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terça-feira, 18 de novembro de 2008

Blood Red Shoes com os Murdering Tripping Blues no Santiago Alquimista


MURDERING TRIPPING BLUES NA PRIMEIRA PARTE

DE BLOOD RED SHOES


A primeira parte da estreia dos Blood Red Shoes em Portugal, dia 20 de Novembro no Santiago Alquimista, vai acontecer ao som do rock demoníaco dos portugueses Murdering Tripping Blues.

De mãos sujas, o trio Lisboeta lançou o álbum de estreia. Com o rock na algibeira e a música a entrar pelas traseiras. Já diziam as velhas esposas e mães negras que o blues era música do diabo, quando empregavam a expressão “Backdoor Music”.

Se Ele existe, está a ouvir este disco em repeat. Ao vivo, a abordagem musical é mais rude e directa, com o intercalar de médios estridentes e tons graves a sair da guitarra de Henry Leone Johnson, que dispensa o uso de baixo.

Excepção feita a um único tema: “Feed, Nurse, Flatter, Use”. O ritmo é forte, vincado com a personalidade de alguém que resolveu assumir o apelido de Dynamite com intenção de lhe fazer juz.
A mais recente coqueluche da imprensa britânica, os Blood Red Shoes, estreia-se em Portugal, dia 20 de Novembro, no Santiago Alquimista, com primeira parte dos Murdering Tripping Blues.

20 DE NOVEMBRO (SANTIAGO ALQUIMISTA)21H00

Um menino e uma menina, depois de vários projectos, decidem juntar-se e no primeiro dia de ensaios compõem uma canção.
Passadas duas semanas dão o primeiro concerto e precisam de um nome para colocar no cartaz. Nascem os Blood Red Shoes.Steven Ansell e Laura-Mary Carter, são uma das bandas mais faladas em Inglaterra desde que editaram o primeiro EP, “Victory for the Magpie” em 2005, mas deixaram a crítica à espera, de água na boca, pelo primeiro álbum que só surgiu em Abril de 2008.

“Box of Secrets” mostra uma banda em perfeito estado de maturação que, de uma mistura de vários géneros, cria uma sonoridade única e praticamente inqualificável.

Triunfo de Tony Carreira no Coliseu



Tony Carreira fechou mais um ciclo
na sua vida profissional!


A mítica sala do Coliseu dos Recreios, assistiu, neste fim de semana a 3 concertos inesquecíveis, onde o cantor encerrou a tournée de 2008 que serviu para assinalar os 20 anos de canções.
O ponto máximo deste megaconcerto atingiu o seu auge quando Tony Carreira apresentou o single Porque é que vens do seu próximo álbum com o titulo genérico O HOMEM QUE SOU que será lançado no mercado discográfico na última semana de Novembro.
O HOMEM QUE SOU, é um testemunho, na verdade, de uma evolução do seu estilo, abordando novas sonoridades, novos ritmos e novas palavras.

No primeiro dos concertos, Toto Cutugno e Tony Carreira interpretam em dueto, a versão de Cantando; (tema incluido no novo álbum)e L'italiano.

L'été indien foi interpretado apenas por Cutugno a solo ao piano…

TOTO CUTUGNO, Famoso cantor italiano em 1975 obtém o primeiro grande sucesso mundial com a composição de l'été indien interpretado por Joe Dassin.
Em 76, ainda como autor, assina grandes temas para Joe Dassin como et si tu n'existes pas, com o qual ganha imenso prestigio em França e torna-se o compositor preferido dos mais famosos cantores franceses como: Mireille Mathieu, Dalida, Johnny Halliday, Michel Sardou, Claude François, Hervé Vilard, Sheila.

Em Itália, compõe para Domenico Modugno, Gigliola Cinquetti, Ornella Vanoni.. Mas é apenas em 79 que grava o seu primeiro álbum! Doravante em todos os seus lançamentos discográficos , obtém sempre temas na Hit Parade.
Entre infinitos galardões no ano de 1986 com L'italino, recebe o prémio do disco italiano mais vendido em todo o mundo.

