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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Dea Trancoso e o som de Minas Gerais no Museu da Música



“Déa Trancoso é artista de voz despojada e solta como as cantoras populares do Vale do Jequitinhonha, sua terra natal. Tum Tum Tum, seu primeiro cd solo, faz, com rara sensibilidade, deslumbrante viagem de volta às terras de sua infância”.

Déa Trancoso é uma agradável revelação de Minas. Chico Lobo, seu parceiro, a considera como flor mais mimosa do que a do Ipê. Foi influenciada pelos violeiros, cantadores e foliões do Jequitinhonha, onde começou a pesquisa de dez anos que resultou no repertório do CD "Tum Tum Tum". O disco lhe rendeu entusiasmados elogios da crítica especializada e diversas indicações a prêmios de música em 2007, nas categorias de Melhor Disco Regional (com Alceu Valença e Antônio Nóbrega), Melhor Cantora Voto Popular (com Maria Bathânia, Alcione, Leny Andrade, Marisa Monte), Melhor Cantora Regional (com Daniela Mercury e Margareth Menezes) e Melhor Projeto Visual (com Maria Bethânia e Chico Buarque de Hollanda).

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Hoje, no Museu da Música, Trovas do Sertão Brasileiro




ELOMAR – TROVAS DO SERTÃO BRASILEIRO

O Museu da Música abre excepcionalmente na próxima segunda-feira para acolher um concerto de Elomar, um dos mais importantes compositores brasileiros da Bahia. Acompanhado da sua voz e violão, Elomar partilhará o palco com o Maestro João Omar no violão clássico, naquela que é uma iniciativa conjunta da Associação Cultural ETNIA e da Fundação Casa dos Carneiros, em parceria com o Museu da Música.




ELOMAR FIGUEIRA MELLO tem vindo a retirar da cultura baiana os elementos chave do seu cancioneiro e das suas composições eruditas.

Cantor, compositor e "violonista" com mais de 300 músicas gravadas em 15 discos (5 dos quais a solo e 10 com participações em discos de outros artistas), tem uma vasta obra escrita para instrumentos sinfónicos, música de câmara, solística, operística e concertante.

Com o disco "Na Quadrada da Águas Perdidas" recebeu o prémio da crítica de melhor disco da década de 70, pela APCA (1980) e com "Dos Confins do Sertão" recebeu o prémio de melhor disco estrangeiro não europeu no festival Ibero-americano de 1987, na Alemanha.

Ainda que não se sinta ligado ao "mundo erudito" por excelência, mais precisamente ao mundo académico que reclama para si a propriedade do saber, Elomar é pesquisador da música secular, das festas populares do Brasil nordestino e caboclo.

Procura no samba tradicional, na chula e nos géneros da cantoria nordestina a expressão da "brasilidade".

Na obra, organiza, remodela e estiliza a cultura popular, consolidando-se como artista que influencia toda uma geração de cantores e cantautores da música nordestina.


Hoje, pelas 21,30 no Museu da Música.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Culturas Musicais europeias no Museu da Múscia

.:: «CULTURAS MUSICAIS DA UNIÃO EUROPEIA: UMA VIAGEM INSTRUMENTAL» ::.
Até 29 de Dezembro de 2007

O Museu da Música é o palco de uma viagem-exposição ao mundo dos instrumentos e culturas musicais da União Europeia (UE), num itinerário que prevê pequenas paragens em cada um dos 27 países membros e regresso a casa para o encerramento da Presidência Portuguesa.

Porque viagens há muitas, queremos desta vez levar os viajantes ao encontro de uma pequena porção da diversidade musical e instrumental que se encontra pelos quatro cantos da UE, devidamente reproduzida à escala do Museu. Os embaixadores escolhidos são os instrumentos; afinal sem eles dificilmente se faz música.

Para animar o percurso até 29 de Dezembro, altura em que a viagem chega ao fim, prevê-se a realização de actividades de divulgação da música dos 27. Não deixe de se juntar a nós nesta viagem de descoberta musical visitando a exposição e o blog que criámos (http://museudamusica.blogspot.com/). Se puder, ajude-nos também a passar palavra.

Órgão de rua de 1860 em concerto no Museu da Música

.:: PAÍSES BAIXOS ::.
6 de Outubro de 2007 / 16:30 h



Assinalando o dia dos Países Baixos, o Museu da Música proporcionará aos visitantes a oportunidade de assistir a um pequeníssimo “concerto” de um órgão de rua Gavioli de 1860, instrumento que representa o País na exposição e que foi distinguido com a medalha de bronze na Exposição Universal de Paris em 1867.

Os órgãos de rua, também conhecidos por realejos, são elementos fundamentais da cultura neerlandesa. Como o próprio nome sugere, estes instrumentos percorriam as ruas de muitas cidades da Holanda, mas também de outros países da Europa.

A audição deste instrumento não seria possível sem a indispensável colaboração de Luís Cangueiro, coleccionador que gentilmente cedeu a peça para a exposição.