sexta-feira, 11 de abril de 2008

"Desordem no reino do Gatuskão" em cena no TAGV

Desordem no reino do Gatuskão
Dias 15, 17 e 18 de Abril às 10h30 e 15h00
Dia 16 de Abril às10h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra



Alfredo Godomias Miau e Zeferias Ladrascão eram dois amigos que viviam em Cat Town. Um dia, quando tinham a tua idade, decidiram ser Piratas. Compraram um barquito vermelho de cinco mastros e, numa tarde ventosa de Agosto, zarparam.
Ao fim de três dias de navegação em alto mar, avistaram um galeão Franciú ao largo. Hastearam a bandeira Pirata e partiram à abordagem, na esperança de conquistar um precioso tesouro de ouro, prata e pedras preciosas.
Os Francius eram cinquenta, eles eram só dois. Lutaram trinta e seis horas de seguida. Já tinham despachado quarenta e quatro Franceses cius, quando de repente...
Ladrascão cai ao mar, que, (como tu calculas), estava infestado de tubarões. Miau, depois de ter desbaratado os Francius, aprisionado aquele belo Galeão e conquistado o imenso tesouro que ele transportava, jurou abandonar a vida de pirataria, julgando que o amigo tinha sido devorado pelos tubarões.
Então, como ficou muito rico, comprou um Reino e tornou-se Rei.
Entretanto Ladrascão, que tinha caído ao mar, teve de matar mais de cem, quiçá mais até do que quinhentos e trinta e seis tubarões para se salvar. Diz a lenda que só ao septigentésimo o jovem Ladrascão se viu livre dos terríveis predadores.
Depois, como os barcos já se tinham afastado nadou quarenta e sete dias de seguida no seu estilo preferido até chegar a uma ilha deserta e se salvar.
Ficha técnica
Texto José Geraldo e José Brás
Encenação Pedro Malacas
Actores António Mortágua e João Castro Gomes
Cenografia, adereços e figurinos Carolina Santos
Música José Geraldo
Desenho de luz Alexandre Mestre
Design gráfico Carolina Santos
Fotografia Pedro Malacas
Técnico de luz e som Alexandre Mestre
Execução de figurinos Isabel Pereira
Cabelos Ilídio Design
Produção executiva Cláudia do Vale
Produção Camaleão-Associação Cultural
Estreia-tagv
Preçário
Preço escolas 3,00€
Duração 45`
Espectáculo para M/3 anos
Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente

Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

Cinema às segundas no TAGV

Segundas TAGV
O voo do balão vermelho
14 de Abril às 21:30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra



O voo do balão vermelho
De Hou Hsiao-Hsien [FRA/Taiwan, 2007,139’, M/12]

Um balão vermelho segue afeiçoadamente Simon, de sete anos, por Paris. Suzanne, a sua mãe, é uma marionetista que utiliza os seus talentos vocais para trazer à vida os espectáculos que escreve. Totalmente absorvida pelo seu novo espectáculo, esta mãe solteira é ultrapassada pelas complicações da vida moderna. Decide então contratar Song Fang, uma jovem estudante de cinema da Formosa, para a ajudar a cuidar de Simon.
Segundas TAGV
Produção TAGV

Preçário
Preço normal 4,50€ Preço estudante 3,50€
Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

Recital de canto e piano "O Canto do Cisne"

RECITAL DE CANTO E PIANO
"O Canto do Cisne"
José Oliveira Lopes [barítono]
Adriano Jordão [piano]
12 de Abril às 21h30
Casa Municipal da Cultura
Coimbra

José Oliveira Lopes



SCHWANENGESANG – "CANTO DO CISNE" – Op. 89
Ciclo de "lied" composto por Franz Schubert (1797-1828)
Poemas de Rellstab, Heine, Seid

Em 2008 completam-se 180 anos da morte do compositor austríaco Franz Schubert, cujo grande contributo para a Arte Musical se processou essencialmente no domínio do Lied, compondo três grandes ciclos (unidades poéticas).
O Festival de Música de Coimbra programou a audição integral dos três ciclos.
Depois de "A Bela Moleira" e "Viagem de Inverno", recitais de canto e piano decorridos em Novembro de 2007 e Janeiro de 2008, apresenta-se, agora, "O Canto do Cisne", o último dos três ciclos de Lieder, compostos em 1823.