Em 90 defende Itália no Festival da canção em Zagreb e sai vencedor com "Insieme 1992".
Durante estes anos, entre gravações de álbuns e apresentações de programas, alguns dirigidos pelo próprio, Toto Cutugno, regressou este ano a Barcelona para apresentar a tournée Un Falco chiuso in gabbia no emblemático Palau de la Música de Barcelona.

O seu maior orgulho: Ray Charles interpretou o seu tema Gli amori

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Covilhã organiza Natal dos Hospitais



1º Natal dos Hospitais -Covilhã 2008


A Banda da Covilhã e a Associação Cultural – Desertuna (Tuna Académica da UBI) com o apoio da Direcção do Hospital Pêro da Covilhã e a Liga dos Amigos do Centro Hospital Cova da Beira, acaba de lançar o Projecto – “1º Natal dos Hospitais – Covilhã 2008” a realizar no auditório do Hospital Pêro da Covilhã na segunda-feira – dia 8 de Dezembro de 2008 entre as 14:00 e as 18:00.

Uma iniciativa de solidariedade e ao mesmo tempo de conforto e animação para os que estão doentes.

Um programa Cultural onde a participação de todos pode ser uma mensagem de esperança.

" Essências do Mundo" - duas solistas a actuar na Aula Magna da UL


Machina Mundi em “Essências do Oriente”


O São Carlos estende mais uma vez a sua programação musical a outros palcos, com entrada gratuita.

O Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa recebe, assim, o duo Machina Mundi para o concerto “Essências do Oriente” a 18 de Novembro, às 19h00, onde se poderá ouvir a nova obra de Luís Tinoco e o instrumento de percussão oriental “Bonang Barung”.
O duo Machina Mundi, constituído pela flautista Katharine Rawdon e pela percussionista Elizabeth Davis, apresenta um programa com obras influenciadas por sonoridades do oriente, entre as quais, em estreia absoluta, uma composição encomendada a Luís Tinoco intitulada “King George I, as Seen in Schiaparelli's Telescope, Sailing his Barge upon Martian Canals”.
“King George I, as Seen in Schiaparelli's Telescope...”
resulta de uma encomenda da Antena 2 para integrar um projecto promovido pela RAI 3 em articulação com a EuroRádio, assinalando os 250 anos da morte de Händel, em Abril de 2009.

O compositor trabalhou a partir de um trecho da "Música Aquática" de Händel e pela primeira vez incorpora na música ocidental um instrumento integrante do gamelão, o “Bonang Barung”.
Instrumento de percussão em bronze, originário da Ilha de Java, Indonésia, o “Bonang Barung” irá ser tocado pela primeira vez em Portugal, neste recital, por Elizabeth Davis .



Katharine Rawdon
Flautas
É Flauta Co-Principal da Orquestra Sinfónica Portuguesa desde 1993, tendo tocado sob a direcção dos maestros Rafael Frühbeck de Burgos, Michel Plasson, Alain Lombard, Jeffrey Tate, e Zoltan Pesko.

Tem-se apresentado em concertos a solo com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Nova Filarmonia, a Orquestra Nacional de Porto, e a Orquestra Sinfónica Portuguesa. Apresentou os Concertos Brandenburguêses completos e o Suite em Si Menor de J. S. Bach, concertos para flauta e flautim de Vivaldi, e o Concerto em Sol Maior de Mozart, assim como o “Explosante-Fixe” de Boulez e o Concerto para Flauta de Alexandre Delgado.

Apresentou este último em estreia nacional com a Orquestra Clássica do Porto, em Lisboa no Festival de Músicas Contemporâneas no Culturgest, e no Festival de Música Contemporânea de Alicante, Espanha.
Actuando no flautim, flauta em Sol e flauta baixo, faz parte da OrquestrUtópica desde 2003. Com este agrupamento tem apresentado obras novas de virtualmente todos os compositores portugueses vivos, incluindo o António Pinho Vargas, Luís Tinoco, Nuno Corte-Real, Luís Madureira, Carlos Marecos e Christopher Bochmann, bem como obras recentes de importantes compositores estrangeiros: Kaija Saariaho, Unsuk Chin, György Ligeti, e Pierre Boulez, entre muitos.

