quarta-feira, 26 de março de 2008

NÓMADAS: Windsurf no Havai

O National Geographic Channel apresenta “Nómadas”, uma série documental com as mais impressionantes imagens de quatro desportos radicais. Tudo isto contado pelos protagonistas que nos transmitem verdadeiras experiências empolgantes.

Neste episódio de “Nómadas” acompanhamos Johnny Decesare, famoso realizador de documentários de desportos de acção, enquanto dá os toques finais, com a sua equipa, ao seu novo e inovador filme de acção «The Windsurfing Movie». Uma equipa de Nómadas junta-se à produção na ilha de Maui, enquanto Johnny e companhia se ocupam da realização da última filmagem, a mais complexa tecnicamente: uma sequência sobre uma onda gigante, rodada a partir de vários helicópteros. Para além de cobrir esta filmagem, o programa mostra-nos cenas de filmagens anteriores bem como documentação das últimas semanas de pós-produção anteriores à gala de estreia do documentário, em França. O resultado final é um episódio que pinta um retrato muito revelador da realidade da rodagem de documentários desportivos de acção. As entrevistas ao realizador, à sua equipa, aos desportistas e a outros membros da indústria são intercaladas com imagens gravadas entre bastidores e com cenas reais do filme, o que permite que este episódio seja verdadeiramente dinâmico.
NÓMADAS: Windsurf no Havai
Estreia: Quarta-feira, dia 26 de Março, às 21h00 / Repetição: Quarta-feira, dia 3 de Abril, às 14h30

PRÓXIMOS CONCERTOS DOS FONZIE

As próximas datas dos concertos dos Fonzie:

28 de Março - Praia da Tocha (15 Km de Cantanhede) - Spring Break Festival
11 de Abril - Odemira - Kick Of The Rock c/ Linda Martini & DaPunkSportif
14 de Junho - Praga (República Checa) - Kokr Fest 2008

27 de Março - Dia Mundial do Teatro

27 de Março _ DIA MUNDIAL DO TEATRO
Exposição O QUE É O TEATRO?
27 de Março a 6 de Abril


INSTITUIÇÕES ADERENTES
Ateneu de Coimbra
Segunda a Sexta: 9h00_18h00
e 21h30 _ 24h00
Sábado e Domingo: das 14h00 às 19h00
Casa Municipal da Cultura (Galeria Ferrer Correia)
Segunda a Sexta: 9h00_19h30
Sábado: 13h30_19h00
Encerra ao Domingo
Sala Polivalente do Grupo de Teatro do CPT de Sobral de Ceira
Todos os dias:
20h00 _ 24h00
Escola Secundária José Falcão
Exposição patente a partir de 31 Março
Segunda a Sexta: 9h00 - 24h00
Encerra Sábado e Domingo
Escola Superior de Educação de Coimbra (Pólo I)
Quinta e Sexta (27 e 28): 8h00-20h00
Sábado, 29: encerrado
Dias 31 de Março, 1, 2, 3 e 4 Abril: 8h00 - 22h00
Domingo: encerrado
Exposição patente até 4 de Abril.
Junta de Freguesia de Ribeira de Frades / Teatro Amador de Ribeira de Frades
Segunda a Sexta:
9h00 - 12h30
14h00 - 17h30
Sábado e Domingo:
10h00-13h00
14h00 - 18h00
Museu dos Transportes / O Teatrão - Companhia de Teatro para a Infância
Quarta a Sábado:
21h00 - 23h30
Domingo:
16h30-18h00
Interrompe nos dias 3, 4 e 5 de Abril

Programação paralela
O Teatrão apresenta:
"Como Havemos de Estar" [encenação: Nuno Pino Custódio]
Museu dos Transportes _ 27 de Março a 4 de Maio
Quarta a Sábado: 21h30
Domingo: 17h00
Interrompe a 3, 4, 5 e 30 de Abril.
Informações e reservas: Telef. 239714013; 914617383; geral@teatrao.pt
Escola Superior de Educação de Coimbra e Autarquia apresentam:
"O Sermão da Sexagésima", de Padre António Vieira _
Leitura comentada pelo actor António Fonseca
Mosteiro de Celas
4 de Abril
21h30
[Acesso gratuito]

