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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Romance Histórico em Tertúlia na Byblos



TERTÚLIA Byblos
18 Outubro, 18h30
Ana Cristina Silva; Paulo Moreiras; Miguel Real (coordenação)
Romance Histórico


As nossas histórias, ou as histórias da nossa História. Ficção da realidade ou realidade que se conta de forma ficcionada, o romance histórico é um género que cada vez tem mais leitores. Entre o documento e a criação, entre o passado e o presente, um elo de ligação que apaixona e polemiza.
Este é o tema do primeiro módulo da Tertúlia Byblos, coordenado por Miguel Real, que começou na passada sexta-feira, dia 10, com a presença dos escritores João Aguiar e Sérgio Luís de Carvalho.
No próximo Sábado, 18, às 18h30, Ana Cristina Silva e Paulo Moreiras conduzem mais uma conversa em torno deste género literário.
No dia 31, Sábado, à mesma hora, dois nomes maiores da literatura portuguesa, José Jorge Letria e Fernando Campos, juntam-se para falar sobre a forma como encaram e produzem uma escrita própria na área do romance histórico.
Júlia Nery e Pedro Almeida Vieira fecham o primeiro capítulo desta Tertúlia, dedicado ao Romance Histórico, a 8 de Novembro, pelas 18h30.



A TERTÚLIA Byblos continua com um novo módulo Repensar Portugal: Ensaio e Romance Pós 25 de Abril, com duas sessões conduzidas pela Prof. Maria das Graças Moreira de Sá, nos dias 21 e 29 de Outubro, às 18h30.
A Tertúlia Byblos, para que todos estão convidados (entrada livre, por inscrição, até ao limite da lotação disponível), tem a coordenação geral de Annabela Rita, envolvendo várias instituições ligadas à escrita e à investigação universitária nos campos literário, cultural e artístico.
Promovendo o diálogo entre diferentes áreas disciplinares através de representantes seus, esta é a tertúlia que queremos efectivamente trazer até à Byblos: temas e obras provocando conversas em encontros que desejam ser um verdadeiro convívio entre escritores, investigadores e público. Com nomes consagrados da cultura portuguesa, mas também com jovens autores.



Até Julho próximo, a Tertúlia Byblos organizar-se-á como um ciclo feito de módulos temáticos que se interligam, cada um deles apresentado por um coordenador, que convidará um ou mais protagonistas para as diferentes sessões. Do romance histórico à literatura de viagens, dos mitos fundadores ao futuro da língua portuguesa e à lusofonia.
Em contra-luz relativamente à cultura portuguesa, em ciclos mensais, outras culturas serão convocadas, favorecendo a reflexão e o debate sobre identidade e alteridade.


Dando espaço privilegiado às letras do Brasil, de Angola, Moçambique, entre outros países de expressão lusa, para além de outras literaturas que mereceram programas especiais na Byblos, como os já previstos sobre os autores norte-americanos e franceses.



Memórias de Mar no Padrão dos Descobrimentos



Conferência ,no próximo sábado , dia 18 de Outubro – Canoas do Brasil: aproximação etno-arqueológica preliminar, que integra o 3º Ciclo de Conferências Memórias do Mar - A Alma do Navio a decorrer actualmente no Padrão dos Descobrimentos, aos sábados de manhã, até finais de Novembro.


O Ciclo organizado pelo Arqueólogo Naval Jean-Yves Blot, procura dar a conhecer uma cultura marítima e fluvial de grande riqueza, em que se salientam as mais distintas tipologias, viva expressão da diversidade de soluções estruturais e das suas diferentes funcionalidades.
Do barco de pesca no Mar da Nazaré ao gigante de metal lavrando a vaga oceânica durante anos a fio, o navio constitui o desafio do homem perante um dos meios mais duros do planeta, realidade ilustrada pela imagem que serve de emblema ao presente ciclo.
No próximo sábado é a vez do actual director da Divisão de Arqueologia Náutica e Subaquática / IGESPAR, responsável pela coordenação de inúmeras missões arqueológicas em águas portuguesas e internacionais nos dar a conhecer o resultado de algumas das suas pesquisas.
Francisco J.S. Alves, o Arqueólogo que há quase três décadas se dedica à Arqueologia Náutica e Subaquática regressa esta semana da sua mais recente missão na Namíbia, onde procede à investigação de uma Nau portuguesa do séc. XVI recentemente descoberta.
O arqueólogo dedica assim a sua comunicação de sábado próximo a algumas das suas mais recentes descobertas e investigações operadas em território brasileiro.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

"A narração Oral" e outros contos...