Programa
“ Liebesbotschaft“ “Mensagem de amor“
“ Kriegers Ahnung” “Pressentimento de guerreiro“
“ Frühlingssehnsucht“ “Anseio de Primavera“
“ Ständchen“ “Serenata“
“ Aufenthalt“ “Paragem“
“ In der Ferne“ “Lá longe“
“ Abschied“ “Despedida“
___________

“ Der Atlas“ “Atlas“
“ Ihr Bild“ “O seu retrato“
“ Das Fischermädchen“ “A pescadora“
“ Die Stadt“ “A cidade“
“ Am Meer“ “Junto ao mar“
“ Der Doppelgänger“ “O sósia“
“ Taubenpost“ “Correio de pombos“

Entrada livre
Informações:
Casa Municipal da Cultura
Rua Pedro Monteiro
Coimbra
Telef. 239 702 630 Fax 239 702 496
www.cm-cultura.pt

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre com Eric Sardinas




Eric Sardinas & Big Motor


Eric Sardinas: guitarra/voz
Levell Price: baixo
Patrick Caccia: bateria

Honesto, cheio de autenticidade e com uma paixão suja forjada a fogo, Eric Sardinas infunde a sua música com um espírito combativo, reconfigurando os blues do Sul profundo com a delicadeza de um mestre.

Os seus primeiros registos de estúdio são “Treat Me Right”, de 1999, “Devil's Train”, de 2001 e “Black Pearls”, de 2003.
Ao seu 4º álbum, “Eric Sardinas and Big Motor”, lançado no início de 2008, Sardinas dá-nos um forte depoimento musical, alimentado por um sentido de aventura e imaginação, para além de uma guitarra feroz, complementada com versões inovadoras de clássicos de Elvis Presley e Tony Joe White.

Sardinas começou a tocar guitarra aos seis anos, recolhendo inspiração de uma imensidão de influências, nomeadamente rhythm & blues, gospel, rock ‘n’ roll, mas principalmente o seu profundo amor pelo blues tradicional de Son House e Robert Johnson, entre outros.

Todas estas influências, destiladas, compõem o seu estilo de composição e de interpretação, embora Sardinas não seja um mímico, um imitador.

Ao revés, absorve todos estes estilos no seu DNA, reinterpretando-os como um blues/rock contemporâneo inteiramente seu.
Não é necessário um velho mapa de estradas ou um sistema GPS topo de gama para navegar através da música de Eric Sardinas.

Basta “ligar” o motor, deixá-lo acelerar, e a sua guitarra irá levá-lo a uma viagem musical estonteante, que nunca irá esquecer…


www.ericsardinas.com/


CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE

Praça da República, 397300-109 Portalegre

Tel.: +351 245 307 498

Fax.:+351 245 307 544


Outras Lisboas no S.Luis


CICLO OUTRAS LISBOAS
BRASIL


SALA PRINCIPAL E JARDIM DE INVERNO


Teatro/ Música/ Dança/ Debates


O Ciclo Outras Lisboas, do Teatro São Luiz, termina em Abril com uma viagem pelo Brasil e com mais uma encomenda, desta feita ao Teatro O Bando.
No espectáculo Em Brasa, O Bando “explora as diferentes visões que nos cruzam e que se cruzam. Reflectindo sobre as questões da imigração brasileira, o espectáculo aponta para um olhar externo sobre nós próprios, onde as visões pessoais, tão cheias de códigos e referências que se fecham em si mesmos, talvez se mostrem mais comuns do que aparentam.

Se levantar voo é perder o traço de: ‘até aquilo que, por primeiro / se apagar, ficou mais oculto: / o homem, que é o núcleo / do núcleo de seu núcleo’; aterrar poderá então trazer uma melhor imagem da dimensão humana, onde não se olvide a memória aérea das fronteiras já esbatidas. ‘Em Brasa’ vai ao encontro da percepção de um outro e de um eu (que é um outro em si mesmo); de um eu e de um outro (que é um eu em si mesmo).”
E é do Brasil que vêm a música e os ritmos que animam as Noites do Brasil, danceterias muito especiais onde os DJs ‘de serviço’ são os membros do elenco da peça Em Brasa.
Mas a música do Brasil tem mais espaço e mais tempo.
Além das Noites do Brasil, o São Luiz recebe ainda as presenças de Alexandra Mascolo-David, com a música de Francisco Mignone, em Valsas Brasileiras (21 de Abril), Edson Cordeiro, cantor de culto e ícone gay (27 de Abril) e Chico César e Paulinho Moska, o encontro de dois dos mais talentosos compositores e intérpretes da nova geração da música brasileira (28 de Abril).
As letras e as palavras têm também tempo nesta última etapa do Ciclo Outras Lisboas e de 10 a 13 de Abril o São Luiz é palco do encontro de escritores lusófonos com o Forum das Letras, Ouro Preto.
Desde Fevereiro que o São Luiz se encheu de outras cores e de outras vozes, abrindo as portas de uma forma muito especial, aos novos lisboetas.
Conscientes de que uma das responsabilidades de um teatro municipal é prestar serviço público aos munícipes, quisemos na temporada 2007/08 dar espaço, neste teatro, aos Lisboetas provenientes de África, Europa de Leste e Brasil. Foi assim que criámos o Ciclo Outras Lisboas, um ciclo que englobou três espectáculos encomendados pelo São Luiz, acompanhado de eventos paralelos e complementares.

