VI Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra, promovidos pelo JACC, que decorrerão de 2 a 15 de Junho, em torno do Centro Histórico de Coimbra.
Perico Sambeat + Júlio Resende Trio “Da Alma”
Perico Sambeat Saxofone
Júlio Resende Piano
João Custódio Contrabaixo
João Rijo Bateria
Informações: Olga Moreira - olgamoreira@portugaljazz.org
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LOUSÃ CAMP 4X4 2008
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Três dias de aventura com sabor a Camel Trophy
O CHAMAMENTO DA MONTANHA MÁGICA
"Com o terreno no seu melhor e a promessa de muita lama, a edição 2008 do Lousã Camp 4x4 aproxima-se a passos largos. Durante três dias os adeptos das dificuldades extremas em todo-o-terreno voltam a reunir-se na Serra da Lousã para reviver o espírito do Camel Trophy e superar em equipa um conjunto de missões quase impossíveis... "
24 Abril
Recepção das equipas
25 Abril
9h-19h - Etapa de Navegação (Vila de Góis)
21-24H - Prova de Navegação Nocturna (Aeródromo da Lousã)
26 Abril
9h-19h - Provas especiais de trial
27 Abril
10h-13h - Trial espectáculo no centro da Lousã
Informações
www.lousacamp4x4.com
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"Garage" no ciclo Segundas TAGV
Garage
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Prémio de Melhor filme irlandês de 2007
Josie trabalha há 20 anos numa velha bomba de gasolina, numa pequena aldeia do interior da Irlanda. Apesar da solidão e de todos fazerem dele o bombo da festa é, à sua maneira, feliz. É um optimista e sabe que tem o seu lugar no mundo – pode não ser um lugar extraordinário, mas é o seu. Até que um dia, com a chegada de um jovem aprendiz à estação de serviço, tudo muda.
Preçário
Preço normal 4,50€ Preço estudante 3,50€
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail teatro@tagv.uc.pt
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" … como as cerejas" no TAGV
A partir de um poema de Samuel Beckett, retirado de «Poèmes, suivi de Mirlitonnades» e de textos da novela «Tic-Tac» de Suso de Toro
algures ...
…um bar... um balcão... um espaço cénico austero, essencial, sugestivo... mágico, um lugar de filósofos anónimos...um lugar de viagem, de fuga, de partida e de chegada, de onde quase nunca se quer partir ou chegar...
... um lugar de onde se parte para uma viagem de ida e volta pela infância e diversos outros aspectos da existência humana...
a personagem ...
... um homem que fala, fala e fala, manifestando um profundo desencanto e um arrepiante desassossego...
... um desajustado da sociedade, sem “família”, sem trabalho, sem amigos, que sempre viveu na sombra de sua mãe... sensível, tremendamente sincero, despudorado, disserta sobre o mundo que o rodeia, a vida, o sexo, a masculinidade, o facto de morrermos enquanto crianças porque nos tornamos adultos, o trabalho, a pedofilia, a exclusão social, etc., de uma forma intuitiva, empírica, mas muito particular.
... é o conto de uma imensa frustração existencial... de solidão... de desespero... de revolta... morte lenta de uma vida agastada, retida, falha de oportunidades, coberta de preceitos, preconceitos e conceitos religiosos com pés de barro.
Preçário
Preço normal 10,00€ Preço estudante 8,00€Preço Amigo/a TAGV e Protocolo de Teatro TAGV 5,00€
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com/
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail teatro@tagv.uc.pt
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"A Tempestade" pelo grupo Fatias de Cá
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Meredith Monk & Vocal Ensemble
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Durante uma carreira que se espraia por mais de 40 anos, os críticos e o público têm aclamado Monk como uma das forças criativas mais importantes das artes cénicas. Entre os músicos influenciados pela sua obra estão Laurie Anderson e Björk. Em 1999, Monk realizou a performance “Vocal Offering” para sua Santidade o Dalai Lama, como parte do “Sacred Music” Festival, em Los Angeles.
Meredith Monk colabora actualmente com alguns dos intérpretes mais brilhantes e aventureiros da cena musical actual, os Vocal Ensemble, que têm actuado nos principais teatros e auditórios mundiais como o Carnegie Hall, o Queen Elizabeth Hall e a Cologne Philarmonie, entre outros. Os membros do Vocal Ensemble representam diferentes culturas, incluindo a Ásia, a África, a Europa e a América Latina, abordando diversas tradições artísticas, desde a ópera Chinesa e ocidental, até à Broadway e ao teatro musical, bem como todo o tipo de peformances multidisciplinares.
www.meredithmonk.org/
www.myspace.com/meredithmonkmusic
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Mostra evocativa dos 40 Anos de Maio de 68
23 Abril a 8 de Maio

Horário
Dia 23 Abril 10h00 _ 22h00
Segunda a Sexta 10h00 _ 19h30
Sábado 13h30 _ 19h00
e ainda…
23 de Abril a 31 de Maio
Mostra de livros proibidos
Casa Municipal da Cultura
Rua Pedro Monteiro; 3000-329 Coimbra
Telef. 239 702 630 Fax 239 702 496 www.cm-coimbra.pt
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A Arte do Circo com Karley Aida
Nesta obra conjuga-se a curiosidade - quem é esta artista de circo (?) - ao interesse por saber o que significa ser artista de circo(?).