Sessões dirigidas a Escolas Secundárias *
Auditório da ESEC
1 de Abril _ 10h00
2 de Abril _ 15h00
Mosteiro de Celas
4 de Abril _ 16h00
* Necessário inscrição prévia _ Telef. 239793120 - ext. 1297
A exposição apresenta um conjunto de painéis com imagens e textos que abordam, de forma pedagógica, a expressão do Teatro ao longo do tempo, os intérpretes, os autores, os textos, os públicos, os aspectos sociais e os espaços de representação, na tentativa de aproximar as populações da história desta arte de representação.

Iniciativa integrada na Acção de Grande Envolvimento Nacional/ AGEN, promovida pelo Ministério da Cultura/Direcção-Geral das Artes, através do Território Artes, cuja edição do ano em curso é dedicada ao Teatro, sob o tema "Teatro para Todos/Todos os Teatros".

Informações
Casa Municipal da Cultura
; Rua Pedro Monteiro3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630


Menano expõe no Museu Municipal de Coimbra

António Augusto Menano
Exposição de pintura
1994-2007

27 de Março a 26 de Abril
Museu Municipal - Edifício Chiado
Coimbra

No caminho das barcas; MENANO, António


A pintura de António Menano, tal como a poesia, não se consome nos minutos que os olhos a perscrutam, é para “beber” devagar, sem pressas. A materialidade que ressalta das cores, dos volumes, dos traços, da subtileza da técnica, do estilo pictórico, provém da ideia, pensamento elaborador que se converte em acção, que resulta do sopro da liberdade criadora.
Sem sujeição a rígidos figurinos e a esquemas selectivos, a pintura de António Menano expressa conteúdos inebriadores e pulsantes, que aferem dos valores que mostram credibilidade e que, tal como o pergaminho, resistem ao tempo e são reconhecidos, porque referenciados pelo público.

António Augusto Menano nasceu em Coimbra em 1937 embora a Figueira da Foz seja a sua cidade onde vive.
Apaixonado desde o Liceu pelas artes plásticas, fez desenhos e pinturas a guache.
Em 1995 participou em três exposições colectivas, em Aveiro e na Figueira da Foz.
Publicou textos sobre pintura em jornais, revistas e catálogos de exposições.
Escritor com 15 livros publicados, está representado em 17 antologias.
Colaborou em publicações de Angola, Brasil, Espanha, Macau, Moçambique e Portugal.

HORÁRIO
Até 31 de Março: Terça-feira a Sexta-feira - 10h00/18h00; Sábado - 10h00/13h00 e 14h00/18h00; Encerra Domingos, Segundas-feiras e feriados
Após 31 de Março: Terça-feira a Sexta-feira - 11h00/19h00; Sábado - 11h00/13h00 e 14h00/19h00; Encerra Domingos, Segundas-feiras e feriados
Informações
Casa Municipal da Cultura
, Rua Pedro Monteiro, 3000-329 Coimbra

Telef. 239 702 630
www.cm-cultura.pt

Exposição de fotografia no Norte Shopping

“Ausências” inaugura a 28 de Março
Silo-Espaço Cultural recebe exposição do fotógrafo Rubén Abella

O Silo-Espaço Cultural do NorteShopping inaugura, no próximo dia 28 de Março, a exposição do fotógrafo espanhol Rubén Abella, constituída por uma série de imagens nostálgicas que transmitem a ausência que se apoderou de espaços públicos e privados.

Programada pela Direcção Geral de Arquivos/Centro Português de Fotografia/Ministério da Cultura, “Ausências” é o retrato de um mundo onde nada acontece, de objectos e locais que já foram mas que deixaram de o ser – um quarto vazio de uma casa ou de uma pensão, um cinema sem ninguém, uma mesa de restaurante vazia, uma festa terminada.
É, segundo o autor, uma mostra que se centra “no não presente, num mundo, por assim dizer, virado do avesso”.