Banda Sinfónica da GNR actua com os Gnr


GNR + GNR NO PAVILHÃO ATLÂNTICO

Lembrar o Iraque em Música em Braga



MÚSICA PELO MÉDIO ORIENTE


CLÃ E JORGE PALMA RECEBEM NO THEATRO CIRCO
MÚSICOS TRADICIONAIS DO IRAQUE E DA PALESTINA

10 de Abril > 21h30 > 10€ >


Marwan Abado (Palestina), Wesam Avoub e Ehad Al-Azzawy (Iraque) juntam-se aos “Clã” e a Jorge Palma para – a 10 de Abril, 21h30 – evocarem no Theatro Circo os cinco anos que dura o conflito no Iraque.

Além da óbvia motivação deste concerto, ele dá continuidade à diversidade de culturas e nações que este mês se mostram na sala de espectáculos bracarense.
Com a designação de “Música pelo Médio-Oriente”, a iniciativa da “Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque” conta, assim, com a recepção no palco principal do Theatro Circo de alguns dos melhores músicos do mundo árabe, intérpretes de instrumentos como o “santur” ou o “ud”, por dois dos mais conceituados e reconhecidos nomes do panorama musical português, que se juntam num concerto que quer atrair as atenções para as consequências de cinco anos de invasão e ocupação territorial do Iraque.

Precisamente do Iraque – juntamente com o percussionista Ehad Al-Azzawy, que se destaca no domínio de instrumentos como a “darkuba”, “riqq” e “tar” – apresenta-se o mais reconhecido tocador de “santur” do Iraque, Wesam Ayub.
Elemento proeminente da chamada “Escola de Bagdade”, instituição cuja influência se propagou por todo o mundo árabe e que recuperou e desenvolveu a dupla linhagem musical, tradicional e erudita, dando origem a uma notável geração de músicos, Wesam Ayub reside actualmente na Holanda, onde assume igualmente funções como representante na Europa da “União dos Músicos Iraquianos”.
Considerado um longínquo ancestral do piano, o “santur” consiste num instrumento de cordas tendidas horizontalmente que são percutidas com dois finos martelinhos de madeira esculpida. Usado em várias culturas, o “santur” iraquiano difere daquele que predomina no Irão e na Grécia, apresentando mais possibilidades sonoras, mas exigindo sempre um grande virtuosismo no seu manejamento devido à especial delicadeza que o caracteriza.
Neste contexto vão igualmente ouvir-se os sons do “ud”, antepassado do alaúde, interpretado pelo também cantor e compositor palestiniano Marwan Abado.
Inspirado pela tradição árabe do “taq’sim”, Abado desenvolveu um reportório que não obedece a categorias rítmicas fixas, sendo, por outro lado orientado pelo impulso mais íntimo do intérprete.
Considerado um dos mais notáveis representantes contemporâneos da música palestiniana, Marwan Abado, que, nos seus temas inclui excertos de poesia árabe, nasceu em 1967 num campo de refugiados palestinianos em Beirute (Líbano) e encontra-se actualmente exilado em Viena (Áustria).