Na temporada de 2004-5, a OrquestrUtópica comecou a apresentar-se no estrangeiro, com concertos em Dresden, Alemanha, e no South Bank Centre de Londres.
Foi premiada no concurso Artists International de Nova Iorque e tocou sob a direcção de
Leonard Bernstein e Kurt Masur na Orquestra do Festival Tanglewood.

Como solista tem-se apresentado por todo o Portugal, em Paris, Viena, Nova Iorque, Califórnia, e duas vezes por convite nas convenções anuais da National Flute Association, E.U.A.


Elizabeth Davis
Percussão
Timpaneira da Orquestra Sinfónica Portuguesa desde 1993, ocupou anteriormente a mesma posição na Orquestra Régie Sinfonia do Porto entre 1989 e 1993.

Ponto de referência no panorama nacional, é colaboradora frequente nos projectos de João Paulo Santos e António Pinho Vargas, entre outros.
Tem-se apresentado como solista na obra Acting Out, de Pinho Vargas, tanto com a Orquestra Nacional do Porto, no âmbito de Porto 2001, como com a O.S.P., no Festival Internacional de Músicas Contemporaâneas, no ano 2000.

Além de ser Directora Musical do grupo de percussão Rhythm Method, organizou e dirigiu o concerto de encerrramento deste Festival de Músicas Contemporâneas, no mesmo ano.
Apresentou-se, novamente em 2000, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa como solista na obra Veni,Veni Emanuel, para Percussão Solo e Orquestra, de James Mac Millan.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Scorpions em formato acústico no Casino Estoril



Os Scorpions inovam em concerto acústico
no Salão Preto & Prata do Casino Estoril

Num concerto único e irrepetível, os Scorpions actuam, em formato acústico, no Salão Preto & Prata, no próximo dia 19 de Novembro, pelas 23 horas.
A famosa banda alemã interpreta composições do recente álbum “Humanity - Hour I”, não esquecendo outros “clássicos” que conquistaram os principais tops mundiais.
Em busca de novos desafios interpretativos, os Scorpions asseguram uma noite no Casino Estoril que promete ser memorável.
Aguardados com enorme expectativa, os Scorpions protagonizam, assim, uma Gala inédita no Salão Preto & Prata.
Trata-se de outro evento de relevo inserido no programa comemorativo do 50º aniversário da Estoril Sol, que se prolonga até ao final do ano.
No âmbito da tournée “Humanity - Hour I”, os Scorpions actuaram já em prestigiados palcos internacionais, prometendo, desta vez, um registo musical diferente no Salão Preto & Prata.
O vocalista Klaus Meine, será acompanhado por Rudolf Schenker, na guitarra, Matthias Jabs, na guitarra, Pawel Maciwoda, no baixo e James Kottak, na bateria.
Com uma notável produção, “Humanity – Hour I” mereceu já os elogios da crítica internacional.
O 21º álbum da banda de Hannover, reúne temas como “Hour I”, “The Game of Life”, “We Were Born To Fly”, “The Future Never Dies”, “You’re Lovin’ Me To Death”, “Love Will Keep Us Alive”, “Your Last Song”, “Love Is War” ou “The Cross”.
Trinta e cinco anos depois da editarem o seu primeiro álbum intitulado “Lonesome Crow”, os Scorpions continuam a surpreender os seus admiradores.
Pioneira do hard rock, a banda iniciou o seu percurso, ainda, na década de sessenta, adoptando então, outras correntes musicais que marcaram diferentes épocas.
Já na década de oitenta, sucederam-se os grandes clássicos da banda, que se tornou numa verdadeira referência a nível mundial.
“Animal Magnetism”, de 1980, “Blackout”, de 1982, e “Love At First Sting”, de 1984, são álbuns que marcam uma nova etapa na carreira dos Scorpions.
Com um estilo muito próprio, o grupo demonstrou uma invulgar versatilidade, conciliando registos de puro rock com diversas baladas que se tornaram obrigatórias nos seus concertos.
O público rendeu-se, então, a um conjunto de êxitos, entre os quais pontificam “Holiday”, “Loving You Sunday Morning” “No One Like You, “Rock You Like a Hurricane”, “Still Loving You”, “Rhythm of Love”, “Love Is Blind”, “Wind of Change” ou “Send Me an Angel”.