Conferência "A narração Oral" e outros contos...
17 e 18 de Outubro
Casa Municipal da Cultura de Coimbra





Dia 18
CONFERÊNCIA “A Narração Oral” Programa

15h00 A Narração Oral e o Plano Nacional de Leitura
oradora: Helena Faria
15h40 A Tradição Oral
orador: José Craveiro
16h40 Escolher, Preparar e Contar uma história
orador: José Geraldo
Público-alvo: geral
Organização: Câmara Municipal de Coimbra _ CULTURA
Produção: CAMALEÃO – Associação Cultural
Inscrições gratuitas (até 15 Outubro) Telef. 239702630

Holocausto recordado para não esquecer


Holocausto: a memória do passado em nome do futuro


“Como é possível guardar a memória do passado em nome do futuro?” esta foi uma das muitas questões deixadas no ar na conferência sobre o Holocausto moderada por José Manuel Fernandes (director do Público), que decorreu no passado sábado, na Biblioteca Municipal.
O Presidente da Câmara Municipal, José Macedo Vieira, não pôde deixar de exprimir o seu pensamento perante o genocídio e as tragédias que ameaçam o mundo: “Vivemos num mundo de incertezas e cada vez mais tenho uma única certeza, como afirmou o filósofo grego Sócrates, «Só sei que nada sei»”.

Esther Mucznik, uma das conferencistas convidadas, apresentou razões irrefutáveis para o ensino da Holocausto, desde logo o facto de se tratar de um acontecimento onde foram assassinados cerca de seis milhões de judeus.

“Não podemos abstrair-nos de uma realidade tão trágica e temos de combater o negacionismo” afirmou a investigadora judia consciente de que a única maneira de combater essa negação da realidade é através do debate e do estudo.

“Só através do conhecimento e análise do Holocausto podemos detectar e compreender noutros conflitos algo que caracterizou este massacre”, acrescentou.

Esther Mucznik considera o Holocausto um acontecimento sem precedentes, pois “pela primeira vez, toda uma máquina de Estado colocou-se ao dispor do extermínio de um povo inteiro. Hitler não matou a totalidade dos judeus mas destruiu toda uma cultura e civilização. Hoje, a cultura judaica que existe na Europa é uma cultura morta”, afirmou.

Apesar de Portugal não ter participado na guerra, a presença dos judeus no nosso país faz parte da nossa História e foi-nos claramente relatada por Dora Caeiro, Professora de História, que participou na conferência reflectindo sobre a conduta, ora favorável ora repressiva, dos reis portugueses perante este povo.

Esther Mucznik alertou ainda para a “desumanização do inimigo, único meio para o planeamento do extermínio, que conduz à desumanização dos perpetuadores deste empreendimento sistemático de doze anos de exclusão e discriminação judaica”.

Apesar dos motivos apresentados serem mais que suficientes para justificar o ensino do Holocausto, Esther reconhece que estarmos a 60 anos da tragédia acrescido do facto do sucedido ir contra a religião e valores que nos foram incutidos dificultam a tarefa. “O Holocausto tornou-se um património da Humanidade, pelo lado negativo, claro.”, concluiu a investigadora. Gabriela Fernandes, responsável pela publicação de vários livros sobre o Holocausto, refutou a ideia de Esther afirmando que “há valores que são intemporais” e a realidade que nós queremos saber é terrível”.

A palestrante manifestou a sua constante indagação perante a indiferença com que as pessoas reagiram ao massacre e a passividade face ao genocídio, atitude de insensibilidade perante o outro que actualmente também se verifica em várias dimensões e que ela apelida de “banalidade do mal”.

Um mal que foi, em parte, reconstruído pelo testemunho de Esther Mucznik e Gabriela Fernandes que juntamente com José Manuel Fernandes e Margarida Delgado realizaram uma acção de formação em Israel no Verão passado e se disponibilizaram a transmitir uma fascinante lição sobre a história do Holocausto. Resultado dessa viagem foi também uma exposição intitulada “O Ensino do Holocausto no Século XXI” do Museu Yad Vashem que está patente na Biblioteca Municipal até ao dia 25 deste mês e que retrata o terror vivido pelos judeus desde o momento em que se convertem em cidadãos inferiores, privados de direitos (1933) até à altura em que são vítimas das maiores atrocidades e um terço do seu povo é exterminado (1945).

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Debate literário na Byblos.Começa hoje





TERTÚLIA
Byblos 10 Outubro, 18h30
João Aguiar ; Sérgio Luís de Carvalho; Miguel Real (coordenação)

Romance Histórico



As nossas histórias, ou as histórias da nossa História.

Ficção da realidade ou realidade que se conta de forma ficcionada, o romance histórico é um género que cada vez tem mais leitores.

Entre o documento e a criação, entre o passado e o presente, um elo de ligação que apaixona e polemiza.
Este é o tema de abertura da Tertúlia Byblos, que começa nesta sexta-feira, dia 10, com um ciclo coordenado por Miguel Real, cuja primeira sessão conta com a presença dos escritores João Aguiar e Sérgio Luís de Carvalho.

Um autor verdadeiramente consagrado que se junta a uma nova voz literária que muitos consideram um dos mais promissores escritores desta área.

A Tertúlia Byblos, para que todos estão convidados (entrada livre, por inscrição, até ao limite da lotação disponível), tem a coordenação geral de Annabela Rita, envolvendo várias instituições ligadas à escrita e à investigação universitária nos campos literário, cultural e artístico.