Pois, afinal, o Circo – não o esqueçamos – é uma metáfora da Vida.
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" Aos Peixes" um espectáculo de José Maria Vieira Mendes
a partir de Moby Dick
Texto: José Maria Vieira Mendes
Música e direcção musical: José Eduardo Rocha (JER)
Cenografia & Figurinos: Manuel San Payo
Desenho de Luz: Luís Mouro
Fotografia & spot televisão: Álvaro Rosendo
Actores: Manuel Wiborg, Cláudio da Silva.
Cantores: Ana Sacramento (soprano), José Lourenço (tenor)
Orquestra: Nuno Morão (Voz barítono, flauta Allegro, violino Chicco & percussões), Vasco Lourenço (Piano), (Membros do Ensemble JER_Os Plásticos de Lisboa), Ricardo Torres (clarinete soprano), Paulo Loureiro (clarinete soprano & clarinete baixo), Luís Sousa (trompa), Pedro Morgado (voz baixo, percussões).
Direcção de Produção: Manuel Wiborg
Assistentes de Produção: Tânia Espírito Santo/Salomé Ângelo
Co-produção: Actores Produtores Associados/Centro Cultural Belém
Teatro da Trindade
Aos Peixes,
a partir de Moby Dick de Herman Melville,
por José Maria Vieira Mendes
Ismael é como todos, diz ele, precisa de sair de terra, necessidade do mar, para “afugentar o tédio e normalizar a circulação”. E lá vai o gajeiro. Sozinho no mastro (torre de marfim?), sem companhia, à procura de um leitor.
Este texto procura um leitor. Este texto faz parte de um espectáculo. O leitor não vê um espectáculo, como o espectador não lê um texto. É da natureza dos vocábulos.
Este texto não quer ser escrito. O narrador não quer contar, porque não quer começar porque também não quer acabar.
É uma maneira de ler o Moby Dick que outro escreveu. Ler com outra ordem e tentar a desordem. Um acto falhado.
Procura-se um leitor ideal e também um espectador ideal. Cheguei a pensar que só eu o podia ser. Depois concluí que nem eu o podia ser.
Preferia não escrever, preferia não ter de falar, não explicar.
O acto é falhado porque não só se começa como também se acaba. E a história lá está. Por isso no fim os pés estão na areia à espera de nova partida. Falhar, falhar outra vez, etc.
Nada disto é trágico. Não é uma derrota mas o princípio de uma vitória. Ou o esboço dela. Esboço de um esboço.
Não é fiel a “adaptação”, é traição, como a tradução.
Tentei nunca pensar na música que o texto podia ser. E o pouco que pensei logo me convenceram de que estava errado. Tentei oferecer resistência ao compositor, dificultar-lhe a tarefa e duvido que o tenha conseguido.
O espectador está à espera de ouvir o actor. Mas, para o espectador ouvir, o actor tem de falar. E, para o actor falar, o escritor tem de escrever. Foi com esta premissa que trabalhei. Não vale sempre, não vale para todos. Valeu para aqui.
Preferia não escrever, preferia não ter de falar, não explicar.
O que acontece quando o escritor não quer escrever? Ou quando o actor se recusa a falar? O que acontece quando o escritor não quer explicar ou acabar? “Terminai vós por caridade este poema” (Garcia Lorca).
Quantos amigos estão na plateia? Quantos inimigos? Quantos indiferentes? Poderá então alguma vez terminar?
O escritor está sozinho, aqui. Ismael está também só. Fala para um mastro, é espectador do seu espectáculo. Gostava que isto fosse entendido como ironia. Quem é que afinal deverá por caridade terminar?
O texto chamou-se Aos Peixes porque é dedicado. Dedicado a alguém. É para ser dito.
Preferia não escrever, preferia não ter de falar, não explicar.
Quando leio Moby Dick gosto da confiança do narrador, da sua sabedoria, da ausência de dúvidas. Gosto de ser um leitor confiante.