As reservas podem ser efectuadas:
Casino Estoril através do telefone 214 667 700,
Fax 214 667 965,
e-mail:info.cestoril@estoril-sol.com

Coral Vértice canta na Igreja de S.Pedro de Alcântar


O Coral Vértice apresenta-se no Domingo, 16 de Novembro, às 17.00, na Igreja do Instituto de S. Pedro de Alcântara, em Lisboa.

Sob a direcção do maestro Sérgio Fontão, serão interpretadas obras de canto gregoriano (Liturgia de Santo António) e do compositor francês Francis Poulenc (1899-1963) alusivas a São Francisco de Assis (Quatre petites prières de Saint François d’Assise) e a Santo António (Laudes de Saint Antoine de Padoue).
Este concerto está integrado na temporada Música em S. Roque, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
O Coral Vértice é um grupo vocal masculino fundado em Outubro de 1974 por membros do Coro Gulbenkian.
O grupo interpreta música da Idade Média até aos nossos dias, incluindo música erudita e tradicional, com especial relevo para a música portuguesa.

Como membro ou director de diversas formações vocais e instrumentais, Sérgio Fontão realizou concertos em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Áustria, Itália, Malta, Brasil, Argentina, Uruguai, México, EUA, Canadá, Índia, Japão e China. Participou, também, em espectáculos de ópera e teatro e efectou gravações para cinema, rádio, televisão e em disco, para as etiquetas Aria Music, Dinemec Classics, EMI Classics, Fnac Music, Milan, Movieplay Classics, Numérica, Philips, PortugalSom, Sole mio, Virgin Classics e Virgin Veritas.

WOK o tambor que fala!



UM ESPECTÁCULOCOM UM TAMBOR DIFERENTE

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

A Cultura em V.F. de Xira no mês de Novembro



“Cultura em Novembro”


A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira tem agendadas, para o mês de Novembro, três iniciativas de elevado interesse e relevância cultural.

“Cultura em Novembro” apresenta seguinte a seguinte programação:

X Bienal de Fotografia
De 8 de Novembro a 7 de Dezembro, no Celeiro da Patriarcal, em Vila Franca de Xira, a X
Bienal de Fotografia
irá apresentar um conjunto de 282 trabalhos de fotógrafos amadores e
profissionais provenientes de todo o país.
As obras, da autoria de artistas que participaram em nome individual e de escolas e entidades de renome na área da fotografia, são dedicadas às mais variadas temáticas, incluindo as de carácter permanente, propostas pelo Comissariado: “Concelho de Vila Franca de Xira” e “Tauromaquia”.

Concerto por Bernardo Sassetti e Mário Laginha
Dia 14 de Novembro, pelas 21.30 Horas, no Auditório do Museu do Neo-Realismo, em Vila
Franca de Xira, terá lugar um Concerto pelos pianistas Bernardo Sassetti e Mário Laginha.
O espectáculo está integrado na Cerimónia de Entrega do “Prémio Carlos Paredes 2008”,
pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, a Pedro Jóia (vencedor, com o trabalho
discográfico “À Espera de Armandinho”).

Bailado Contemporâneo
Dia 28 de Novembro, pelas 21.30 Horas, no Auditório do Ateneu Artístico Vilafranquense,
terá lugar a realização do Espectáculo “RANDOM” pela Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo.

One Republic-Concerto cancelado


ONE REPUBLIC * CONCERTO CANCELADO


Por motivos alheios à Everything is New, o concerto de One Republic marcado para dia 13 de Janeiro no Coliseu de Lisboa, foi cancelado, assim como as restantes datas da digressão europeia. A banda de “Apologize” agendou para 2009 a preparação de um novo álbum.