Promovendo o diálogo entre diferentes áreas disciplinares através de representantes seus, esta é a tertúlia que queremos efectivamente trazer até à Byblos: temas e obras provocando conversas em encontros que desejam ser um verdadeiro convívio entre escritores, investigadores e público.

Com nomes consagrados da cultura portuguesa, mas também com jovens autores.

Até Julho próximo, a Tertúlia Byblos organizar-se-á como um ciclo feito de módulos temáticos que se interligam, cada um deles apresentado por um coordenador, que convidará um ou mais protagonistas para as diferentes sessões.

Do romance histórico à literatura de viagens, dos mitos fundadores ao futuro da língua portuguesa e à lusofonia.

Em contra-luz relativamente à cultura portuguesa, em ciclos mensais, outras culturas serão convocadas, favorecendo a reflexão e o debate sobre identidade e alteridade.

Dando espaço privilegiado às letras do Brasil, de Angola, Moçambique, entre outros países de expressão lusa, para além de outras literaturas que mereceram programas especiais na Byblos, como os já previstos sobre os autores norte-americanos e franceses.

SOBRE OS PARTICIPANTES

Sérgio Luís de Carvalho nasceu em Lisboa em 1959.

Licenciou-se em História (1981) e é mestre em História Medieval (1988).
Profissionalmente é Director Científico do Museu do Pão.

Publicou os romances “Anno Domini 1348” (Edição C. M. S., 1990; Prémio Literário Ferreira de Castro 1989; finalista do Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia, Cognac 2004 e finalista do Prémio Amphi de literatura Europeia Lille 2005), “As Horas de Monsaraz” (Campo das Letras, 1997), “El-Rei-Pastor” (Campo das Letras, 2000), “Os Rios da Babilónia” (Campo das Letras, 2003) e “Retrato de S. Jerónimo no seu Estúdio” (Campo das Letras, 2006).
Alguns dos seus romances estão traduzidos e publicados em França e Espanha.

É ainda autor de vários livros de investigação histórica e literatura juvenil.



João Aguiar, jornalista e escritor português, nasceu a 28 de Outubro de 1943.

Licenciou-se em jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas, tendo trabalhado no centro de turismo de Portugal em Bruxelas e Amesterdão.

Trabalhou para a RTP (onde iniciou a sua carreira em 1963) e para diversos diários e semanários como o Diário de Notícias, A Luta, Diário Popular, O País e Sábado.
Em 1981, foi nomeado assessor de imprensa do então Ministro da Qualidade de Vida.
Entre as suas obras publicadas, destacam-se: Uma Incursão no Esoterismo Português (1983); AVoz dos Deuses(1984); O Homem Sem Nome (1986); O Trono do Altíssimo (1988); O Canto dos Fantasmas (1990); Os Comedores de Pérolas (1992); A Hora de Sertório (1994); A Encomendação das Almas (1995); O Navegador Solitário (1996); Inês de Portugal (1997); O Dragão de Fumo (1998); A Catedral Verde (2000); Diálogo das Compensadas (2001); Uma Deusa na Bruma (2003); O Sétimo Herói (2004); O Jardim das Delícias (livro) (2005); Lapedo – Uma Criança no Vale (2006).


Miguel Real nasceu em Lisboa, em 1953.

É licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses, pela Universidade Aberta, com uma tese sobre Eduardo Lourenço.

Especialista em cultura portuguesa, Miguel Real é, actualmente, professor de Filosofia e colaborador do Jornal de Letras, onde faz crítica literária.
Da sua obra fazem parte o ensaio, o romance, o teatro e a filosofia.

Recebeu o Prémio Revelação de Ficção da APE/IPLB em 1979 (O Outro e o Mesmo), o Prémio Revelação de Ensaio Literário da APE/IPLB em 1995 (Portugal – Ser e Representação), o Prémio LER/Círculo de Leitores em 2000 (A Visão de Túndalo por Eça de Queirós) e o Prémio Literário Fernando Namora em 2006 (A Voz da Terra).
Entre os livros publicados, destacam-se: Geração de 90 – Romance e Sociedade no Portugal; A Morte em Portugal e A Verdadeira Apologia de Sócrates.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Ciclo de Conferências começa sexta Feira em Braga




Oitavo ciclo de conferências começa sexta-feira (10)e aborda o tema da espiritualidade

FUNDAÇÃO BRACARA AUGUSTA

DEBATE DESAFIOS DO SÉCULO XXI


A Fundação Cultural Bracara Augusta inicia sexta-feira (10) o seu oitavo ciclo de conferências sobre o tema “Globalização: Desafios para o Século XXI”, desta feita com uma palestra dedicada a “Uma espiritualidade para o século XXI”.

Tendo José Manuel Pureza, Teresa Martinho Toldy e Alfredo Dinis como convidados, esta palestra, de acesso livre, acontece às 21h30, na Biblioteca Craveiro da Silva.

«É propósito desta conferência discutir como conciliar o excessivo racionalismo das sociedades modernas e um certo vazio ideológico com um fascínio crescente pela religião, que, muitas vezes, se manifestam por fundamentalismos religiosos e outros movimentos religiosos de cariz integrista», justifica a Presidente da Fundação Bracara Augusta, Céu Sousa Fernandes.