Segundo a escritora Maria do Carmo Serén, Rubén Abella dá-nos “uma história das pegadas do outro, reconstitui, através da fixação dos índices de presença, o sentimento de ausência como um prelúdio de alucinação. Porque cada uma destas imagens procura no nosso armazém da experiência, a inegável presença de quem deixou estes traços.”.

Nascido em 1967, em Valladolid, Espanha, Rubén Abella conta com quase duas décadas dedicadas à fotografia, ocupação que combina com a escrita, tendo já exposto em Adelaide (Austrália), Hamburgo (Alemanha) e Barcelona (Espanha).
De salientar o livro de sua autoria “Fábulas do Lagarto Verde”, que traduz a sua imensa criatividade em ambas as artes.

Esta exposição poderá ser visitada todos os dias da semana, das 13h00 às 24h00, até ao final de Maio no Silo-Espaço Cultural do NorteShopping, no piso 0, rua 2.

Fim de semana no Centro Cultural de Belém

Novo Circo Ópera Multimédia Dança Música Contemporânea
Escolhas múltiplas Neste Final de Semana no CCB
26 a 30 de Março




Novo Circo
Qi Qiao Ban – As Sete Pranchas da Astúcia
Aurélien Bory e Acrobatas de Dalian

Quarta Feira a Domingo 26 a 30 de Março
Grande Auditório
Domingo 16h
Restantes Dias 21h
Preços 5€ a 20€

Inspirado pelo milenar jogo chinês Qi Qiao Ban – ou em português As Sete Pranchas da Astúcia – Aurélien Bory concebe um conto visual moderno em que os acrobatas se fundem em gigantes geométricos que invadem o palco para os transformar em figuras completamente novas. O resultado é um espectáculo viciante para o olhar e aliciante para a mente.

Ópera Multimédia
Itinerário do Sal
Miso Ensemble

Sexta Feira e Sábado 28 e 29 de Março 21h

Pequeno Auditório

Preço 12,5€

Itinerário do Sal é a concretização de um trabalho de criação sobre a escrita: musical, poética e gestual do músico/actor e da sua própria imagem, onde a voz é o prolongamento do corpo e do pensamento do poeta.

Os trabalhos de Miguel Azguime, actor, autor e compositor em Itinerário do Sal, sendo ao mesmo tempo líricos e plenos de humor, conseguem surpreender e deleitar tanto os apreciadores mais entendidos como os iniciados.



Boxnova Dança
The Other Side
Quorum Ballet




Sábado 29 de Março 19h

Sala de Ensaio
Preço 4€

The Other Side, que tem como principal objectivo a fusão entre a dança e a arte das cidades de Nova Iorque e Lisboa. Experiência inédita nesta trilogia criativa por Daniel Cardoso, Jonathan Hollander e Thaddeus Davis, directores artísticos do Quorum Ballet, Battery Dance Company e Wideman/Davis Dance, respectivamente.


Música Contemporânea
Geração de 70
OrchestrUtopica


Domingo 30 de Março 19h

Pequeno Auditório

Preço 12,5€

A OrchestrUtopica apresenta um concerto em torno da música dos compositores portugueses que marcaram a música moderna em Portugal e as gerações actuais de compositores.

Geração de 70 actualiza assim uma parte da história mais recente da música portuguesa, trazendo-a para o presente e mostrando o nível de inovação e actualidade da obra fundadora destes compositores, cujo trabalho é hoje influência das gerações mais jovens.

Álvaro SALAZAR
Cândido LIMA
Clotilde ROSA
Constança CAPDEVILLE
Jorge PEIXINHO

Jean Sebastien Béreau, maestro

Laços e ligações

Este concerto apresenta música de alguns dos compositores activos nos anos setenta, cuja actividade foi decisiva para a música contemporânea e para o futuro da música em Portugal.

s anos setenta do século passado em Portugal (e, também, no mundo) foram o tempo de várias mudanças essenciais nos diferentes campos – incluindo no campo da música.

Mudou em Portugal, a meio dessa década, a condição que nos afastou por demasiado tempo do curso das coisas do mundo; uma mudança que permitiu finalmente abrir o país ao exterior, que permitiu anular, no caso da música, aquilo que asfixiava a possibilidade de acompanhar a tendência geral.