Os portadores de bilhete válido para o concerto do Coliseu de Lisboa, devem dirigir-se ao local de compra, no prazo máximo de 30 dias a terminar dia 12 de Dezembro, para procederem à devolução do bilhete e respectivo reembolso.

Com Luz 2008/2009 Pedro Abrunhosa vai a Espanha e a Moçambique


PEDRO ABRUNHOSA EM ESPANHA E MOÇAMBIQUE


Presentemente a gravar o próximo álbum de originais, Pedro Abrunhosa tem duas incursões, ainda integradas na digressão LUZ 2007-2009, desta vez no mercado internacional.
Na próxima sexta-feira, 14 de Novembro, Pedro Abrunhosa estará na cidade espanhola de Santiago de Compostela, num concerto promovido pela TV Galiza, integrado no aniversário desta estação de televisão.

A 28 e 30 de Novembro Pedro Abrunhosa apresenta-se em dois espectáculos na cidade de Maputo, Moçambique, país onde o músico se desloca pela primeira vez.

De regresso a Portugal, Pedro Abrunhosa actuará a 19 de Dezembro no Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos.
Como é sabido, o músico adquiriu recentemente o BOOM Studios, na cidade de Vila Nova de Gaia, onde está a desenvolver parte das gravações de um conjunto significativo de canções para os seus próximos trabalhos de originais.

" Dig Out Your Soul " o novo album dos Oasis em Portugal


OASIS AO VIVO EM PORTUGAL

Dia 15 de Fevereiro no Pavilhão Atlântico,estarão os Oasis num concerto integrado na maior digressão da banda pela Europa Ocidental, de Janeiro a Março de 2009, em apresentação do novo álbum “Dig Out Your Soul”.
A digressão europeia marca a fase seguinte da tournée mundial dos Oasis em 2008/2009 e acontece no seguimento das digressões pelo Canadá, Reino Unido, México e Estados Unidos.
“Dig Out Your Soul”, o primeiro álbum lançado internacionalmente pela editora criada pela banda, Big Brother Recordings, está já a venda.
Mas o mais importante de tudo, é que existe a sensação de que “Dig Out Your Soul” pode muito bem ser o melhor álbum dos Oasis em mais de uma década” Barry Nicolson in New Musical Express “ (Pete Paphides) chega a conclusão que “Dig Out Your Soul” pode muito bem ser o melhor álbum da banda desde os gloriosos anos da BritPop” in Times

Nancy Vieira no S.Luis


O Jazz pela voz de Lisa Ekdhal


LISA EKDAHL E O SEU JAZZ
CENTRO CULTURAL DE BELÉM - DIA 14
CASA DA MÚSICA - DIA 15
CINE TEATRO ALCOBAÇA - DIA 16

Turangalila-Symphonie de Messiaen no CCB


Concerto Comemorativo do Centenário de Nascimento
de Olivier Messian

A abrir as comemorações do centenário do nascimento de Olivier Messiaen, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida pela primeira vez por Julia Jones enquanto sua Maestrina Titular, interpreta uma das maiores obras-primas do século XX – Turangalîla-Symphonie. O concerto terá lugar no domingo dia 16 de Novembro, às 17h00, no Grande Auditório do CCB.
Turangalîla-Symphonie, foi composta entre 1946 e 1948 por encomenda de Serge Koussevitzky para a Orquestra Sinfónica de Boston.
A estreia foi dirigida pelo ainda jovem maestro Leonard Bernstein, em Boston, um ano após Messiaen ter concluído a composição.
O título da obra, Turangalîla, nasceu apenas em 1948 resultando da aglutinação de duas palavras do sânscrito [turanga + lîla] correspondendo assim à descrição de Messiaen quando se referia à sua obra, “Uma canção de amor”.

Em Turangalîla-Symphonie, Messiaen introduz o instrumento electrónico Ondas Martenot, que incluiu regularmente na sua criação musical e que será tocado, neste concerto, por Philippe Arrieus.
Ao piano, destaque para Markus Bellheim .


A Direcção Musical

JULIA JONES

Nascida em Inglaterra, Júlia Jones vem afirmando cada vez mais uma carreira de sucesso na Europa com apresentações regulares nos principais teatros líricos.