José Manuel Pureza é professor associado em Relações Internacionais na Faculdade de Economia de Coimbra, investigador do Centro de Estudos Sociais, onde coordena o Núcleo de Estudos para a Paz.

Teresa Martinho Toldy é professora associada da Universidade Fernando Pessoa, doutorada em Teologia pela “Philosophisch-Theologische Hochschule Sankt Georgen, em Frankfurt/Main, com a tese “Deus e a Palavra de Deus na Teologia feminista. Balanço e questionamento”.

Alfredo Dinis, a quem cabe a função de moderador, é professor e Director da Faculdade de Filosofia de Braga da Universidade Católica Portuguesa.

PRÓXIMAS CONFERÊNCIAS

Depois de “Uma espiritualidade para o século XXI”, este oitavo ciclo tem agendada nova conferência para 17 de Outubro (21h30), subordinada ao tema “Século XXI - Sociedade de Riscos?”.

Estão convidados Alexandre Quintanilha, Eduarda Barros Gonçalves e Eduardo Madureira Lopes.

“Enfrentar as infecções num mundo globalizado” é o tema para a conversa de 14 de Novembro, em que intervêm Henrique Barros e Henrique Botelho.


Maria do Céu Sousa Fernandes lembra que, «em cada época histórica, as sociedades são confrontadas com novos problemas e novos desafios» e que, como tal, após o optimismo trazido pela revolução industrial e tecnológica, com o consequente avanço na produção industrial e agrícola e na cura de doenças, surgiram períodos de menor optimismo, causados pelas duas grandes guerras mundiais, nomeadamente a segunda, mais global e também mais mortífera, dado o espantoso desenvolvimento tecnológico militar».

No entanto – escreve no intróito ao programa deste ciclo –, o contínuo progresso científico e tecnológico e o crescimento económico da última metade do século XX faziam prever um futuro novo e admirável, que, todavia, não é o panorama do mundo de hoje.

«Há ameaças de riscos globais que ultrapassam as fronteiras nacionais e geram um clima de receios e insegurança, de que são exemplo o aquecimento global e outros riscos ecológicos, os fundamentalismos religiosos, a imigração, as pandemias como a sida e outras», refere, sublinhando , em particular, as preocupações ecológicas, que têm originado muitas críticas ao progresso moderno.

Perante esta situação de catástrofes ambientais e de saúde pública e de integrismos religiosos, como pode a sociedade do nosso tempo lidar com os riscos – pergunta, retoricamente, a Presidente da Fundação Bracara Augusta, citando Ulrich Beck, que em 1986 definiu assim os risco nas sociedade modernas: «o risco pode ser definido como uma forma de lidar com o acaso e a insegurança induzidos e introduzidos pela própria modernidade».

Em função destes cenários – diz Sousa Fernandes – algumas interrogações podem ser colocadas, designadamente «qual a responsabilidade dos políticos, dos cidadãos, da denominada sociedade civil, na gestão dos riscos? Como conciliar o excessivo racionalismo das sociedades modernas e um certo vazio ideológico com o fascínio crescente pela religião, que, muitas vezes, se manifestam por fundamentalismos religiosos e outros movimentos de cariz integrista? Devemos abandonar a nossa crença e esperança na modernidade e nos seus benefícios e aclamar um cartaz exibido no Forum Social de Mumbai, em 2004, que proclamava “As pessoas não querem o desenvolvimento; querem apenas viver”?».

Estas são as interrogações de hoje que a discussão proposta neste oitavo ciclo de conferências da Fundação Cultural Bracara Augusta pretende abordar.

Seminário sobre Lisbona e Il Val di Noto.Terremoti e riconstruzioni


Seminário

Lisbona e Il Val di Noto. Terremoti e riconstruzioni tra XVII e XVIII secoloLisboa e Val di Noto. Terramotos e reconstruções dos séculos XVII e XVIII


No âmbito da Exposição Lisboa 1758 O Plano da Baixa Hoje, patente no Páteo da Galé, Terreiro do Paço, está programado um Seminário intitulado Lisbona e il Val di Noto. Terremoti e riconstruzioni tra XVII e XVIII, que se realizará no dia 10 de Outubro no Auditório do Welcome Center – Rua do Arsenal nº 21.

Uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa em colaboração com a Superintendência de Siracusa (líder da gestão do Vale do Noto cuja reconstrução pós-terramoto de 1693 foi classificada pela UNESCO como Património da Humanidade).Entrada gratuita.