Sempre preferi o último capítulo do livro, aquele “E só eu escapei para to contar”. Porque enche o ego, claro – “a história escolheu-me a mim!” – mas sobretudo porque dá voz à confiança em que se lança quem me decide ler. Também a isso Aos Peixes é dedicatória.
Ouvi dizer (e suspeita-se de erro tipográfico, embora os mais nostálgicos prefiram pensar que foi vontade do escritor) que Moby Dick acabava com o naufrágio e com a morte do narrador, Ismael. Reza também que, à conta disto, as primeiras recensões à época acusaram o romance de incongruência: Se ele morreu, como pode então contar? O “erro” foi corrigido na segunda edição. Só eu escapei para to contar.
Um acto falhado?
Moby Dick não fala. É o protagonista mudo. O meu Ismael gostava de ser como a baleia branca. Ou a própria baleia.
Preferia não.
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O 25 de Abril no Bairro de Povos
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Etiquetas: Comemorações do 25 de Abril
Edson Cordeiro actua em várias cidades do país
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Los Vivancos chegaram para encantar e deslumbrar
Em estreia nacional subiram, ontem, ao palco do Auditório dos Oceanos, Los Vivancos.
Dotados de uma alegria contagiante, de uma coreografia explêndida, de um talento explendoroso, conquistaram o publico presente na sala poucos minutos após iniciarem a dança.Filhos do músico e bailarino Pedro Vivanco, estes 7 irmãos desde cedo contactaram com a música, tocada e dançada. Muitos aprenderam a tocar um instrumento ainda antes de saber ler. Oriundos de Barcelona, Catalunha, estudaram no Institut del Teatro de Barcelona, onde aperfeiçoaram a herança artística recebida do seu pai.
Artistas completos, reuniram-se numa companhia familiar, que honra a memória do s
eu pai, e enaltece a paixão comum pelo flamenco.
Com um inquestionável sentido rítmico, respeitam as diferenças que têm, transformando-as em palco em movimentos fluídos, plenos de força, sensualidade vibrante e muita garra.Los Vivancos- 7 Hermanos, um espectáculo diferente para quem gosta de ser surpreendido.
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Música em Sto Tirso
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terça-feira, 22 de abril de 2008
24 de Abril-o início da Festa!
DaTribe Records apresenta no Op Art,
quinta-feira, 24 de Abril 2008 (véspera de feriado),
a partir da 00h30,
a Revolução Electrónica sob a ponte 25 de Abril.
O local será o carismático Op Art, no Pontão da Doca de Santo Amaro em Alcântara, que abrirá portas aos revolucionários da "Da Tribe Records" para mais uma grande festa, com um line up de luxo, escolhido a dedo entre os melhores da nova geração nacional de Deejays, de onde destacam-se dois nomeados para Dj Revelação nos prémios Portugal Night e dois dos mais requisitados Dj´s nacionais.
Bem-vindos à Revolução…
Line up
00h30-01h30 Johny D
01h30-03h00 Lady M
03h00-06h30 Magillian vs Mark Rizzo
06h30-08h00 Phill Kay
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Grande Festa no Casino Lisboa
Foram muitos milhares os visitantes que se associaram à festa do segundo aniversário do Casino Lisboa, que decorreu no passado fim-de-semana.
o, por Natalie Choquette, Pedro Abrunhosa e Yves La Rock e, no Domingo, pelos Fat Freddy’s Drop, Carl Craig e Kamala.Em noite de aniversário, Natalie Choquette regressou ao Auditório dos Oceanos para assinar outro notável concerto, ao qual assistiram várias personalidades de relevo da sociedade portuguesa.
À meia-noite, Pedro Abrunhosa protagonizou um original concerto na “bolacha” central do Arena Lounge.
“Luz”, não esquecendo outros êxitos que marcaram a sua carreira, como “Se Eu Fosse Um Dia o Teu Olhar” ou “Lua”.Pela madrugada, foi a vez do conhecido DJ, Yves LaRock, contagiar o público com as sonoridades de “Zookey” e “By Your Side”.
A celebração do 2º aniversário do Casino Lisboa prosseguiu, no Domingo, com a banda neozelandesa Fat Freddy’s Drop, que se estreou no Arena Lounge.
A Festa privilegiou, também, a melhor música electrónica contemporânea, da autoria do norte-americano Carl Craig.
Por último, na cabina da Juke Box, o DJ Kamala escolheu as sonoridades do universo "turntablism" nacional, encerrando, da melhor forma, este ciclo comemorativo.
Foi um programa diversificado que contou, ainda, com a presença de dezenas de figurantes, que animaram os diferentes espaços do Casino Lisboa.
Publicada por
Zita Ferreira Braga
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19:34
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Etiquetas: Casino Lisboa, Festas