Os anos setenta do século XX marcaram a mudança política, o ponto da saturação e da exaustão relativamente a um longo momento histórico em que dominou o preconceito, a aversão à novidade, o afastamento em relação às novas tendências, linguagens e vozes da música moderna e contemporânea.

O título deste concerto é tomado de empréstimo à outra geração de 70 - a do século XIX que marcou a introdução do realismo na literatura e marcou uma posição política e artística forte através de um pensamento crítico activo.

No fim do seu arco de existência sentiu a derrota como um destino fatal. Ao contrário, o que este concerto celebra na geração de 70 da música do século XX, é, de certa forma, o vigor da ligação entre as gerações de compositores que pela sua acção persistente, tornaram possível o seu futuro (ou seja, o nosso presente) e as gerações que se seguiram.

É, afinal, um tributo aos protagonistas dessa resistência e da fundação do presente da nova música portuguesa.

De certa forma, este concerto pretende demonstrar essa ligação, tornando visíveis os laços e a continuidade.

O trabalho precursor destes compositores (quer musical, quer também como promotores de concertos, divulgadores e professores) estreitou os laços que ligam as diferentes gerações de compositores portugueses que hoje se afirmam num ambiente totalmente diferente: com liberdade, com abertura e com horizonte.

De formas diferentes todos os compositores programados neste concerto intervieram decisivamente no curso dos acontecimentos.

Representando uma primeira geração da vanguarda musical da música portuguesa (activa, na realidade, desde os anos sessenta), cada um destes compositores deixou marcas, quer através da sua música, da sua linguagem, da sua intervenção cívica e das influências que geraram, quer através da sua actividade pedagógica na formação das novas gerações de compositores, quer através das suas iniciativas de que se destacam a criação de agrupamentos musicais pioneiros como o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa (por Jorge Peixinho, em 1970), o Grupo Música Nova (por Cândido Lima, em 1973-74), a Oficina Musical (por Álvaro Salazar, em 1978) e o Grupo ColecViva (por Constança Capdeville, em 1985) – que participaram frequentemente nos Encontros de Música Contemporânea da Fundação Calouste Gulbenkian.

O concerto Geração de 70 faz eco deste labor.

E pretende, no fundo, actualizar a sua música que, por razões da singularidade da condição portuguesa, é pouco apresentada em concerto. Na realidade, algumas das obras destes compositores foram apresentadas uma única vez e nem sempre nas condições ideais.

Na programação de 2008 da ORCHESTRUTOPICA apresentará mais de vinte obras de outros tantos compositores portugueses, algumas em estreia absoluta (incluindo algumas encomendas) ou em primeira audição nacional. Um recentramento na criação musical portuguesa, num momento de grande vigor artístico e também o prenúncio de algumas mudanças importantes, apontando já novos caminhos para a actividade deste projecto que dá voz e espaço à nova música portuguesa.
José Júlio Lopes


Programa

Álvaro Salazar (n.1938)
Intrada I-A (1998)
(primeira audição em Portugal)

Constança Capdville (1937-1992)
da lontan fa spechio il mare (1989)

Jorge Peixinho (1940-1995)
A silenciosa rosa / rio do tempo (1994)

Álvaro Salazar (n.1938)
Acalanto para implumes (2006-2007)

Clotilde Rosa (n.1930),
Frequência 94.4 (1994)

Cândido Lima (n.1939)
Oscillations (1974-75)

Acordeão no Maxime


Dia 27 de Março de 2008 o Cabaret Maxime recebe com “bombo e circunstância” este quinteto feminino, que vem apresentar o seu primeiro registo discográfico, de título «Maria Café».
Se não conhece, espreite-as, e abra o apetite em www.myspace.com/tucanas.

Pela primeira vez desde a pilha alcalina de Edison, o palco do Maxime recebe um espectáculo de cariz quase que exclusivamente acústico.
O som inconfundível das percussões, das vozes e do acordeão das Tucanas será captado por microfones apenas para fins de registo e emissão online (e também para castigar os vizinhos!), pois dentro da sala, a sua música – resultante do cruzamento de influências populares portuguesas, brasileiras e africanas, com fortíssima componente percussiva, poderia não ter amplificação.