Programa


09h30

Abertura Dr Vitor Costa –Director Geral da ATL

Antonello Antinori, Assessor Regional da Sicília para os Bens Culturais, Ambientais e Educação

Jornada O sítio UNESCO “as cidades barrocas do Val di Noto”: estudos, projectos e Iniciativas Val di Noto: a inscrição na Lista do Património Mundial e o Plano de Gestão

Arqta Mariella Muti, Superintendente dos Bens Culturais e Ambientais de Siracusa O planeamento da gestão de um sítio património mundial

Arqto Mario Caruso, consultor UNESCO A Associação Sudeste: experiências e perspectivas

Dra Alessandra Foti, Presidente da Associação do Sudeste


11h30

Experiências de restauro em Noto

Arqta Giovanna Susan, Superintendência dos Bens Culturais e Ambientais de Siracusa Apresentação do Vídeo As Cidades Barrocas do Val di Noto

Dra Giovanna Bongiorno, realizadora e jornalista Seminário Lisboa e Val di Noto. Terramotos e reconstruções dos séculos XVII e XVIII


15h30

A lição da reconstrução de Setecentos para a reabilitação de hoje

Arqto Manuel Salgado – Vereador do Urbanismo da C.M. Lisboa A Gaiola: o sistema construtivo pombalino na reabilitação actual

Engº Vitor Cóias e Silva – Presidente da GECORPA As respostas aos terramotos: A Arquitectura do Setecento na Sicília como teatro urbano

Professora Giuffrè Maria – Universidade de Palermo A reconstrução difícil: conflitos sociais e empresas arquitectónicas no Val di Noto após o terramoto de 1693Professor Stefano Piazza – Universidade de Palermo 18h00


Visita guiada à Exposição: Lisboa 1758-O Plano da Baixa hoje

Professores Ana Tostões e Walter Rossa

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Conferência sobre Eça de Queiroz e Machado de Assis


Dia 08 de Outubro, Quarta-feiraàs 18h30

Espaço Machado de Assis

Missão do Brasil junto à CPLP

Conferência do Professor Dagoberto Carvalho Júnior, a respeito da obra de Eça de Queiroz e Machado de Assis.


O professor Carvalho Júnior é médico e escritor brasileiro, membro da Academia de Letras do Piauí e do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico do Pernambuco, além de presidente da Sociedade Eça de Queiroz, da cidade do Recife.

Autor de numerosa bibliografia queiroziana, tendo colaborado na edição da Obra Completa de Eça de Queiroz (Editora Nova Aguilar), no Dicionário de Eça de Queiroz e no Dicionário Temático da Lusofonia, entre outras publicações especializadas.

A conferência "Eça de Queiroz e Machado de Assis: o realismo de cada um", realiza-se no contexto das comemorações do Centenário de Morte do autor de Dom Casmurro.

Conferência no Instituto de Ciências Sociais


CONFERÊNCIA NO INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS

O Atlântico Ibero-Americano (sécs. XVI-XVIII)

Perspectivas historiográficas recentes


Maurits Ebben(Universiteit Leiden)


La pérdida del Brasil neerlandés y el debate político en los Estados Generales

8 de Outubro de 2008 - 18h00
Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Sala de Aulas 1 ICS-UL
Av. Professor Aníbal de Bettencourt, 9 1600-189 LISBOA

Organização:
Nuno Gonçalo Monteiro, Instituto de Ciências Sociais – Universidade de Lisboa
Mafalda Soares da Cunha, Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades – Universidade de Évora
Pedro Cardim, Centro de História de Além-Mar – Universidade Nova de Lisboa
José Damião Rodrigues, Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais – Universidade dos Açores

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Conferências no Instituto Franco Português



EFÉMERO.CRIAÇÃO.ACONTECIMENTO ENCONTRO DE
ESTÉTICA E TEORIA CULTURAL
16 e 17 de Setembro
Institut Franco-Portugais (ENTRADA LIVRE)


A Arte… não produz conceitos, ainda que proponha problemas e provocações. Mas gera sensações, afectos e intensidades. Esse é o seu modo de propor problemas, que por vezes se alinham com… conceitos. (Elizabeth Grosz)
O Encontro Efémero.Criação.Acontecimento visa reunir investigadores universitários, criadores e mediadores culturais para uma reflexão e um debate capazes de aprofundar o conhecimento sobre a Arte, em particular a que é realizada em Portugal.
Objectivo complementar: discutir criticamente os caminhos que a Criação pode percorrer quando lhe importa rever a sua dimensão estética e política, no seio da sociedade actual.
Repensar a nossa relação com o Efémero e aceitar o desafio do Acontecimento, em antecipação de uma Bienal da Luz, são duas acções articuladas que motivam uma visão estratégica sobre a problemática da criação na contemporaneidade.
Se os convidados estrangeiros Christine Buci-Glucksmann [França] e Malcolm Miles [Reino Unido] representam duas posições particularmente ricas e sólidas sobre as duas categorias que o Encontro procura debater, o conjunto de convidados nacionais oferece uma panorâmica abrangente e transversal da produção artística na actualidade, nomeadamente na sua relação não apenas com o mundo das ideias, mas com o próprio espaço urbano e o presente quotidiano.
Participantes, modelo e objectivos
Christine Buci-Glucksmann, José Manuel Rodrigues, Margarida Medeiros, Pedro Costa, Luís Oliveira, Susana Mendes Silva, João Fernandes, Pedro Amaral, Paulo Ferreira de Castro, Luís Carmelo, Malcolm Miles, Manuel Gusmão, Teresa Cruz, Jacinto Lageira, Pedro Bandeira, Delfim Sardo, João Tabarra, Miguel von Hafe Pérez, Tiago Guedes, Ana Pais, Pedro Cabral Santo, Carlos Vidal e Idalina Conde debatem a articulação entre dois conceitos filosóficos – o Efémero e o Acontecimento – fundamentais no âmbito da produção artística contemporânea.
Relevando o pensamento e experiências marcantes no campo da investigação, da mediação cultural e da actividade artística, em áreas diversas – das artes plásticas à música, do cinema à fotografia –, o encontro propõe-se não apenas como gesto cartográfico, mas sobretudo enquanto modelo de reflexão estratégica para a criação artística na actualidade e a sua afirmação em sentido lato.

