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segunda-feira, 31 de março de 2008

Cem anos de CUF na Rádio Televisão Portuguesa



O protocolo hoje assinado entre a RTP, CUF, Quimiparque e Grupo Mello visa a co-produção de um documentário evocativo dos 100 anos da CUF ,no Barreiro ,que se assinalam em Setembro deste ano.



O documentário ,da autoria do jornalista Paulo Costa, tem como objectivo dar a conhecer a história da maior empresa privada do país - Companhia União Fabril ( CUF ). Instalada no Barreiro no ano de 1908, fruto dum golpe de génio industrial de Alfredo da Silva, veio transformar uma adormecida vila de pescadores e corticeiros na única agoleração industrial de um país desesperadamente pobre.

No auge da sua actividade, o Grupo CUF incluía 46 empresas e empregava directamente 12 mil pessoas. Durante cem anos a roda dentada com as três letras da CUF foi em Portugal um símbolo de trabalho, de progresso industrial.

Na cerimónia de assinatura estiveram presentes pela RTP Guilherme Costa, Presidente do Conselho de Admnistração, e José Mariquitos, pela Quimiparque o seu Presidente José Neto e Luis Tavares e pelo Grupo CUF João Mello.

Ao usar da palavra Guilherme Costa salientou a importância deste protocolo no sentido da valorização da RTP. Foram igualmente assinados protocolos deste tipo com a CP e a TAP.

A existência deste tipo de parcerias reforça o entrosamento e a ligação do serviço público com a sociedade e as empresas cuja actividade merece ser assinalada, salientou.

João de Mello, admnistrador do grupo CUF e bisneto de Alfredo da Silva reforçou a importância e oportunidade da assinatura deste protocolo.

Por último José Neto, Presidente do Conselho de Admnistração da Quimiparque, lembrou o Barreiro de antigamente e o actual. Falou de Alfredo da Silva, um industrial com grande capacidade de iniciativa e cuja obra está bem documentada na Casa Museu Alfredo da Silva.

Convida todos os presentes, nomeadamente e sobretudo os jornalistas, a visitarem este museu onde estão patentes medalhas de ouro ganhas por Portugal em exposições industriais, no decurso dos últimos cem anos.

sábado, 1 de março de 2008

Documentário laureado passa hoje na RTP









DEMOCRACIA?:


UM TÁXI PARA O INFERNO


"Taxi to the Dark Side" conquistou o Óscar de melhor documentário na 80.ª cerimónia dos Óscares, em Hollywood.


Toda a verdade sobre a tortura perpetrada pelos Estados Unidos, através de uma investigação que parte do percurso e morte de um taxista afegão em 2002.


A morte de um taxista afegão detido por militares americanos é o ponto de partida deste documentário perturbador sobre aquilo que o governo de Bush designa por "técnicas de interrogação de suspeitos", mas que o realizador e as leis internacionais chamam pelo seu verdadeiro nome: tortura.

A autópsia revelou que o taxista tinha sido pendurado ao tecto pelas mãos e que foi depois pontapeado brutalmente até à morte durante cinco dias.


O novo filme do realizador de "Enron: The Smartest Guys in the Room" não poupa nada nem ninguém em busca de uma explicação para o facto de as forças americanas terem deixado de respeitar a Convenção de Genebra.


Os depoimentos exclusivos de militares americanos e representantes da Administração Bush são fundamentais para dar a conhecer a nova política de segurança dos Estados Unidos, que legalizou e promoveu o uso da tortura no Afeganistão, no Iraque (Abu Ghrabi) e na base de Guantanamo.


Só no Iraque há centenas de casos de morte nas prisões reconhecidos tecnicamente pelos médicos do exército americano como homicídios.



Origem: EUA – 2007

Duração: 52m 32s

Realização: Alex Gibney

Site Oficial: www.taxitothedarkside.com









quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Documentário sobre José de Guimarães



PROVA DE CONTACTO – ESTREIA


AMANHÃ, DIA 5 DE OUTUBRO, ÀS 23H30



Este é um documentário decisivo no diálogo da cultura portuguesa com o mundo e a Ásia em particular.

Num filme de João Mário Grilo descubra José de Guimarães, o escultor, o pintor e o artista, um nome de sucesso internacional ímpar.

Dois dias após a abertura, em Bruxelas, de uma exposição que lhe é inteiramente dedicada, PROVA DE CONTACTO é o primeiro documentário a abordar a projecção internacional de José de Guimarães, um artista com peças dispersas um pouco por todo o mundo.

Segundo o realizador, João Mário Grilo, PROVA DE CONTACTO, uma co-produção do ICAM/Ministério da Cultura e RTP, é um filme/documentário, cuja “primeira intenção é constituir-se como fonte de informação e exploração da obra de José de Guimarães... no começo, interessa o movimento de descoberta da obra, servindo a câmara e a montagem para sair um retrato claro, uma impressão global, positiva, ainda que bifurcada, matizada pelas próprias interrogações, desafios e resistências que a obra vai criando a qualquer percurso definitivo de exploração... Nesse sentido, a essência formal do projecto assenta, em grande medida, na justificação do seu próprio título: PROVA DE CONTACTO”.

Como afirma José de Guimarães: “o meu processo ou, como lhe chamaram, o sistema Guimarães é uma análise tendo sempre em vista o que acontece à minha volta. Por outro lado, desde o princípio tenho vindo a construir uma linguagem através de sinais e códigos, que vai evoluindo ao longo dos anos e isso é bem patente durante o período em que estive em África. E, mais tarde, à medida que as coisas foram, normalmente, acontecendo e eu tive outro tipo de contactos, nomeadamente na Europa (como Rubens), fui também construindo uma linguagem própria a partir do que ia captando. Em relação ao México, o processo é semelhante: tive, igualmente, um contacto muito profundo com a cultura mexicana, quer com a arte, quer com a arqueologia e a história e apropriei-me de uma série de sinais que introduzi na minha própria linguagem. Portanto, o processo continua, com novos elementos”.