Por uma noite, façamos uma pausa, esqueçamos o universo pop/rock e as lantejoulas do cabaret, e mergulhemos na sonoridade pura do som acústico – no feminino – dos melhores de Portugal: «Maria Café» ao vivo, pela mão das Tucanas!

quinta . 27 março 08 . bilhetes € 10,00
abertura de portas 22h00 . espectáculo 23h30
cabaret maxime - pç. alegria, 58 em lisboa
reserva de mesas tel. 213467090 . 967045836 . 916350427

terça-feira, 25 de março de 2008

Madame Butterfly em Coimbra

Madame Butterfly
Ópera Estatal de Ekaterimburgo

30 de Março às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente

Coimbra

O Japão era um País quase totalmente desconhecido, isolado do resto do mundo e por tal, cheio de mistério. Por volta de 1870, um Presidente Americano mandou uma expedição de reconhecimento a Sua Majestade Imperial, cuja finalidade era criar laços de amizade com o Império do Sol nascente. Nas décadas que se seguiram, vários Oficiais da Marinha Americana visitaram o Japão e contraíram casamentos temporários com jovens Japonesas. A história de Cio-Cio-San (Butterfly) é, portanto, baseada num destes casamentos contraídos com leviandade e nos quais as diferenças Culturais e tradições tão dispares entre os dois Países são, porventura, a causa deste melodrama que inspirou a obra de Puccini.Puccini atraiu atenção geral no mundo da Ópera logo quando apresentou a sua primeira obra «Le Villi», em 1884. O interesse no jovem compositor tomou forma quando da estreia de «Manon Lescaut», em 1893, mas foi «La Bohème» que o fez famoso no mundo inteiro. Seguiram-se as Óperas «Tosca», em 1900, e «Madame Butterfly», em 1904, que seriam as mais populares do ilustre compositor. Outras obras se seguiram das quais se destacam «Il Trittico» (Il Tabarro, Suor Angélica e Gianni Schicchi), em 1918, e a sua última, «Turandot» obra que difere das restantes pela sua monumentalidade, mas mantendo sempre a constante sentimental do estilo de Puccini.

Duração 2h20 c/ intervalo

Produção Classic Stage e Armando Jorge

Preçário
Preço normal 27,50€
Preço grupos 24,50€
Preço Amigo/a TAGV 13,50€

Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

Berlim no TAGV

Berlim
27 de Março de 2008 às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra

O Teatro Académico de Gil Vicente comemora o Dia Mundial do Teatro com a presentação da peça de Gonçalo M.Tavares.
Duração 1h00
Espectáculo para M/ 12
Preçário
Preço normal 10,00 €
Preço estudante e sénior 8,00 €
Preço escolas 3,00 €
Preço família 15,00 €
Preço amigo/a TAGV e protocolo de Teatro TAGV 5,00 €

Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

Fat Freddy ao vivo na FNAC Forum Coimbra

Fat Freddy
Na Cena do Crime

28 de Março às 18:00
FNAC Forum Coimbra



A cobra volta a mudar de pele e entra, agora, no mundo do crime!

A associação criminosa Fat Freddy apresenta, em exclusivo para a Fnac, um showcase de curtas musicadas, uma espécie de banda-sonora de filmes de tiros com pistolas e carabinas, perseguições, animais assassinos e mortes na estrada…O rock n' roll mantém-se suado, a electrónica insiste em ser maquinal, a guitarra segue algo tresloucada e a bateria não deixa de ser extasiada.

Fat Freddy duo machine
Guedes Ferreira (guitarra e programações)
Nuno Oliveira (bateria).