No papel de anfitriões em Braga, os portugueses “Clã” e Jorge Palma voltam a subir ao palco principal do Theatro Circo para apresentar alguns dos seus maiores êxitos e demonstrar a sua solidariedade com a causa aqui evocada.
Após um concerto esgotado em Novembro do ano passado, a banda da carismática Manuela Azevedo regressa à sala que os recebeu com grande entusiasmo para interpretar alguns dos seus temas mais emblemáticos, extraídos, inclusive, do ainda recente álbum “Cintura”.
Nome firmado na música portuguesa contemporânea, Jorge Palma, que, nesta iniciativa, assinala também o primeiro retorno à sala bracarense após a sua reabertura, traz ao palco principal alguns dos temas que compõem o novo projecto “Voo Nocturno”, e de que se destaca o “single” “Encosta-te a Mim”.
Protagonista de uma carreira iniciada em 1972, o autor e intérprete de alguns dos maiores sucessos da música portuguesa, designadamente, “Deixa-me Rir”, “Dá-me Lume” ou “Bairro do Amor”, conta já com mais de duas dezenas de álbuns editados e com um percurso marcado pelas parcerias estabelecidas com outros grandes nomes do contexto artístico nacional.
Constituído em 2003, na tradição do “Tribunal Russell para o Vietname”, o “Tribunal Mundial sobre o Iraque” (TMI), surge com o objectivo de alertar o mundo para as consequências da invasão deste país por uma Força Armada Multinacional.
Nacionalmente, a “Audiência Portuguesa” desta entidade – que tem apoiantes nos vários quadrantes da sociedade, destacando-se nomes como José Mário Branco, Maria João Pires, Fernando Rosas, Maria José Morgado, Paulo de Carvalho ou Rui Vieira Nery, entre muitos outros – tem por finalidade «analisar a implicação e responsabilidade do Estado Português, de entidades e de cidadãos portugueses no conflito iraquiano, formulando a acusação aos crimes cometidos».

Os ingressos, a 10 euros, estão disponíveis nas bilheteiras do Theatro Circo.

Música pelo Oriente no S.Jorge



Música pelo Médio Oriente

Para assinalar o 5.º aniversário da ocupação do Iraque, o “Tribunal-Iraque” apresenta um espectáculo das arábias.

Wesam Ayub, Ehad Al-Azzawy (Iraque) e Marwan Abado (Palestina) são recebidos por Luís Represas, João Pedro Pais e José Mário Branco para um espectáculo único, no Cinema São Jorge, no dia 12 de Abril, às 21h30.
Wesam Ayub é considerado o melhor tocador de santur (instrumento iraquiano, parente longínquo do piano) do Iraque e elemento proeminente da chamada “escola de Bagdade”, de que foi um dos principais professores nos anos ’90. Reside na Holanda assim como o percurssionista que o acompanha, Ehad Al-Azzawy, que toca darbuka, riqq e tar.

Marwan Abado é cantor, compositor, tocador de ud e considerado um dos maiores representantes actuais da música palestiana. As suas palavras são quase sempre bebidas na grande poesia árabe e a sua música não obedece a categorias rítmicas fixas mas a um impulso mais íntimo do intérprete.
Este concerto é uma ocasião rara de ouvir grandes músicos do Iraque e da Palestina recebidos em palco por artistas portugueses.

Música pelo Médio Oriente:

Wesam Ayub, Ehad Al-Azzawy (Iraque) e Marwan Abado (Palestina) são recebidos por Luís Represas, João Pedro Pais e José Mário Branco

Cinema São Jorge Sala 2
12 de Abril 21h30
Bilhetes: 10 € (à venda no local do espectáculo, Ticketline e lojas Fnac)

Wesam Ayub, Ehad Al-Azzawy (Iraque) e Marwan Abado (Palestina) são recebidos por Paulo de Carvalho e José Mário Branco





Teatro Vírginia Torres Novas
13 de Abril 16h00
Bilhetes: 10 € (à venda no local do espectáculo)

" A Gaivota " no Centro Cultural de Belém


A Gaivota
(Tema Para um Conto Curto)

10 A 13 DE ABRIL 2008
palco do pequeno auditório do ccb


Encenação: Enrique Diaz

Uma adaptação do texto de Anton Tchékhov

Com: Bel Garcia, Enrique Diaz, Filipe Rocha, Lorena da Silva, Isabel Teixeira,
Alexandra Negrini, Thierry Trémouroux