Origem: Portugal / Japão – 2004
Duração: 52m
Produção: Hugo Vieira da Silva, Natali Rajak
Realização: João Mário Grilo

terça-feira, 26 de junho de 2007

África Festival de novo em Lisboa

África Festival de regresso a Lisboa

O África Festival está de regresso à capital, depois do sucesso alcançado em anos anteriores.
A 3ª edição, inserida nas Festas da Cidade, será nos dias 28, 29 e 30 de Junho onde irão decorrem concertos junto à Torre de Belém e de 2 a 8 de Julho o Festival estende-se até ao Cinema São Jorge para diversas iniciativas.

O África Festival arranca no dia 28 de Junho com um espectáculo de Mayra Andrade, cuja personalidade, presença, maturidade e consistência fazem dela a mais extraordinária cantora da nova geração cabo-verdiana.
No mesmo dia, actuam os lendários Músicos do Nilo, símbolo da tradição cigana no mundo árabe (norte do Egipto).
Dia 29 é a vez de Paulo Flores, o expoente máximo do semba angolano e de Bassekou Kouyate & Ngoni ba, a grande promessa da música do Mali e de África para 2007.
Os espectáculos junto à Torre de Belém terminam dia 30 com Sally Nyolo, que traz a Lisboa o seu mais recente projecto: studio cameroon, fruto de um “regresso a casa” e Baaba Maal que, não sendo conhecido em Portugal, é um ícone da cultura senegalesa no mundo.

Este ano, o Festival prolonga-se até ao Cinema São Jorge, onde, no dia 2 de Julho, decorre a apresentação do livro “Lisboa na Cidade Negra”, por Jean-Yves Loude.
Uma viagem pela capital seguindo as pistas de Maria a Africana, num percurso que explora os locais mais emblemáticos da cidade.
No mesmo dia, pelas 22h00, Nancy Viera sobe ao palco do Cinema São Jorge.
Seguem-se Victor Gama, no dia 4, Tinariwen, dia 5 e finalmente, no dia 7, Kalaf apresenta o espectáculo Ecos da Banda – Música e Poesia.

Paralelamente, de 3 a 8 de Julho, acontece a mostra de cinema documental, “Sons e Visões de África”.
Este bloco de programação visa contribuir para alargar e aprofundar o conhecimento da vida, da cultura e do imaginário dos países africanos.
Bamako”, de Abderrahmane Sissako, “Amandla!”, de Lee Hirsch, “Refugee all Stars”, de Zach Niles e Banker White, “Muxima”, de Alfredo Jaar, “Mãe Ju”, de Kiluanje Liberdade e Inês Gonçalves e “Lusofonia a (R)evolução”, da Red Bull Music Academy, são alguns dos filmes em cartaz.

ÁFRICA FESTIVAL

Torre de Belém

28, 29 e 30 de Junho
22h00 Entrada livre

28 de Junho
Mayra Andrade (Cabo-Verde) e Músicos do Nilo (Egipto)
29 de Junho
Paulo Flores (Angola) e Bassekou Kouyaté & Ngoni Ba (Mali)
30 de Junho
Sally Nyolo (Camarões) e Baaba Maal (Senegal)

Cinema São Jorge

2 a 8 de Julho
Entrada livre até ao limite de lugares disponíveis.
Pressupõe o levamento de bilhetes no dia a partir das 13h00.
Não se efectuam reservas.

2 de Julho
18h00 Apresentação do livro “Lisboa na Cidade Negra”, por Jean-Yves Loude
22h00 Nancy Vieira

4 de Julho
23h30 Victor Gama apresenta “FWD: Utopia”

5 de Julho
23h30 Tinariwen

7 de Julho
18h00 Workshop de Kizomba
por Avelino Chantre max. 20 participantes mediante inscrição nível médio/avançado
23h30 Kalaf apresenta “Ecos da Banda – Música e Poesia”

3 a 8 de Julho
“Sons e Visões de África “ – mostra de cinema documental
3 a 6 de Julho
18h00 Kizomba Sessions

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Documentário sobre a Guerra Colonial candidato a prémio


47º Festival de Televisão de Monte Carlo
DOCUMENTÁRIO “GUERRA” DA RTP NOMEADO PARA O PRÉMIO URTI 2007



A RTP encontra-se nomeada, na categoria do Documentário de Autor URTI 2007, com o documentário sobre a Guerra Colonial, da autoria de Joaquim Furtado.

O Documentário da RTP que se encontra a concurso é o quarto episódio de uma série documental denominada “A Guerra”, constituída por 16 episódios, da autoria de Joaquim Furtado.

Neste programa específico, dedicado a Angola, fala-se do controlo exercido pela UPA (União dos Povos de Angola) sobre grande parte da zona norte de Angola e o conflito com os militares portugueses.
E o desencadear da primeira grande acção militar portuguesa na guerra em Angola: Operação Viriato.

O documentário procura mostrar, através de recursos gráficos, em que consistiu, no terreno, esta operação militar, ao mesmo tempo que tenta transmitir o sentimento daqueles que a viveram: o autor promoveu um encontro entre combatentes da UPA e os militares portugueses que combateram em lados opostos desta operação.

Nesta série documental o autor descreve-nos o que foi a Guerra Colonial - nos seus aspectos militares, políticos e sociais – que, entre 1961 e 1974, opôs as forças armadas portuguesas e os movimentos de guerrilha que lutavam pela independência de Angola, Moçambique e Guiné, territórios que se encontravam sob a administração portuguesa.