Dos seus compromissos mais recentes destacam-se a direcção musical de Otello na Staatsoper de Hamburgo, Carmen em Estugarda e Le nozze di Figaro na Opernhaus de Frankfurt e na Ópera do Canadá (Toronto).


Na Staatsoper de Viena dirigiu Così fan tutte, Die Zauberflöte e La Bohème e, em 2004, estreou-se no Festival de Verão de Salzburgo à frente da produção de Die Entführung aus dem Serail.

Também dirigiu Aïda e Madama Butterfly na Staastoper de Berlim, La Traviata no Gran Teatre del Liceu em Barcelona, Der Fliegender Holländer na Ópera de Estrasburgo, Lohengrin no Teatro Comunale de Florença, onde obteve grande êxito junto do público e da crítica italiana, destacando-se ainda a sua presença em Washington, Sydney, Genebra, Lisboa, e na Volksoper de Viena.

Entre 1998 e 2002 ocupou o cargo de Maestro Titular da Ópera de Basileia onde foi aclamada na direcção musical das produções de Otello e Macbeth, de Verdi, e Der Rosenkavalier de R. Strauss.

Nas salas de concerto já dirigiu um vasto número de Orquestras incluindo a Orquestra da Rádio de Viena e Sinfónicas de Montréal, Orquestra de Gürzenich, Scottish Chamber Orchestra, Filarmónica de Estrasburgo e a Orquestra do Maggio Musicale Fiorentino.

Futuros compromissos incluem o seu regresso à Opernhaus de Frankfurt (Così fan tutte, Un ballo in maschera) e Staatsoper de Hamburgo (Macbeth), para além de concertos em Tóquio, Lisboa e Nova Zelândia.

Na temporada 2008.2009 assume o cargo de Maestro Titular da Orquestra Sinfónica Portuguesa.


Markus Bellheim
Piano

O seu triunfo no Concurso Internacional “Messiaen” em Paris (2000) garantiu-lhe o reconhecimento como um dos mais interessantes pianistas da sua geração.

Uma extensa agenda de concertos levou-o a percorrer a Europa, Ásia e EUA, com participações nos Festivais Beethovenfest de Bona, Musiktage de Kassel, La Roque d’Anthéron, Chamber Music Festival de Lockenhaus e Music Spring Festival de Xangai.

Interpreta regularmente obras do repertório clássico com as Orquestras Sinfónica da Rádio de Hessen, Sinfónica SWR em Baden-Baden e Freiburg, Sinfónica da Rádio de Munique, Northern Sinfonia, Filarmónica de Nice, Sinfónica de Malmö, e com o Ensemble Modern e Ensemble Intercontemporain.

Recentemente, foi dirigido por Sylvain Cambreling, Jonathan Nott e Karl Anton Rickenbacher, e colaborou com os compositores S. Reich, G. Kurtág e W. Rihm. Interpreta obras de música de câmara com Peter Lukas Graf e o Minguet Quartet.

O seu repertório privilegia os séculos XX e XXI, destacando-se a obra integral de Messiaen. Interpreta regularmente a obra Turangalîla-Symphonie com elogios unânimes da crítica e do público.

Em 2008 lançou gravações, a solo, incluindo-se a obra integral para solista de Wolfgang Rihm, Vingt regards sur l’enfant-Jésus, o primeiro volume da obra integral para piano de Messiaen e o Concerto para Piano, de Bruno Maderna, com a Orquestra Sinfónica da Rádio de Hessen.

Efectuou os seus estudos em Hannover, Frankfurt-am-Main,Würzburg e Paris.

Foi bolseiro da Cite International des Arts (Paris). Recebeu o Prémio de Cultura de Würzburg e o Prémio Estatal da Baviera.

Em 2002 foi nomeado para a categoria “Révélation de l’année” (“Victoires de la Musique Classique”).
Actualmente, lecciona Piano no Conservatório de Música de Würzburg.