Co-Produção: La Ferme Du Buisson – Scène Nationale De Marne-La-Vallée

Mais de um século depois da sua estreia, em 1896, A Gaivota permanece uma das peças teatrais mais representadas em todo o mundo.
No centro da história está o teatro.
Através das personagens, e sobretudo através da personagem do jovem escritor Treplev, Tchékhov e, agora, Diaz questionam a literatura, o teatro e a própria criação artística.
Enrique Diaz, na sua versão de A Gaivota, alterna as cenas de ficção na província russa com a realidade da cena teatral, criando um jogo onde os actores entram e saem continuamente do seu papel, mudam de personagem e fazem malabarismos com os adereços.
NOTA
Mais coisas se poderia dizer sobre esta encenação de Enrique Diaz mas a sua pouca disponibilidade para uma conversa mais elucidativa sobre os seus objectivos em teatro, só nos permitem a nota acima.
Tentámos; não fomos bem sucedidos.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Lume Big Band e Bernardo Sassetti no INJAZZ

Último fim-de-semana da viagem do
FESTIVAL INJAZZ por
Montemor-o-Velho



LUME Big Band
11 de Abril às 22:00
Auditório da Filarmónica de Verride
Verride

Bernardo Sassetti Piano Solo
12 de Abril às 22:00
Teatro Esther de Carvalho
Montemor-o-Velho

Os Lisbon Underground Music Ensemble (LUME) Big Band actuam na sexta-feira, 11 de Abril, pelas 22 horas, no Auditório da Filarmónica de Verride. A noite de sábado, noite de encerramento da 4ª edição do InJazz em Montemor-o-Velho, acolhe as sonoridades do piano a solo de Bernardo Sassetti, no Teatro Esther de Carvalho.
Preçario
Menores de 16 anos - Gratuito
Maiores de 16 anos - 2,5 euros
Informações:
Raquel Lains
Email:
raquellains@letstartafire.com
Site:
www.letstartafire.com
Myspace: www.myspace.com/raquellains

Nicole Eitner dia 11 na FNAC de Coimbra

Nicole Eitner
Vampires
11 de Abril às 22H00

FNAC Forum Coimbra


Vampires marca a estreia de Nicole Eitner, uma mescla de pop, clássico e jazz, em fusão com uma voz doce e audaz. O álbum com as participações especiais de Zeca Neves no contrabaixo, Viviena Toupikova no violino e Miguel Neves na gravação e mistura, estando a música e letra, arranjo e produção a cargo da própria vocalista.
Mais Informações:
www.myspace.com/nicoleeitner
Departamento de comunicação
Fnac Forum Coimbra
Loja 1.03
Horário da Loja: 10h-24h

The Postcard Brass Band

The Postcard Brass Band
12 de Abril às 22H00
FNAC Fórum Coimbra



Fundado em 2006, o quarteto composto por Mário Marques (saxofone), Rúben Santos (trombone), Sérgio Carolino (sousafone) e Michael Lauren (percussões) surgiu na sequência de vários intercâmbios entre os seus membros noutros agrupamentos. Música do Mundo é o que a banda pretende tocar, seja a proveniência africana, oriental ou ocidental, do velho ou do novo mundo, desafiando a técnica e a estética. O trabalho homónimo mostra a música de New Orleans com o seu espírito urbano de sentir sempre em ambientes ora festivos ora melancólicos.
Mais Informações:
www.myspace.com/thepostcardbrassband
Departamento de comunicação
Fnac Forum Coimbra
Loja 1.03
Horário da Loja: 10h-24h

E-mail: fnac.coimbra@fnac.pt

“El Ejido, a lei do lucro” dia 11 no TAGV

Doc TAGV/FEUC
El Ejido, a lei do lucro
11 de Abril às 21:45
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra


El Ejido, a lei do lucro
De Jawad Rhalib [Marrocos/Bélgica/França, 2007, 80`]
Filme comentado por Jacques Mazier (Universidade de Paris XIII), Joaquin Arriola (Universidade de Bilbau), João Amado (FDUC) e José Reis (FEUC)

O filme fala-nos da imigração em Espanha, no tempo de Aznar. Mas é também a Espanha de Zapatero, a Espanha que foi posta em debate televisivo no passado dia 3 de Março com o tema a imigração. É a Espanha que se tornou um novo país quanto às migrações, passando de país de forte taxa de emigração a país de forte taxa de imigração, com 8,5% dos seus habitantes a serem imigrantes legais e calcula-se ainda em mais de 50% destes os que estão ilegalmente no país. É a Espanha de Aznar (1996-2004) que se irá mostrar, pois foi com este que a Espanha implementou uma nova política que levou à securização das imigrações com leis extremamente rígidas a contribuírem para a manutenção da “fortaleza Europa”. A partir daqui será também da Espanha de Zapatero que se quer falar, pois é com Zapatero que se “quer impulsionar uma política imigrações na União Europeia”.
Organização TAGV e FEUC
Entrada gratuita
Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