Informações
Fnac Forum Coimbra

Casino Estoril celebra 4 décadas





Casino Estoril celebra 40 Anos
com os Xutos & Pontapés e The Gift

O, actual, Casino Estoril comemora 4 décadas, no próximo dia 28 de Março, convidando o público para um programa aberto, que culminará com dois concertos.
Numa só noite, os Xutos & Pontapés actuam no Salão Preto e Prata, pelas 22 e 30, enquanto os The Gift sobem ao palco do Du Arte Lounge, à meia-noite.
Bem conhecidos do público, predominantemente jovem, os DJ’s Rui da Silva e Kenny Carpenter prolongam a festa até às quatro horas da madrugada, cabendo ao conhecido Pedro Miguel Ramos a abertura da pista pelas 20 horas.

Inspirado no tema “40 Anos de Casino Estoril e de Grandes Espectáculos”, o programa inicia-se, logo ás 16 horas, com entrada gratuita.
Mais de 60 animadores vão desfilar pelos espaços do Casino Estoril, revivendo os protagonistas mais emblemáticos dos espectáculos temáticos, da autoria de Júlio César, que estiveram em cena no Salão Preto e Prata, nos últimos 20 anos.

Com acesso livre ao concerto dos The Gift, no Du Arte Lounge, os visitantes podem assistir, também, à actuação dos Xutos & Pontapés no Salão Preto e Prata, mediante a participação num original passatempo, no qual serão sorteados mil e quinhentos ingressos, disponíveis no site www.casinoestoril.pt

Xutos & Pontapés / DJ Rui da Silva no Salão Preto e Prata

Com um notável percurso dedicado à música portuguesa, os Xutos & Pontapés viveram já importantes momentos no Casino Estoril, nomeadamente, na última década.
A consagrada banda apresenta-se, desta vez, no Salão Preto e Prata, secundado por uma experiente Big Band.

A partir das 22 e 30, os Xutos & Pontapés propõem quase 30 anos de sucessos, incluídos, aliás, no triplo DVD "Ai a **** da Minha Vida". Neste extenso repertório da banda destacam-se álbuns como "Cerco", de 1985, "Gritos Mudos", de 1990, "Dados Viciados", de 1997, “Nesta Cidade”, de 2003, ou "O Mundo ao Contrário", de 2004.

Após a actuação dos Xutos & Pontapés, o DJ Rui da Silva promete uma contagiante Dance Party no cenário do Salão Preto e Prata.
Com créditos firmados no meio musical, Rui da Silva é o único português a entrar na primeira posição da hit list do Reino Unido.

The Gift / Kenny Carpenter no Du Arte Lounge

À meia-noite, os mediáticos The Gift regressam ao Du Arte Lounge para interpretar os grandes êxitos de álbuns, como “AM-FM” ou “Fácil de Entender”.
“Nós temos sempre um enorme prazer em tocar no Du Arte Lounge, porque os concertos são muito emotivos”, explica Sónia Tavares.
Considerada uma das melhores bandas nacionais, os The Gift têm consolidado, ainda, a sua carreira no estrangeiro.
Sónia Tavares será acompanhada por Nuno Gonçalves, John Gonçalves, Miguel Ribeiro, Tiago Dias e Mário Barreiros, privilegiando temas como “Music”, “11:33”, “OK! Do You Want Something Simple”, “Driving You Slow” ou ”1977”.

Pela noite dentro, o DJ Kenny Carpenter assume o protagonismo no Du Arte Lounge com o seu inconfundível repertório, que explica o sucesso da famosa discoteca nova-iorquina Studio 54.

Programa “40 Anos de Casino Estoril e de Grandes Espectáculos”:

- 20 horas – Animação nos espaços do Casino Estoril
- 22 e 30 – Concerto dos Xutos & Pontapés no Salão Preto e Prata
- Meia-Noite - Concerto dos The Gift no Du Arte Lounge
- DJ Rui da Silva em Dance Party no Salão Preto e Prata
- DJ Kenny Carpenter em Retro Session Studio 54/NYC no Du Arte Lounge

Com entrada gratuita no Du Arte Lounge, e mediante um passatempo no Salão Preto e Prata, o programa de aniversário do Casino Estoril propõe uma noite surpreendente, até ás quatro da madrugada.
Por imperativo legal, o acesso é reservado a maiores de 18 anos.