Philippe Arrieus
Ondas Martenot


Nasceu em Pau (França) onde iniciou os seus estudos de Música. No Conservatório da sua cidade natal obteve os prémios de Piano, Escrita, Análise, Solfejo e Música de Câmara antes de ingressar no Conservatoire National Supérieur de Musique de Paris onde viria a obter o Primeiro Prémio de Ondas Martenot na classe de Jeanne Loriod.

Titular do CA de teclado electrónico e de Ondas Martenot, lecciona estes dois instrumentos no Conservatório de Evry (região parisiense).

A sua carreira musical divide-se entre concertos a solo pelo mundo inteiro e a interpretação de música de câmara com o Sexteto “Jeanne Loriod” e o Quarteto “Ondes De Choc” com os quais se apresenta em inúmeros concertos dentro e fora do seu país.

Actualmente integra o agrupamento “Vecteur Ondes”, que reúne seis ondistas cujo objectivo consiste em promover e difundir o repertório das Ondas e suscitar novas criações por parte de jovens compositores.

Participa em gravações com a presença regular das Ondas e pertence a uma associação que promoveu e sustentou o projecto de fabrico de um novo instrumento (Ondéa).

O seu repertório inclui todas as obras para Ondas escritas até à data, Ondas solista com orquestra, concertos e música de câmara

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Jorge Palma traz " Último Metro" ao Campo Pequeno


JORGE PALMA REGRESSA A LISBOA COM ÚLTIMO METRO


Apanhe este metro e junte-se a um dos maiores génios musicais portugueses da nossa geração.

Jorge Palma, desalinhado e contra a corrente, vai apanhar o metro que pára na estação do Campo-Pequeno, na noite de dia 14 de Novembro.

No fim do espectáculo, o último metro para si será, sem dúvida, o primeiro para Jorge Palma...

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Rita Redshoes actua com os Keane no Coliseu


Rita Redshoes com Keane no Coliseu de Lisboa!


Quando o site oficial do grupo Keane anunciou os opening acts para a sua tour europeia Rita Redshoes foi a voz escolhida para abrir o concerto de apresentação do seu novo trabalho em Lisboa.

Assim, no próximo dia 12 de Novembro, a cantora dos sapatos vermelhos vai partilhar com o público temas como “Dream on Girl”, “Hey Tom” ou o seu mais recente single “The Beginning Song” que têm feito a delícia de quem assiste aos seus concertos.

A tour de apresentação de “Golden Era” tem também em Novembro paragens marcadas na Covilhã no dia 1, em Beja no dia 8 e no aniversário da FNAC no Pavilhão Atlântico no dia 14.

"Perfect Symmetry" pela voz dos Keane no Coliseu



Com mais de 8 milhões de álbuns vendidos no mundo inteiro e um disco novo, “Perfect Symmetry”, saido a 13 de Outubro, os Keane apresentam-se ao vivo no Coliseu de Lisboa, para contentamento dos inúmeros fãs da banda em Portugal.
Quando “Hopes and Fears” surgiu em 2004, os Keane apresentaram ao mundo uma nova forma de rock, onde as guitarras foram substituídas por um piano.
O sucesso foi imediato, e graças a músicas como “Somewhere Only We Know” e “Everybody’s Changing” tornou-se no álbum mais vendido do ano, em Inglaterra.
Passados apenas dois anos, a banda de Tom Chaplin, Tim Rice-Oxley e Richard Hughes regressou com “Under The Iron Sea”, um disco com influências mais electrónicas, que vendeu, no Reino Unido, 220 mil cópias em apenas uma semana.
Em Maio deste ano, os leitores da prestigiada revista inglesa, “Q”, incluíram os dois primeiros álbuns dos Keane no Top 20 dos melhores álbuns britânicos de sempre, distinção que, além dos Keane, coube apenas aos The Beatles, Oasis e Radiohead.


12 DE NOVEMBRO (COLISEU LISBOA) 21H00

" Dreams in Color "de David Fonseca hoje no Casino Lisboa


David Fonseca apresenta novo álbum
no Arena Lounge do Casino Lisboa


Em noite de “Concerto Arena Live”, David Fonseca actua ,hoje, no Casino Lisboa, pelas 22 e 30.
O artista sobe ao palco central do Arena Lounge para interpretar os melhores registos do seu novo álbum “Dreams in Colour”, o qual foi distinguido já com o galardão de platina.
Trata-se do terceiro CD de originais de David Fonseca, a solo.