Grupo de fados CLAVE DE SOL

Grupo de Fados
CLAVE DE SOL
10 de Abril às 21:45
Café Santa Cruz
Coimbra


Entrada livre

José Cid no Maxime


CONCERTO COM JOSÉ CID


José Cid, o artista que há dois anos pôs o Cabaret Maxime nas bocas do mundo regressa ao grande palco da Praça da Alegria para um concerto inédito: pela primeira vez desde o ressurgimento do espaço, “a mãe do rock português” aparece perante o público desta prestigiosa casa de espectáculos acompanhado pelo seu quarteto!

Não há Coliseu nem Campo Pequeno que valham o lajedo branco da ribalta do Maxime, o palco onde os artistas, frente-a-frente com o público (à distância de um olhar) dão “o litro” como em nenhum outro local!
Cid & Companhia, olhos-nos-olhos com a plateia, vão decerto incendiar a casa com as canções que todos esperam ouvir e trautear, mas não só.
Cid, um desestabilizador nato, não deixará os seus argumentos por gargantas alheias, e vai com certeza surpreender – e deslumbrar – a audiência com músicas inéditas, improvisos, convidados-surpresa e sabe-se lá que mais.

É por estas e por outras que José Cid continua a deixar atrás de si um rasto de plateias esgotadas, corações despedaçados e pretendentes (ao trono!) mil…

sexta e sábado . 11 e 12 abril 08 .
bilhetes € 15,00
abertura de portas 22h00 .
espectáculo 23h30
cabaret maxime - pç. alegria, 58 em lisboa
reserva de mesas tel. 213467090 . 967045836 . 916350427

terça-feira, 8 de abril de 2008

Beckett no D.Maria até Junho


COMEÇAR A
ACABAR
DE SAMUEL BECKETT


direcção / tradução JOÃO LAGARTO
desenho de luz JOSÉ CARLOS GOMES
figurino ANA TERESA CASTELO
música JORGE PALMA

direcção de cena CRISTINA VIDAL
operação de som ANTÓNIO VENÂNCIO

operação de luz LUÍS LOPES



COM
JOÃO LAGARTO


SINOPSE

“Começar a Acabar” é um monólogo em que um homem se dirige directamente ao público para contar a sua história.


A primeira frase que profere dá-nos, desde logo, o tom do discurso: “Em breve estarei morto finalmente apesar de tudo”.

Enquanto espera que chegue a sua última hora, este homem recorda momentos significativos do seu passado: as relações tensas com o pai, que morreu cedo, a ligação terna à mãe, com quem nunca se conseguiu entender, uma infância passada com grande agitação interior, a maturidade decorrida sem amor (“Nunca amei ninguém acho eu, senão lembrava-me”), uma velhice vivida em solidão, sem mulher, filhos ou netos que o entretenham.

Mas à medida que as memórias mais insignificantes lhe acorrem ao espírito, o homem evoca também assuntos comezinhos, de forma aparentemente aleatória…



SALA ESTÚDIO
10 ABR a 01 JUN
3ª a SÁB. 21H45 DOM. 16H15


A sós com Beckett
Poucas peças existirão em que, sentado na plateia, o espectador consegue sentir a respiração da morte e a constante presença do fim como em “Começar a Acabar”, de Samuel Beckett.

A partir de três textos chave da sua ficção – “Molloy”, “Malone está a Morrer” e “O Inominável” – o dramaturgo irlandês juntou fragmentos, (re)ordenou-os e, em alguns casos, chegou a reescrevê-los.

O resultado é este magnífico espectáculo encenado e interpretado por João Lagarto que o TNDM II volta a apresentar na Sala Estúdio onde, em 2006, se estreou com grande êxito.

O reconhecimento deste trabalho com o Prémio da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro (2006) mostrou como esta é não só uma homenagem a Beckett, uma das grandes referências literárias do século XX, mas também um texto onde é obrigatório sentir o espectáculo.


A depuração das palavras aliada à presença em palco de João Lagarto, cujo trabalho de voz e de corpo revelam uma brilhante interpretação, fazem de “Começar a Acabar” um desafio, uma partilha com cada espectador.
Uma caixa negra e três lâmpadas, que mal iluminam um cenário também desprovido de objectos, são o suficiente para, subitamente, o palco se encher com a presença do protagonista, um mendigo que joga com pedras nos bolsos, que faz rir a plateia e que a faz congelar quando diz: “Em breve estarei morto”.