Destinatários
Investigadores e estudantes do Ensino Superior, com relevo para as áreas da Filosofia e da Estética, da História e Crítica de Arte, das Artes Visuais e Performativas, das Ciências Sociais e de áreas projectuais como a Arquitectura, o Design ou o Urbanismo. Revestir-se-á de interesse também para quaisquer agentes e mediadores culturais, sem exclusão de outros profissionais do Desenho Urbano ou da Arte Pública, assim como de um público geral interessado nas questões da produção e da recepção da actividade artística.

Comissão de curadores
Jean-Paul Lefèvre, Levina Valentim, Mário Caeiro, Sílvia Rosado

Editores
Pedro Andrade, Teresa Alves

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Conferência no Instituto Alemão



CONFERÊNCIA DE GUNTER KARL PRESSLER

DA UNIVERSIDADE DO PARÁ

sábado, 24 de maio de 2008

Mesa Redonda sobre telecomunicações com TMN



TMN apresenta
13th Roundtable Conference
of the Wireless Broadband Alliance

A TMN – na qualidade de líder das comunicações móveis em Portugal – associa-se à Wireless Broadband Alliance (WBA) – a principal organização internacional promotora do serviço Wi-Fi – e apresenta pela primeira vez em Portugal, entre 26 e 30 de Maio, em Lisboa, a 13th Roundtable Conference of the Wireless Broadband Alliance, um fórum de discussão de reconhecido prestígio a nível mundial, célebre por colocar em cima da mesa as últimas tendências de desenvolvimento do serviço Wi-Fi.
Entre os próximos dias 26 e 30 de Maio, a TMN traz pela primeira vez a Portugal, em associação com a WBA, a 13th Roundtable Conference of the Wireless Broadband Alliance, um encontro semestral entre os principais operadores mundiais, como a BT Openzone, a Deutsche Telecom ou a Tata Communications, entre outros, desta vez com palco em Lisboa, no Hotel Vila Galé Ópera, que leva a discussão às mais recentes tendências do Wi-Fi.

Neste encontro, exclusivamente dirigido a membros da WBA, serão abordadas as grandes questões que se colocam actualmente em torno da chamada tecnologia de redes sem fios que possibilitam, numa determinada área de abrangência, o acesso à Internet.

O objectivo passa por reflectir sobre as últimas tendências do serviço Wi-Fi, em todo o Mundo, e garantir por antecipação a capacidade de apresentar ao mercado a melhor e mais diversificada oferta.
Fundada em 2003 e tendo vindo desde então a posicionar-se como a principal promotora do serviço Wi-Fi no Mundo, a WBA conta no conjunto dos seus membros com 28 dos operadores líderes mundiais na oferta de Wi-Fi, entre os quais se destaca agora a TMN, na sequência da adesão, em 2004, da PT Wi-Fi, contribuindo de forma privilegiada para a inter-operacionalidade entre os diversos operadores Wi-Fi.

www.wirelessbroadbandalliance.com.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Museu do Neo Realismo com novo programa



“Arquitectura e Política:
Perspectivas Contemporâneas”

No âmbito da sua programação cultural, o Museu do Neo-Realismo apresenta :

Para Domingo a seguinte sugestão em Vila Franca de Xira

11 de Maio - 16.00 Horas
“Arquitectura e Política: Perspectivas Contemporâneas”

Convidados: Alcino Soutinho, José Mateus e Graça Dias
Moderação: David Santos



sábado, 19 de abril de 2008

Conferência no Instituto de Estudos Sociais


O Atlântico Ibero-Americano (sécs. XVI-XVIII)
Perspectivas historiográficas recentes


István Jancsó
(Universidade de São Paulo / Instituto de Estudos Brasileiros)

De portugueses da América a brasileiros:
algumas hipóteses para debate

22 de Abril
17h30m
Sala Polivalente

Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Av. Prof. Aníbal Bethencourt, 9 - Lisboa, 1600-189 Lisboa
Tel. 21 780 47 00
www.ics.ul.pt

Organização:

Nuno Gonçalo Monteiro, Instituto de Ciências Sociais – Universidade de Lisboa
Mafalda Soares da Cunha, Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades – Universidade de Évora
Pedro Cardim, Centro de História de Além-Mar – Universidade Nova de Lisboa
José Damião Rodrigues, Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais – Universidade dos Açores



segunda-feira, 7 de abril de 2008

Conversas ao fim da tarde com José M. Pureza

Conversas ao fim da tarde
José Manuel Pureza
9 de Abril às 18:00
Biblioteca Municipal de Coimbra