Num elenco de onze temas de inegável qualidade, “Superstars” e “Kiss Me, Oh Kiss Me” atingiram, bem cedo, os primeiros lugares do airplay nacional.
David Fonseca surpreendeu, também, os seus admiradores, incluindo neste CD uma versão inédita de “Rocket Man", uma das mais famosas composições de Elton John.
Com produção de Nelson Carvalho e do próprio David Fonseca, “Dreams in Colour” propõe, ainda, outros temas como "4th Chance", "Silent Void", "This Wind, Temptation", "I See The World Through You", "This Raging Light" ou "Feet On Stones".
David Fonseca
define este álbum como “uma espécie de viagem ao meu novo mundo, cheio de novas descobertas e surpresas, talvez por sentir que a minha música está cada vez mais próxima do que vejo e do que sinto."
Recorde-se que o intérprete começou a sua carreira com os “Silence 4”, optando, em 2003, pela apresentação a solo, uma nova etapa no seu percurso musical.

Após os álbuns “Sing Me Something New” e “Our Hearts Will Beat as One”, chega a vez de “Dreams in Colour” que constitui, desde já, outro ponto alto da sua discografia.
No âmbito da tournée de apresentação de “Dreams in Colour”, David Fonseca actua, pela primeira vez, no Casino Lisboa.

O cantor aposta, assim, num novo desafio, ao actuar no espaço vanguardista do Arena Lounge, dotado dos mais evoluídos meios de multimédia.
Até ao final do ano, o ciclo de “Concertos Arena Live”, decorre às Segundas-Feiras, pelas 22 e 30, excepto no Dia de Natal e no Reveillon.

No Arena Lounge actuarão diferentes intérpretes, a solo, e grupos musicais, sendo a entrada gratuita.

sábado, 8 de novembro de 2008

Ra Ra Riot no Santiago Aquimista


RA RA RIOT AO VIVO EM PORTUGAL

10 DE NOVEMBRO (SANTIAGO ALQUIMISTA) 21 HORAS


Oriundos de Syracuse, NY, os Ra Ra Riot formaram-se em 2006 e rapidamente se tornaram alvo de devoção, tanto nos Estados Unidos como na Europa.

Há quem veja neles um cruzamento entre The Arcade Fire e Olívia Tremor Control. O primeiro álbum, “The Rhumb Line”, saiu a 19 de Agosto e vamos ter o privilégio de ver e ouvir esta espécie de diamante que conseguiu o impensável, colocar Syracuse no mapa.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

" Um Sol Maior" o novo album do "Origem"


COLECTIVO BRACARENSE APRESENTA
“UM SOL MAIOR”


“Um Sol Maior” é o título do recém-editado álbum que o grupo “Origem” apresenta a 9 de Novembro (16h00) no Theatro Circo.

A comemorar 30 anos de actividade no contexto da música tradicional portuguesa, o grupo “Origem”, colectividade inserida no Grupo Cultural de São Mamede d’Este, regressa aos palcos com uma nova selecção de temas, de que se destacam “Cantiga da Segada”, “Claralinda”, “No Lagar”, “Saudade” ou “Água Sagrada Arribada”.

Com Casimiro Pereira (voz solo e guitarra), Daniel Pereira (bandolim, braguesa, gaita de foles, acordeão e voz), Carlos Cruz (cavaquinho, braguesa e voz), Ana Pereira (flauta, percussão e voz), Eduardo Castro (baixo acústico e voz), Raquel Ferreira (voz solo), Francisco Serafim (percussão) e Pedro Guimarães (bandolim, braguesa e coros), o Grupo Origem traduz mais uma vez «a paixão pela música tradicional» que o acompanha desde 1978 e que o levou ao estudo e divulgação do património etnomusicológico minhoto, consubstanciado em ritmos como o vira, malhão ou a chula.