De repente, o espaço parece pequeno, abafado por tantas memórias que se vão soltando pelo ar, pelo passado que ora teima em ir ou voltar, pelas palavras pesadas de ironia e, sobretudo, pelo silêncio.

O silêncio que nos faz reflectir, ao mesmo tempo que aquele homem, com quem estamos a sós, contraria as ilusões.
Demora-se a partir, que é como quem diz, a morrer. Mas neste monólogo, inédito em Portugal, a habilidade de Beckett é bem visível.

O humor não abandona o texto, mesmo quando se abre o livro da vida e nele se encontram actos sem sentido, obsessões, isolamentos, caminhos subterrâneos que escondem aquilo que não pode ser escondido: a iminência do fim.
JOÃO LAGARTO

direcção, tradução, interpretação


Estudou Actuação, no Conservatório de Lisboa (1972/74) e na Fundação Gulbenkian com o professor Adolfo Gutkin (1980/81), e é actor profissional desde 1974.


Trabalhou como actor, encenador e tradutor em mais de 60 peças de autores como Gil Vicente, Samuel Beckett, William Shakespeare, Georges Feydeau, Botho Strauss, Bertolt Brecht, Harold Pinter, David Mamet, Alfred Jarry, Brian Friel e António Patrício. É fundador de cinco grupos de teatro: Centro Cultural de Évora (1975), Maizum (1981), Alta Recreação (1984), Teatro da Malaposta (1988) e Os Crónicos (2004).


O primeiro filme em que participou é “Histórias Selvagens”, de António Campos (1978), tendo, desde então, trabalhado com realizadores como Luís Rocha, Walter Salles Júnior, Ruy Guerra, João Mário Grilo, Joaquim Leitão, Toni Verdaguer, Laurence Ferreira Barbosa, Bertrand Tavernier, Luís Galvão Teles, José de Sá Caetano ou Manuel Mozos.

Na televisão, começou por participar nos filmes de Luís Felipe Costa e na série “Duarte e Companhia”, de Rogério Ceitil, vindo a integrar os elencos de algumas telenovelas (“A Banqueira do Povo”, “Os Lobos”, …) e de várias séries (“Cluedo”, “Ballets Rose”, “Os Polícias”, “A Febre do Ouro Negro”, “Os Távoras”…).

Apresentou o programa “Mesa à Portuguesa”, participou em diversas produções para as televisões francesa, inglesa e alemã, onde trabalhou, entre outros, com os realizadores Claude Guillemot, Franck Apprenderis, Michel Lang, Gero Erhardt, Marc Rivière, Robin Davis, Gerard Marx, Susan Belbin, Joel Santini ou Pierre Koralnik.

Foi responsável pela área de teatro no lançamento da Escola de Circo – Chapitô.

Foi professor de Actuação no IFICT (Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral), participou no arranque do Curso de Animadores Turísticos da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, como responsável pela cadeira de Artes e Espectáculos.

Exposição no Museu da Marioneta

Museu da Marioneta
Exposição Dormitorium:

Cenários dos Filmes dos Irmãos Quay




O Museu da Marioneta, a Monstra – Festival de Animação de Lisboa e o FIMFA Lx – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas apresentam “Dormitorium: Cenários dos Filmes dos Irmãos Quay”, uma exposição patente no Museu da Marioneta entre 11 de Abril e 10 de Maio.


A exposição “Dormitorium – Cenários dos Filmes dos Irmãos Quay” mostra uma extensa colecção de cenários e marionetas criados pelos britânicos irmãos Quays para os seus filmes e para algumas peças de teatro e ópera de cuja cenografia foram responsáveis.


É uma oportunidade única de ver em primeira mão os segredos de uma obra fascinante e perturbadora, com ecos de memórias de infância filtradas por uma sensibilidade muito própria. Uma viagem às matrizes de filmes tão incontornáveis como “Street of Crocodiles” ou “The PianoTuner of EarthQuakes”, num imaginário que funde Lewis Carrol com Luis Buñuel, passando por Franz Kafka e Jan Svankmajer.

Com uma imaginação bizarra e delirante, os irmãos gémeos Timothy e Stephen Quay estão entre os animadores mais originais e incontornáveis da últimas décadas, criadores de um universo negro e surrealista que tem granjeado elogios de todos os quadrantes.