Informações: Casa Municipal da Cultura-Telefone nº239 702 630

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Inês Pedrosa na Fundação Luso-Americana

Asas Sobre a América
Wings Over America
Ao encontro das literaturas portuguesa
e norte-americana
Meeting portuguese and north american literature

INÊS PEDROSA FALA SOBRE CARSON MCCULLERS


No auditório da Fundação Luso-Americana (FLAD), Inês Pedrosa falou sobre a escritora norte-americana, Carson Mc Cullers ( 1917-1967 ), dando destaque às características bem vincadas desta autora.
Esta iniciativa está integrada no Ciclo de Conferências Asas sobre a América - Wings over America.

Inês Pedrosa nasceu em Coimbra em 1962, e não em Tomar porque não havia maternidade!
Trabalhou na imprensa, na rádio e na televisão.
No semanário Expresso assina, desde 2002, a coluna «Crónica Feminina».
Actualmente é directora da Casa Fernando Pessoa.
Publicou os romances A Instrução dos Amantes (1992), Nas Tuas Mãos (1997, Prémio Máximo de Literatura), Fazes-me Falta (2002) e A Eternidade e o Desejo (2007), bem como duas novelas fotográficas a quatro mãos: Cartas a Uma Amiga (com fotografias de Maria Irene Crespo) e Do Grande do Pequeno Amor (em co-autoria com o fotógrafo Jorge Colombo). Além de contos, ensaios biográficos, crónicas e antologias, os seus livros têm sido publicados em Espanha, em Itália, no Brasil e na Alemanha.

Com The Heart is a Lonely Hunter, de Carson McCullers, descobri que a adolescência é eterna e que a poesia pode nascer da limpidez da prosa.
(Inês Pedrosa)

O ciclo Asas Sobre a América – Wings Over America decorre até Julho e tem como objectivo divulgar os intercâmbios literários entre Portugal e os Estados Unidos da América.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Conferência "Desenvolvimentos Teatro Alemão Contemporâneo"


“DESENVOLVIMENTOS

DO TEATRO ALEMÃO

CONTEMPORÂNEO”


Por ocasião da estreia, na Politécnica, do espectáculo “A Noite Árabe”, do jovem dramaturgo alemão Roland Schimmelpfennig, o Teatro Nacional D. Maria II realiza, no Salão Nobre, amanhã às 18h00, uma conferência com o prestigiado cenógrafo e professor de teatro alemão Thomas Dreisigacker.


Subordinada ao tema “Desenvolvimentos do Teatro Alemão Contemporâneo”, a conferência terá tradução simultânea para português e é de entrada livre, mediante os lugares disponíveis na sala.


Sobre Thomas Dreisigacker



  • Nasceu em 1955, em Mainz. Estudou Cenografia na Berlin Hochschule der Künste, sob a orientação de Achim Freyer e trabalhou como assistente de criadores como Achim Freyer, Robert Wilson, Axel Manthey ou Johannes Grützke.



  • Colabora, desde 1983, com vários teatros: Schauspielhaus (Colónia); Staatstheater (Hanover); Kammerspiele (Munique); Schauspiel (Frankfurt); Schauspielhaus (Hamburgo). Nos últimos anos, tem trabalhado regularmente no Burgtheater, em Viena.

  • É professor convidado de várias universidades, incluindo a Hochschule der Künste, de Berlim, e o Instituto de Estudos Aplicados de Teatro, em Giesen.



  • É responsável pela criação, na Universidade de Artes de Zurique, de um bacharelato em Cenografia.

  • Dreisigacker tem trabalhado repetidamente com encenadores como Valentin Jeker e Karin Beier, directora da Schauspiel, de Colónia.


Vive, actualmente, em Colónia.




Salão Nobre do TNDM II
Dia 28 de Fevereiro 18h

Entrada livre

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Asas Sobre a América – Wings Over America

De Fevereiro a Julho, a Fundação Luso-Americana (FLAD) organiza o ciclo Asas Sobre a América – Wings Over America como estímulo à divulgação e reflexão sobre os intercâmbios literários entre Portugal e os Estados Unidos da América, no passado e no presente.

A coordenação do ciclo Asas Sobre a América está a cargo da jornalista e escritora Filipa Melo. As sessões têm entrada livre e iniciam-se na próxima quinta-feira às 18h30, no auditório da FLAD, com a palestra Imagens da América, proferida pelo filósofo e ensaísta Eduardo Lourenço. No mesmo dia, os críticos de cinema, João Lopes, Francisco Ferreira e Vasco Câmara, debatem O regresso dos cowboys.

A partir de 28 de Fevereiro, sete autores portugueses dissertam sobre o seu autor e obra literária norte-americanos de eleição. Três ensaístas abordam os EUA através do cinema, da relação de Fernando Pessoa com Walt Whitman ou das correntes literárias modernistas e pós modernistas. Dez críticos, editores e académicos discutem a relação do cinema norte-americano com a literatura, a edição e o ensino da literatura norte-americana em Portugal.