Poesia de Luiza Neto Norge no Fragil


Spring Break Festival


segunda-feira, 24 de março de 2008

Apresentação do livro "O Dia Em Que a Noite Se Perdeu" na FNAC de Coimbra

Apresentação do livro
O Dia Em Que a Noite Se Perdeu
de Jorge Araújo
26 de Março às 21h 30

FNAC Forúm Coimbra


Um homem decide passar a vida a pente fino no dia em que completa noventa anos. E utiliza como fiel da balança o seu desempenho sexual. Recorda as mulheres que o amaram. E as que o marcaram. Nesta viagem pela memória volta a experimentar o sabor agridoce da primeira vez, o picante das aventuras de ocasião, o suave afecto da esposa, a paixão ardente pela melhor amiga dela.
É ao longo de uma madrugada de insónia que se dedica ao inventário. O balanço é positivo mas reconhece que pagou um preço elevado pelos momentos de esplendor que o seu sexo lhe proporcionou. Nenhum homem aceita de ânimo leve conviver com a impotência e a perda de virilidade. Ninguém gosta de assistir à degradação do seu próprio corpo.
Num mundo povoado pela solidão, alimenta a secreta esperança de fechar em grande estilo o longo ciclo da sua vida sexual. Ele sabe que não será uma tarefa fácil porque há muito que vive divorciado do corpo e do prazer. Mas ainda acredita que os milagres acontecem.
O Dia em que a Noite se Perdeu é muito mais do que um livro sobre o sexualidade na terceira idade. É uma história que mostra que a vida não tem idade. E que o sexo não tem prazo de validade.
Ficha técnica
Título O Dia em que a Noite se Perdeu
Autor Jorge Araújo
N.º Págs. 164
Pvp € 16
Ano de Edição 2008
Capa mole c/ badana
Isbn 978-989-622-125-6
Formato 13x22
Jorge Araújo nasceu em 1959, na cidade do Mindelo, ilha de S.Vicente, Cabo Verde. Começou por ser jornalista de televisão, em Cabo Verde, e teve depois uma curta passagem pela carreira diplomática.
Em Portugal, conseguiu o seu objectivo principal, o de fazer reportagem. Trabalhou para o Independente, para o Já, para a TVI, para o Correio da Manhã, tendo também passado longos períodos em Londres, ao serviço da BBC.
Actualmente, é jornalista free-lancer, o que lhe permite desenvolver projectos na área da ficção e da dramaturgia. Tem dois filhos.
Informações
Departamento de Comunicação Fnac Forum Coimbra

Portishead esgota os coliseus




domingo, 23 de março de 2008

ESPECIAIS “4400 – OS ESCOLHIDOS”

Não perca o final da 2.ª temporada de “4400 – Os Escolhidos”, a série que acompanha o destino de 4400 indíviduos que depois de desaparecerem por mais de meio século regressaram misteriosamente numa bolha de luz. Apesar de ninguém do grupo ter envelhecido fisicamente, muitos voltaram com habilidades especiais desde o poder de prever o futuro a reflexos instantâneos. A National Threat Assessment Command é a agência do governo responsável por vigiar os regressados e descobrir tudo acerca dos 4400.

Emissão: Sábado, dia 22 de Março, às 18h20

Episódio 9: ‘Rebirth’
Episódio 10: ‘Hidden’
Episódio 11: ‘Lockdown’

Emissão: Terça-feira, dia 25 de Março, às 21h30

Últimos episódios da 2.ª temporada
Episódio 12: ‘The Fifth Page’
Episódio 13: ‘Mommy’s Bosses’

II Festival das Companhias

Um conjunto de 11 trabalhos dramáticos desenvolvidos entre 25 e 30 de Março, quatro debates sobre várias dimensões da criação teatral e uma exposição intitulada “O que é o teatro?” são as acções em que se consubstancia o II Festival das Companhias.

Organizado pela Companhia de Teatro de Braga, em parceria com o Theatro Circo e com o Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Braga, o II Festival das Companhias Descentralizadas dá continuidade a um projecto surgido em 2006, no contexto de “Faro - Capital Nacional da Cultura”, e tem por objectivo principal a apresentação do trabalho artístico teatral produzido fora dos grandes centros urbanos e o incentivo à reflexão e debate sobre questões como as condições de criação e circulação, formação de públicos, financiamento ou projectos de internacionalização.