Exímios manipuladores de marionetas, a que dão um tratamento individualizado e sem paralelo na história do cinema, são criadores de universos pessoais, abstractos e inesquecíveis.


Uma exposição que ilumina as sombras de uma obra única na história do cinema, “Dormitorium” tem congregado elogios e estupefacção nas mais importantes cidades europeias e é trazida para Portugal pela associação de esforços da EGEAC/ Museu da Marioneta e de dois Festivais da cidade dedicados ao universo da animação e manipulação: a Monstra – Festival de Animação de Lisboa e o FIMFA Lx – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas.


“Dormitorium: Cenários dos Filmes dos Irmãos Quay”

Museu da Marioneta
De 11 de Abril a 10 de Maio
Sala do Claustro
De terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Primeiro fim-de-semana do INJAZZ em Montemor-o-Velho

Maria João (en)cantou no Teatro Esther de Carvalho



A primeira incursão do Festival INJAZZ 2008, em Montemor-o-Velho, arrancou na sexta-feira com Maria João e o seu quarteto no Teatro Esther de Carvalho.
Este Teatro, do final do século XIX, foi recuperado e reaberto ao público em 2003 e desde então para cá tem mantido uma programação regular. Com inspiração neoclássica, deve grande parte da sua riqueza arquitectónica interior à decoração totalmente em madeira pintada em que predominam os tons de azul, pastel e dourado.

A cantora que ainda hoje não sabe se entrou na Escola de Jazz do Hot Club, em 1982, pela espectacularidade do seu improviso ou porque havia falta de cantores na escola, foi recebida por um público caloroso que esgotou a sala.
Esta actuação, de quase duas horas, foi essencialmente uma viagem ao cancioneiro brasileiro do seu último álbum “João”, lançado em 2007, mas também a temas mais antigos com arranjos musicais de Mário Laginha.
Na memória de quem teve o privilégio de assistir a este concerto, tal como a HARDMUSICA.COM, ficarão os solos e improvisos inenarráveis e irrepetíveis, que só o virtuosismo de uma voz impar e poderosa, como a da Maria João, se permite aventurar pelos caminhos mais sinuosos. O resultado só podia ser um. Um grande concerto que também muito deve ao suporte musical propiciado pela guitarra, contabaixo e bateria do seu quarteto.


O músico e professor Zé Eduardo, que foi fundador e director do Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal e da Orquestra de Jazz do Hot Club Unit, foi o senhor que se seguiu. Subiu ao palco no sábado à noite com o trio Zé Eduardo Unit.
Em Dezembro de 2007, como a HARDMUSICA.COM já aqui teve oportunidade de publicar, Zé Eduardo dirigiu a European Movement Jazz Orchestra (EMJO), em Coimbra.


http://hardmusicapontocom.blogspot.com/2007/12/european-movement-jazz-orchestra-actuou.html
Para a próxima sexta-feira a organização convidou a LUME Big Band, que actuará no auditório da Filarmónica de Verride e no sábado Bernardo Sassetti tem o Teatro Esther de Carvalho reservado para o seu piano. Assim encerra esta viagem do INJAZZ a Montemor-o-Velho.
Teresa Arsénio e Pedro Vila Nova
Fotografias de Maria João 4teto – Teresa Arsénio

Musicalidades nos jardins da AAC

Queima das Fitas de Coimbra
Musicalidades em Abril
7,14,21 e 28 às 22:00
Jardins da Associação Académica

Informações: www.queimadasfitas.org

PLUMA ao vivo na FNAC Forum Coimbra

Pluma
Simplicidade
10 de Abril às 22:00
FNAC Forum Coimbra

Fotografia: Teresa Arsénio (Coimbra;19 de Dezembro de 2007)

O projecto Pluma nasceu de uma troca de ideias, letras e acordes que juntou Miro Vaz (ex-guitarrista de Squeeze.Theeze.Pleeze) e Sílvia de Sousa (ex-vocalista de Bluecherry). Para além desta, existem outras vozes convidadas como Joana França, Bianca Jhordão, Tico Santa Cruz e DJ Cleston. E Grito... é o primeiro avanço de Simplicidade, um trabalho pautado pela pop com melodias cheias de guitarras rock.
Informações
Departamento de comunicação
Fnac Forum Coimbra
Loja 1.03
Horário da Loja: 10h-24h