Gonçalo M. Tavares falará sobre Philip Roth; Manuel António Pina sobre Ezra Pound; Inês Pedrosa sobre Carson McCullers; Lídia Jorge sobre William Faulkner; Pedro Mexia sobre Flannery O’Connor; Ana Luísa Amaral sobre Emily Dickinson e Rui Zink sobre Saul Bellow.
A influência da poesia de Walt Whitman na obra de Fernando Pessoa será abordada pelo tradutor, investigador e ensaísta Richard Zenith, no dia 24 de Abril. A cada palestra segue-se um debate com a assistência.

Em três debates paralelos, dez críticos, académicos e editores discutirão o cinema norte-americano e o que se ensina e edita da literatura norte-americana em Portugal, respectivamente a 21 de Fevereiro, 29 de Maio e 19 de Junho. As sessões são complementadas com projecções e poesia.

Em parceria com várias Universidades situadas fora de Lisboa, a FLAD patrocina a deslocação de estudantes de Estudos Anglo-Americanos e Ciências da Comunicação para assistirem às sessões do ciclo Asas Sobre a América. Será atribuído um prémio, em livros, ao melhor relato por sessão elaborado por um estudante. Este prémio será definido por um júri composto por docentes de cada universidade convidada.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

À conversa com… CARLOS FIOLHAIS em Coimbra

À conversa com… CARLOS FIOLHAIS
9 de Janeiro às 18:00

Biblioteca Municipal de Coimbra(sala de empréstimo)






sobre "dez livros de física para toda a gente"


À conversa com…
Ciclo de encontros de periodicidade mensal a realizar ao longo do ano em curso na Biblioteca Municipal de Coimbra.
Conversas de fim de tarde, de carácter informal e descontraído, protagonizadas por diversas personalidades ligadas à cidade de Coimbra e a diferentes áreas de conhecimento e sectores de actividade: ciências, literatura, fotografia, música, história, jornalismo, teatro, entre outras.
ACESSO GRATUITO

Informações
Casa Municipal da Cultura de Coimbra

Telef. 239 702 630
Fax 239 702 496
www.cm-coimbra.pt
cultura@cm-coimbra.pt



quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Ciclo de Conferências - "Memórias do Mar – Aventuras Transoceânicas"

“Arqueologia dos navios portugueses da expansão e as fontes eruditas da arquitectura naval portuguesa” é o tema da conferência inserida no ciclo “Memórias do Mar – Aventuras Transoceânicas”, que decorre dia 10 de Novembro, às 10h30, no Padrão dos Descobrimentos. A sessão conta com a participação da arqueóloga Vanessa Loureiro.

Vanessa Loureiro colabora com a Divisão de Arqueologia Náutica e Subaquática (antigo Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática) há mais de oito anos. É responsável, desde 2004, pela escavação e estudo do navio seiscentista Arade 1 (Portimão) e assumiu, mais recentemente, em parceira com João Gachet Alves, a coordenação dos projectos comunitários VENUS (Virtual Exploration of Underwater Sites) e MACHU (Management of Underwater Cultural Heritage).

O Padrão dos Descobrimentos apresenta, ainda, um ciclo destinado a grupos escolares do ensino secundário, subordinado ao tema “Um Mergulho na História – Enigmas e Descobertas da Arqueologia Subaquática”, numa acção integrada no Serviço Educativo, todas as segundas-feiras até final de Novembro, às 10h30.

A conferência “Uma História de Naufrágio em Portugal: o naufrágio do San Pedro de Alcantara em 1786 - índios peruanos na costa de Peniche”, por Maria Luísa Pinheiro Blot, decorre dia 12 de Novembro, às 10h30. No mesmo dia, às 11h30, a arqueóloga apresenta a conferência “Memórias do Mar …debaixo das cidades”.

“Memórias do Mar - Aventuras Transoceânicas”

- 10 de Novembro – “Arqueologia dos navios portugueses da expansão e as fontes eruditas da arquitectura naval portuguesa”, Vanessa Loureiro 1

- 17 de Novembro – “Astrolábios e Serendipidade”, António Estácio dos Reis

Horário: 10h30 Bilhetes : 10 €

“Mergulho na História - Enigmas e Descobertas da Arqueologia Subaquática”

- 12 Novembro - 10h30 – “Uma História de Naufrágio em Portugal: o naufrágio do San Pedro de Alcantara em 1786 - índios peruanos na costa de Peniche”, Maria Luísa Pinheiro Blot
11h30 – “Memórias do Mar …debaixo das cidades” , Maria Luísa Pinheiro Blot

- 20 Novembro | 10h30 – “O Sal do Nosso Descontentamento”, João Coelho (Esta sessão terá lugar nos laboratórios do Centro de Arqueologia Náutica e Subaquática)

- 26 de Novembro | 10h30 – “Os Míticos Barcos Afundados do Rio Arade”, Vanessa Loureiro e João Alves

Destinatários: Grupos Escolares do Ensino Secundário - Acesso gratuito, sujeito a marcação prévia