Os Trockadero de Monte Carlo em lLisboa

SHORT SCREENING - 3ª sessão



O novo circo regressa ao
Centro Cultural de Belém





QI QIAO BAN


As Sete Pranchas da Astúcia



Um espectáculo imaginado por Aurélien Bory


Quarta-feira a Domingo >> 26 a 30 de Março >> Grande Auditório

O CCB reabre as portas ao novo circo e acolhe no palco do Grande Auditório um projecto inventivo de Aurélien Bory, criado especialmente para ser interpretado por um grupo de acrobatas da cidade chinesa de Dalian.

Inspirado pelo milenar jogo chinês Qi Qiao Ban – ou em português As Sete Pranchas da Astúcia – Aurélien Bory concebe um conto visual moderno em que os acrobatas se fundem em gigantes geométricos que invadem o palco para os transformar em figuras completamente novas. O resultado é um espectáculo viciante para o olhar e aliciante para a mente.

Tangram Novo Circo Acrobatas Chineses

…acolhi com entusiasmo a ideia de ir encontrar artistas chineses da cidade de Dalian, cujo nível acrobático é um dos melhores do mundo. Posteriormente imaginei compor com eles um conto visual moderno, inspirando-me no sentido mais desenvolvido da metáfora. Escolhi, como base do espectáculo e como único cenário, um jogo que data da antiguidade chinesa, descoberto na Europa no fim do séc. XIX: o tangram, ou em chinês qi qiao ban, que significa as sete pranchas da astúcia.

Aurélien Bory


Dias 26, 27, 28 e 29 (4ªf a Sábado) >> às 21h.
Dia 30 (Domingo) >> às 16h.

Preços >> de 5€ a 20€.


AURÉLIEN BORY

Aurélien Bory nasceu em 1972. Vive e trabalha em Toulouse. Depois dos estudos em ciência que nunca terminou, tornou-se malabarista e formou-se em encenação no teatro Tattoo de Malden Matéric. Em 1999, foi co-fundador da Companhia 111, que posteriormente dirigiu. Durante cinco anos, criou e realizou uma trilogia sobre o espaço, IJK, Plan B e Plus ou moins l’infini, em colaboração com Phil Soltanoff, encenador nova-iorquino. Participou em cada um destes três espectáculos, que se encontram ainda em digressão depois de mais de 500 apresentações por todo o mundo. Em 2007 os seus projectos levam-no à China para apresentar a sua sétima criação. Concebeu As Sete Pranchas da Astúcia a 1 de Dezembro de 2007 em Dalian.


QI QIAO BAN


Qi qiao ban é um jogo solitário chinês. É composto por sete elementos geométricos que, justapostos de uma certa maneira, formam um grande quadrado, mas variando as posições, permite reproduzir um grande número de figuras geométricas. Algumas das figuras são muito representativas de relações matemáticas e geométricas, ligando os diferentes elementos.


FICHA ARTÍSTICA


Concepção, cenografia e encenação: Aurélien Bory
Com: DING Hong, JIANG Huimin, AN Liming, YU Yingchun, SUN Ruichen, CHEN Jianhui, TAN Zuoliang, LIU Yu, LI Liang, QU Aiguo, ZHANG Deqiang, WANG Wentao, ZHANG Benchuan, CHE Hu.
Produção: Scènes de la Terre / Cie. 111
Co-Produção : Théâtre de la Ville / Paris
Direction de la Culture / Dalian
Equinoxe, Scène Nationale / Châteauroux

Residência : La Coupole - Scène nationale de Sénart.
Com o apoio de: Ministère de la culture/Direction Régionale des Affaires Culturelles Midi-Pyrénées, Région Midi-Pyrénées, Ville de Toulouse, Conseil Général de la Haute-Garonne, CulturesFrance.
La Cie 111 – Aurélien Bory têm o apoio da Fondation BNP Paribas para o desenvolvimento dos seus projectos.